23/01/2015 - 09:16:00
Bebidas> Vinhos > Personagens


Ricardo Castilho concorre a prêmio na Revista Wine-A Essência do Vinho

Ricardo Castilho

Meninas e meninos,

Meu amigo Ricardo Castilho, editor de Revista Prazeres da Mesa, está concorrendo ao prêmio Personalidade do Ano no Brasil da Revista portuguesa Wine-A Essência do Vinho.

Castilho, que está na área em mídia escrita sobre vinhos e gastronomia há mais de 20 anos, já passou pelas redações de importantes publicações, como Playboy e Gula.

Degustador com vasta experiência em concursos no Brasil e no exterior, é membro de confrarias em Portugal e recebeu o título, que também recebi de Cavaleiro de Champagne em 2012.

A Revista Prazeres da Mesa em suas edições de Janeiro, trás caderno especial com as seleções de rótulos feitas por Castilho e outros especialistas, além de também de promover anualmente o prêmio Melhores do Vinho que seleciona e reconhece restaurantes da América do Sul que se preocupam em oferecer a bebida com qualidade - desde a escolha dos rótulos até a forma de servir.

Parabéns ao indicado

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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22/01/2015 - 09:58:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Encontro no Parigi, além de mostrar belos vinhos da Italy’s Wine, proporciona gastronomia de qualidade

Primeira bateria de taças servidas

Meninas e meninos,

Dezembro passado foi pródigo em encontros e novos vinhos.

Aproveitando o mês festivo, a Italy’s Wine, uma organização que congrega vários produtores italianos, de varias regiões, e cuja função primordial é vender e distribuir vinhos de boa ralação entre preço e qualidade, organizou um jantar com a imprensa, que compareceu em peso, para mostrar alguns dos vinhos de seu catálogo.

No Brasil, seu braço, a Novo Continente, empresa que importa, vende e distribui os vinhos da Italy’s Wine, se localiza no estado de Santa Catarina, e tem em seu catálogo os vinhos das empresas vitivinícolas Al-Cantara; Amerigo Vepucci; Barone Sergio; Boeri; Cassarà; Conte Vistarino; Corte Viola; Michelangelo; Nova Terra; Patri; Sartori; Tenute Girolano; Terre dei Savoia e Vasari.

Nesta noite especial, com a presença de alguns dos produtores e responsáveis pela Novo Continente e Italy’s Wine, degustamos da Patri os vinhos Solitario Bianco e Solitario Nero, e da Vasari o Principe Siciliano, Mamertino Nero D ‘Avola DOC, Mamertino Rosso DOC, Mamertino DOC Cru Timpanara Riserva.

Como degustei somente um branco, o SicilIa IGP Inzolia Solitario Bianco, não pude comparar com o da Vasari o Principe, mas gostei deste iInsolia, bastante frutado, mineral, com algum cítrico depois de tempo em taça, e que também mostra com o tempo frutas secas. Bom para acompanhar saladas, queijos frescos e pescados.

Quanto aos tintos, gostei muito dos Mamertino Nero D’Avola, tanto o DOC, quanto o DOC Cru.

O primeiro safra 2008, com muita fruta(cereja), algo floral e especiarias, bom para carnes e queijos mais duros.

O Cru, delicioso também, safra 2009, trazia algum mentolado, o frutado exuberante, em boca confirmando o frutado deixava certo “adocicado” de geleia, sem deixar de ser bem seco.

A harmonização é semelhante com o anterior.

A título de aprendizado, o outro nome da Nero D’Avola é Calabrese, cepa nativa da Sicilia, e desde 1800 os vinhos feitos com esta uva já eram muito procurados e apreciados, principalmente por mercadores franceses que a utilizavam para dar corpo e cor a alguns de seus vinhos.

Quanto ao cardápio do Parigi, escolhi para entrada Baccalá de Mantecato( bacalhau, alho poró e azeite0, prato principal Gigot à la Parigi(pernil de cordeiro assado por sete horas) e sobremesa as frutas da estação.

