21/10/2014 - 09:30:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Víctor Charcán, gerente de exportação da Bodegas Roda São Paulo apresentou as novas safras desta bodega ícone

Vinhos: Sela 2010; Corimbo 2011;Roda Reserva 2008 e Roda I Reserva 2007.

Meninas e meninos,

Em primeiro lugar, todas as vezes que tenho um convite para almoçar ou jantar no Sallvattore, sei que vai ser fantástico, tanto pela gastronomia, como pelo serviço, então este texto começa bem, pois foi lá que a Ravin apresentou o gerente de exportação da Bodegas Rodas aos jornalistas.

Sobre a bodega, esta foi criada em 1991 com a filosofia de produzir os melhores vinhos de Rioja e desde o início segue princípios rígidos em todas as fases de produção. Os primeiros vinhos da vinícola surgiram no mercado em 1996, e segundo o que diz o enólogo Agustín Santolaya foram 10 anos de trabalho duro antes que o primeiro vinho estivesse realmente pronto para carregar a marca Roda e pudesse ser lançado ao mercado, e desde o começo seus vinhos já foram reconhecidos pelos principais formadores de opinião.

O nome RODA representa as iniciais do sobrenome de seus fundadores Mario Rotllant e Carmen Daurell, que chegaram a La Rioja nos anos 80, com a intenção apaixonada de criar um projeto que apresentasse algo novo ao mundo do vinho, e logo revolucionaram o conceito de vinhos desta região com uma bodega moderna, equipe focada na compreensão da viticultura exaltando a importância das velhas vinhas e das uvas autóctones de Rioja. Hoje a bodega controla o cultivo de 150 hectares de vinhedos conduzidos de forma sustentável e produz vinhos que são reconhecidos mundialmente.

Degustamos ao longo do delicioso almoço, o Sela 2011; o Corimbo 2011; o Roda Reserva 2008; o Roda I Reserva 2007 e também o, Cirsion 2010.

Todos são muito bons, elegantes, equilibrados, com variações pequenas em seu corte, mas fundamentais, com as parreiras em sistema de “vaso”, pois chegaram à conclusão que esta é a melhor para a região, assim como plantavam os antigos vinhateiros locais.

O Sela, 95% Tempranillo, 3% Graciano e 2% Garnacha, com 14,5% de álcool, boa acidez, frutado elegante, especiarias. Parreiras que têm entre 15 e 30 anos e passa por madeira francesa 12 meses.

O Corimbo 2011, 100% Tempranillo, cabe também uma observação que a Roda tem mais de 500 variedades desta cepa em diferentes parcelas, neste caso com vinhas de 20 anos, passando por madeiras 80% francesas e 20% americanas 12 meses. Um pouco mais mineral que o anterior, apresenta fruas negras, boa acidez e taninos presentes.

O Roda Reserva 2008, corte de 90% Tempranillo, 6% Graciano e 4% Garnacha, com álcool de 13,5% foi o meu favorito, simplesmente espetacular, mineral exuberante, frutado gostoso, especiarias variadas, todos confirmados em boca, aliados a uma bela acidez e taninos muito agradáveis. Vinhas mais velhas, com mais de 30 anos, estagia em madeira francesa de 1º e 2º usos por 16 meses e mais 20 meses em garrafa. Sabe aquele vinho que tem tudo? É este!

O Roda I Reserva 2007, 100% Tempranillo, também como seu irmão provêm de vinhas com mais de 30 anos, estagia em madeira francesa de 1º e 2º usos por 16 meses e mais 20 meses em garrafa. Mais achocolatado, mais animal até pela idade, com 14,5% de álcool, também é um vinho espetacular.

O Cirsion 2010, 100% Tempranillo, vinho criado de maneira curiosa, pois dentre as cepas de toda a bodega identificou-se que algumas vinhas tinham maturação diferente em praticamente todas as safras, os taninos quase se fundiam à fruta. Não era algo comum de acontecer e intrigados com o resultado os proprietários da vinícola decidiram em 1998 apostar neste fenômeno e criaram Cirsion. O nome que vem da fusão de “kirsion” em grego e “cirsium” em latim, que significa planta considerada evento da natureza, o Cardo.

Bem interessante, o que apresentou mais terciários por incrível que pareça, creio que pelas uvas serem de característica acima descrita.

Mas e o cardápio?

Entradas com mini polenta trifogliata de cogumelos ou salada verde com mozzarella de búfala, eu escolhi a primeira opção por considerar a melhor harmonização.

Prato principal com Risotto de calabresa, alcachofra e ervilhas na redução de vinho tinto ou Stinco de vitelo com capellini ao burro e sálvia, eu a segunda opção por considerar a melhor harmonização.