Procurem saber sobre estes vinhos com a Cristina Camargo

Tels.: (41) 9635-7968 ou (41) 3082-9331
E-mail: cristinaitalyswine@hotmail.com
Web site: www.talyswine.it

Até o próximo
Álvaro Cézar Galvão

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21/01/2015 - 11:05:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Quando degustei o Château de Reignac 2001, me surpreendi com seus aromas e paladar

Château de Reignac 2001 Bordeaux Supérieur

Meninas e meninos

Faz alguns anos, três exatamente, que estou para escrever este texto, mas queria ter mais experiências e tempo de degustação em grandes Bordeaux antes de fazê-lo.

Fiquei muito curioso com a encomenda de um grande amigo para que eu, quando estive na França para visitar a região de Champagne, logo após ter recebido a honrosa comenda de Cavaleiro de Champagne, trouxesse um vinho que era exatamente o Château Reignac.

Este havia ganho o segundo lugar em uma degustação às cegas promovida na França, onde, os mais emblemáticos vinhos de Bordeaux estavam presentes, como Angelus, Lafite Rothschild, Latour, Ausone, Mouton Rothschild, Mission Haut Brion, Petrus, Margaux e Cheval Blanc.

Mesmo tendo procurado muito, não o encontrei por onde circulei, e pensei que tão cedo não teria a chance de prova-lo, mas, estava enganado.

Como estou anexando o vídeo desta degustação, deixo de comentar sobre ela, para me ater à experiência de ter degustado este vinho que à época da degustação em Paris custava cerca de $15,00 Euros.

Degustei às cegas também, sem saber qual vinho estava provando, depois de algumas entradinhas com vieiras e o Champagne Veuve Clicquot para preparar as papilas.

Cor evoluída, mas, sinceramente não teria dado a ele a idade que tinha, depois vi ser safra 2001.

Aromas logo de pronto lembrando cogumelos, depois vieram frutas abundantes e toques de especiarias, pimenta do reino dentre elas.

O terroso sumiu, deixando as frutas e o suave das especiarias, agora as doces, como noz moscada e pistache.

Em boca seu ataque é bom em acidez, confirmando o que eu achava no visual não ser um vinho tão envelhecido, pensei em uns 6 a 8 anos no máximo.

Longo, deixando as especiarias e o frutado agradável em boca por muito tempo, e as especiarias vão se diluindo com o tempo em um agradável sabor levemente apimentado que creio se deva aos taninos bem equilibrados e ao tempo de madeira nova, cerca de 18 meses.

Incrível como um vinho com 13% de álcool possa manter uma estrutura tão marcante, mesmo depois de 10 ou 11 anos em garrafa, fora o tempo de guarda em barril.

Prova de que quando um vinho é bem feito, pode sim estra á altura de grande e já reconhecido ícones, que muitas das vezes são muito mais emblemáticos do que se pensa, safra a safra.

Acho que depois desta degustação me senti muito mais a vontade para provar grandes vinhos, como fiz recentemente em um jantar onde a Castel Studio, que importa, por exemplo, vinhos do Château Angelus, o Château Silver Bell, Mouton Rothschild e outro, mas isto fica para outro texto.

Vejam também:

Château Reignac: www.chateaureignac.com.br

Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=ptXx_1lPwG8&feature=relmfu

Castel Studio: www.castelstudio.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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20/01/2015 - 15:28:00
Bebidas> Vinhos > Variedades


Porque fazer estes tipos de vinhos se o seu local de origem os faz melhor e porque alguns creem que vinho é bebida de inverno?

Espumante para os dias de calor

Meninas e meninos,

Ouço sempre estas perguntas quando se trata de manifestação pessoal, ou seja, quando o gosto pessoal fala mais alto, e isto, se não vier carregado de conceitos pré-concebidos ou de falsa cultura vínica, não teria importância, caso não fosse uma grande bobagem.

O gosto pessoal, claro, este não é bobagem, bobagem é não gostar disto ou gostar daquilo porque falaram que é assim que se deve fazer.

Porque fazer um Pinot Noir no Chile se na Borgonha os fazem tão bem, ou no Brasil os Merlot nem se compararam com os de Bordeaux ou mesmo no Pomerol, e porque então os fazem?

Primeiramente volto a repetir, e o farei quantas vezes for necessário, que tipicidade tem a ver com o local onde é vinificado o vinho, seja ele na Alemanha, Austrália ou Brasil, e ao menos eu, detesto comparar tipicidade entre um Merlot Italiano e um Pomerânio, ou um Cabernet Sauvignon Chileno e um Brasileiro e assim por diante.