Eu se fosse você que me lê, iria ao Sallvattore, procurava o Sérgio, sommelier de primeira grandeza e pediria este cardápio com o Roda Reserva 2008.

Sallvattore: www.sallvattore.com.br

Ravin: www.ravin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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20/10/2014 - 10:54:00
Gastronomia> Bistrot > Avaliação


Felix Bistrot eu fui e gostei!

Strudel de maçã na opção diet do Felix Bistrot

Meninas e meninos,

Quem nunca teve a oportunidade de conhecer as delícias do Felix Bistrot, não sabe o que está perdendo.

Fazia algum tempo que lá não voltava, e resolvi pegar o finalzinho do festival da alcachofra, indo almoçar com casal de queridos amigos Bebel Beta e Sebastian Puglia.

Dia quente, mas em nada nos incomodou, porque no Felix Bistrot, há ambientes externos também, pois a casa, com capacidade para 120 pessoas, está dividida em duas áreas onde a parte interna tem amplo salão, com ambiente acolhedor e decoração rústica, ao estilo provençal e parte externa onde destaco a beleza do cenário natural, com um suntuoso jardim repleto de palmeiras e castanheiras centenárias, ficando os comensais protegidos do sol e mais perto da vegetação ambiente e com flores, onde o ar sempre fica mais fresco.

No cardápio do festival, executado pelo Chef Augusto Cruz, criações gastronômicas com a deliciosa Alcachofra, além do À La Carte.

Claro que aproveitamos o cardápio do festival que estava por findar, mas garanto, o restante das sugestões é de dar água na boca também.

Dentre as sugestões, ficamos aos pares com as entradas de Alcachofra Gratinada com Frutos do Mar composta de camarões, lulas e mexilhões e a Alcachofra na Primavera, com folhas e frutas.

Nos pratos principais, escolhemos a Alcachofra, Camarão Rosa Gigante e Pirarucu ao Molho de Maracujá e o Robalo com Aspargos, Moyashi e Alcachofra ao Molho de Limão Siciliano.

Posso dizer que ambas as entradas e ambos os pratos principais foram devidamente deglutidos com expressões de felicidade e agrado por todos com a harmonia e sofisticação exibidos nas suas composições.

Gosto de cozinhar, e fiquei muito bem impressionado com a harmonia da alcachofra, dos aspargos e a crocância que o Moyashi transferiu ao prato que escolhi, bárbaro.

O restaurante conta com boa carta de vinhos com mais de 120 rótulos entre os brasileiros e importados e cobra rolha de R$ 40,00, para quem quiser levar seu vinho.

O Felix Bistrot reserva uma área para eventos, o Salão Privée Castanheira, com capacidade para 80 convidados, onde pode oferecer um cardápio personalizado, tanto para almoços, como para jantares e coquetéis a partir de 30 convidados.

FELIX BISTROT: www.felixbistrot.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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17/10/2014 - 09:55:00
Bebidas> Vinhos > Concurso


2º Concurso de Enogastronomia com Vinhos do Tejo no Brasil

Folder do Concurso

Meninas e meninos,

Vivo para os vinhos e a gastronomia, e sempre digo que a melhor maneira de se iniciar nos vinhos é juntá-lo à gastronomia, pois comer é um ato que praticamos mesmo dentro do ventre de nossas mães, e o beber álcool, se aprende mais tarde.

Por aprendermos mais tarde, muitas das vezes somos influenciados pela cultura local, pela orientação de pessoas nem sempre muito sábias e muitas outras influências, boas e nocivas, incluindo-se aí as quantidades ingeridas.

Em minhas aulas no SENAC e em outras instituições, sempre procuro lembrar as melhores harmonizações possíveis com os vinhos degustados, alertando sempre que a mais correta de todas as harmonizações não é aquela que as regras básicas desta arte ditam, mas sim, o famoso e desde sempre inerente a nós, o “gosto ou não gosto”!

Mas o saber não ocupa espaço, e a vivência é tudo nesta e em outras artes da vida, e nada como uma oportunidade para testarmos nossa habilidade neste quesito mágico, o da harmonização, do que um concurso, que além de tudo é motivador, de estudos, de testes, de aprofundamento, de crescimento enfim.

Durante o mês de outubro de 2014, a CVRTEJO em conjunto com a WINE SENSES, irá organizar a segunda edição do concurso de Enogastronomia com vinhos do Tejo no Brasil.

A CVRTEJO responsável pela divulgação dos vinhos do Tejo no Brasil pretende mostra e dar a conhecer os seus vinhos e lançam o desafio a todos os que trabalham ou gostam de vinhos em criar receitas harmonizadas com os vinhos produzidos nesta histórica região vitícola de Portugal. Para participar basta entrar em contato com a Wine Senses e solicitar ficha de inscrição e regulamento até o dia 23 de Outubro de 2014.

As melhores harmonizações serão premiadas com cursos de vinho, kits de vinho do Tejo, e a harmonização mais pontuada terá como premio uma viagem de estudos a Portugal, que será acompanhada pela Wine Senses que há oito anos promove viagens culturais e educativas por terras lusitanas.

O amigo José Santanita, Diretor Geral da Wine Senses, fará num futuro próximo um livro com todas as receitas vencedoras dos concursos, “Será a criação de um livro com as receitas e as justificações de harmonizações, dadas pelos vários profissionais que participaram, além disso, haverá a colaboração com os profissionais na divulgação do seu trabalho e na divulgação dos vinhos do Tejo, região que começa agora ganhando o seu espaço junto de outras mais conhecidas em Portugal”, diz Santanita.

Este concurso em 2013 premiou vários profissionais com acesso ao primeiro curso de harmonização com vinhos do Tejo realizado em São Paulo. A melhor harmonização foi de Luciene Carvalho, sommelier do reconhecido Restaurante Avek, premiando-a com uma viagem de estudo a terras lusitanas realizada em Julho de 2014.

Wine Senses: comercial@winesenses.com.br ou +55 11 32947156

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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16/10/2014 - 10:21:00
Bebidas> Café > Preparo


O Brasil é o maior produtor mundial de café Arábica

Método Glass Filter - foto divulgação

Meninas e meninos,

Quem gosta da boa gastronomia, das boas bebidas, gosta de café não é mesmo?

Fazer café em casa, todos nós fazemos, mas nem sempre da maneira mais adequada e correta para com este produto, ou seja, tirando dele tudo o que realmente ele possa nos oferecer de melhor, pois quase todos estamos acostumados com um café de inferior qualidade, é esta uma constatação que não é só minha, mas de especialistas, e mais, pelo permeio da cultura ancestral, passada de mães para as filhas, ou melhor, de pais para filhos, já que o gênero nestas questões não mais significa muita coisa.

Rapidamente falando, uma das maneiras que se tem para encobrir defeitos do café consumido é sua torra exagerada, e fomos acostumados com isto, da mesma maneira que fomos acostumados com os vinhos de uvas de mesa, “defeitos da criação”!

Outro aspecto é que fomos acostumados, na maioria esmagadora, a consumirmos cafés de grãos Robusta, também conhecido como conilon em algumas regiões, e não os grãos de Arábica, mas isto seria de menor importância se não fosse a qualidade baixa dos grãos e a quantidade de impurezas muitas vezes encontradas nos pacotes industrializados e alardeados pela imprensa vez por outra, assim como os azeites adulterados, o leite, e tantos outros produtos.

O café pertence ao gênero Coffea e as duas mais importantes espécies no mundo são: o Coffea arabica, ou café Arábica e o Coffea canephora, ou café Robusta.

Café Arábica

Esta espécie, que é originária das montanhas da Etiópia, corresponde, aproximadamente, a 70% da produção do café no mundo. Sua planta é geralmente um grande arbusto, que chega a alcançar uma altura de 4 a 6 metros na sua fase adulta, com as folhas esverdeadas e de formato oval e amadurecem em 3 a 4 anos, quando produzem a sua primeira colheita.

É considerado de melhor qualidade, seu aroma é intenso e oferece grande variedade de sabores, além de apresentar menor teor de cafeína que o café Robusta.

As variedades mais conhecidas são a Mundo Novo, Acaiá, Icatú, algumas se dividem em amarelo e vermelho como Bourbon Amarelo e Vermelho, Cauaí Amarelo e Vermelho e por aí vamos, vale dizer ainda, que o Brasil é o maior produtor mundial de café Arábica.

Tudo isto para introduzir uma conversa sobre um método novo de se “coar” o cafezinho nosso de cada dia, além daqueles que já estamos habituados a ouvir falar como tradicional coador em coadores de pano e filtros de papel, as do Moka, o Frenchpress, o conhecido expresso, os que usam cápsulas, saches e muitos outros.

Agora surge o Glass Filter que o Octávio Café e sua assessoria me enviaram em release, e que vem a ser, como o nome diz um filtro de vidro, criado pela empresa alemã Coffee Consulate.

O café com moagem mais grossa é coado em uma espécie de xicarazinha de vidro com minúsculos furinhos no fundo, e esta é colocada diretamente sobre a xícara de café, "O resultado lembra o do café feito na french press, com algum resíduo, mas bastante encorpado e aromático", diz Tabatha Crazo, barista do Octavio.