Todos nós temos o direito de não gostarmos deste ou daquele vinho, desta ou daquela uva, mas creio que não tenhamos o direito de achar que estes que gostamos são os melhores do mundo e que em mais nenhum lugar do território vitivinícola, os seus pares serão ao menos parecidos em aromas e sabor. E não serão mesmo!

Isto parece novidade? Claro está que não serão iguais, e ainda bem que assim sejam.

Apesar de se utilizarem das mesmas leveduras de laboratório, e das mesmas cepas clones, o terroir que lhes dá a vida e a mão do homem, que os trata culturalmente e os vinifica será diferente, mesmo usando a mesma técnica, hoje ao alcance dos mais simples mortais que tenham acesso a um pingo de tecnologia advinda da nossa conhecida internet, globalizando tudo.

Gosto de vinhos, mais de uns do que de outros, de todos os lugares e de todas as cepas.

Tenho os meus preferidos, como todo mundo, mas, entendo o desejo do vinhateiro em fazer seus Tannat, seus Malbec, seus Sauvignons Blanc, seja onde estiverem geograficamente, contanto que estes sejam tecnicamente adequados, não me obrigando a gostar deles, mas reconhecendo seu teor técnico, sua boa vinificação e qualidade técnicas.

Quanto à segunda pergunta, esta é de fato um problema cultural, pelo menos, assim eu o vejo.

Vinhos se degustam em qualquer parte do mundo o ano todo, tanto no verão como no inverno, tanto na primavera como no outono.

A pergunta que deveria ser feita é outra, ou seja: há vinhos mais próprios para os dias mais quentes, ou mais frios?

A resposta é sim, há vinhos mais adequados à temperatura de momento, não sem razão, há vinhos que se devem degustar mais frescos e resfriados, mesmo que no inverno, mas é evidente que estre s vinhos mais geladinhos, se adaptam muito bem nos dias mais quentes.

Há vinhos mais alcoólicos, próprios para dias mais friso e comidas mais gordurosas, que claro, são consumidas no frio, sem, porém regras fixas, senão não se comeria uma feijoada em pleno carnaval, como é de costume; com os vinhos é a mesma coisa.

Se procurarmos por vinhos brancos, rosados, espumantes, que se bebem mais frescos em dias calorentos, teremos um prazer maior, do que tomando um Barolo, ou não?

Há tintos leves, para aqueles que ainda têm preconceitos com os brancos, isto terá que mudar, que também se podem tomar em dias mais quentes e mais refrescados, sem, repito, detrimento do gosto pessoal de se degustar um tinto poderoso e alcoólico em pleno sertão agreste, afinal, no México onde as temperaturas médias são ainda maiores no verão do que as do Brasil, se toma Tequila, no Brasil se toma a cachaça, e ambos os destilados giram ao redor dos 40º de álcool.

Pense nisso e sem falsos conceitos, com a mente aberta ao novo.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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19/01/2015 - 10:08:00
Bebidas> Vinhos > Notícias


Pesquisa sobre consumo de vinhos realizada com brasileiros trás revelações interessantes

Vinho com bandeira - crédito Valor Econômico

Meninas e meninos,

Recebi e repasso para que todos possam tirar suas conclusões, uma pesquisa feita com brasileiros, onde o vinho é colocado em categorias ligadas ao emocional.

Diz a pesquisa realizada pela Mintel, que 52% dos entrevistados tomam vinhos para relaxar.

Há também parcela substancial, 33%, daqueles que os toma para comemorar, dando ênfase então para os espumantes.

Os restantes tomam vinhos para melhorar o humor, o que continua dando a esta bebida o caráter emocional que a pesquisa revela.

Mas, há também uma boa parcela, quase um quarto dos pesquisados, que declara concomitantemente tomar vinhos pela questão saúde.

Como dito antes, os espumantes entram em datas de celebração, e os tranquilos, apesar de em menor percentual estarem presentes em datas comemorativas.

Além disso, a pesquisa revela também que as mulheres acima de 35 anos, consome os vinhos pelo fator descrito de que os antioxidantes são bons combatentes do envelhecimento celular, o que para elas, os coloca como anti-idade, ou quem sabe funcional.

Texto – divulgação – Mintel

Mintel: www.brasil.mintel.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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