O Octavio Café com a novidade passa a ser a única cafeteria da cidade a oferecer 13 diferentes opções aos clientes com métodos distintos tais como Coador de pano, Coador de papel, Hario, Chemex, Frenchpress, Moka –Italiana, Aeropress, Máquinas Sachê, Máquinas Cápsula, Máquina Automática, Extração a Frio.

Consultas: Jornal Folha de São Paulo, site www.markcafe.com.br

OCTAVIO CAFÉ: www.octaviocafe.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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15/10/2014 - 10:22:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Winebar, bar de vinhos online

Vinhos Les Amis Bordeaux; Bourgogne e Espumante Rosé. degustados no Winebar.

Meninas e meninos,

Faz muitos anos participei de uma comunidade de vinhos pela internet, nem lembro mais do nome, pois com a popularização dos meios de comunicação, com a evolução dos celulares colocando as pessoas online 24 horas por dia, aqui, diga-se, sou frontalmente contra, o clube de vinhos virtual, pois não era outra coisa, foi se acabando.

Mas porque me lembrei disso? Porque era muito instrutivo para os neófitos nos vinhos, já que antes da degustação que era promovida “no ar”, por e-mail, recebíamos as fichas técnicas, os links para procuramos as vinícolas em seus respectivos países de origem, preços, características dos vinhos e se estavam à disposição de nosso mercado.

Winebar é mais ou menos isso, com jeitão moderno, transmitido via computador por dois amigos, que conheci há alguns anos.

Alexandre Frias, criador do Enoblogs, e que me lembro como se fosse hoje, fui apresentado por outro amigo, que na ocasião comemorava um ano de Blog, o Falando de Vinhos do João Filipe Clemente, quando Alexandre me convidou para entra na comunidade, que então contava com 9 membros, fui o décimo.

Daniel Perches me conheceu pela internet, leitor de minhas postagens, e que também no Enoblogs com seu Vinhos de Corte, vim a conhecer em uma primeira reunião de blogueiros de vinhos em Campinas, havia ele me pedido sugestões de cursos, quem visitar no sul, sabedor de minha busca por bons vinhos brasileiros, e desde então estamos sempre nos encontrando nos eventos de vinhos.

Faço esta introdução, para lembrar que antes de qualquer coisa vinhos são gregários, fazendo com que as pessoas se conheçam ao redor deles, troquem experiências e gostos, e é isto que faz o Winebar hoje em dia.

Os vinhos apresentados nesta edição foram da Expand, de outro amigo o Otávio Piva, e a vinícola, a Les Amis, uma empresa familiar criada em 1952 onde oito amigos vinhateiros e winemakers fazem vinhos em variadas partes da França, e degustamos em conjunto, trocando opiniões, que nem sempre são iguais, daí a mágica dos vinhos, um espumante da Provence, um Bordeaux e um Bourgogne.

Já digo de antemão que gostei muito do Bordeaux, contra a grande maioria que participou que gostou muito do Bourgogne.

O espumante é muito bom, com uvas Grenache, com apenas álcool 11,5% de álcool, ótimo para estes dias calorentos, bom para entradinhas de salmão, por exemplo, ou apenas bebericar a beira da piscina com canapés etc...

O Bordeaux, 60 % Merlot, 40% Cabernet Sauvignon, muito bem equilibrado, com uvas que são vinificadas em tonéis de aço, e creio eu, com leve passagem por madeira, que acentua sua maciez.

Frutado no nariz, alguma especiaria leve, em boca taninos bem resolvidos, acidez boa, confirma frutas e já com algum sinal evolução, pois em minha opinião este vinho foi vinificado para ser bebido jovem, este da safra 2011, e esta evolução me agrada, harmoniza com polentas e cogumelos, carnes braseadas, caças e queijos.

O preferido da maioria, o Bourgogne, Pinot Noir com 12,5% de álcool, uvas provenientes das regiões emblemáticas de Co^te de Beaune, Co^te de Nuits e Co^te Chalonnaise.

Nariz frutado, pimenta do reino leve, floral delicado, que são confirmados em boca, aliados com ótima acidez e ótimo para carnes menos gordurosas, também com pato, galinha d’Angola, cogumelos, enfim, leque de harmonizações bem grande.

Expand: www.expand.com.br

Winebar: www.winebar.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Quem sou eu

Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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Este blog é um espaço digital onde eu coloco todas as experiências que vivo dentro do universo do vinho e da gastronomia, procurando sempre apresentar o lado lúdico do comer e do beber bem.

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