22/09/2016 - 06:50:00
Bebidas> Vinhos Verdes > Vinhos portugueses


GASTRONOMIA VARIADA E VINHOS DE TODOS OS MATIZES PARA TODOS OS GOSTOS, FAZEM DOS VINHOS VERDES UM CORINGA

Bacalhau ao pede Vinhos Verdes

Meninas e meninos,

Vinhos Verdes podem ser dentro da D.O Vinho Verde, VQPRDA- Vinhos de Qualidade Produzidos em Região Demarcada, brancos, tintos, e rosados, denominados Vinho Verde D.O.C.

VEQPRD-Vinhos Espumantes de Qualidade Produzidos em Região Demarcada, brancos, tintos e rosados, denominados Vinho Verde Espumante D.O.C.

Aguardentes de vinho e bagaceiras, denominados de Vinho da Região dos Vinhos Verdes D.O.C Também vinagres de vinhos cabem nesta D.O.C.

Uvas são muitas, mas há as recomendadas que devem integrar ao menos 75%, e as autorizadas.

Como recomendadas brancas temos Alvarinho; Arinto; Avesso. Loureiro; Trajadura dentre algumas outras.

Como recomendadas brancas Fernão Pires, Godelho; Malvasias Fina e Rei dentre outras.

Para as recomendadas tintas Alvarelhão, Espadeiro, Vinhão e as autorizadas Alicante Bouchet; Baga; Sousão; Verdelho tinto etc...

Para os vinhos sem designação de sub-região ou casta, a graduação alcoólica deve se situar entre 8 e 11,5 %. Já para os com indicação podem ter mais álcool.

Gosto muito de um vinho vinificado com a Loureiro em terroir próximo ao litoral chamado Ponte de Lima Loureiro, da Adega Cooperativa Ponte de Lima.

Também muito bom o Quinta de Gomariz Grande Escolha, corte de Trajadura, Alvarinho e Loureiro.

Muito interessante o Quinta da Lixa branco, um corte de Loureiro e Trajadura, e também o Alvarinho-Trajadura, cm ótima acidez, aliás, características dos vinhos verdes.

Para quem quiser saber mais sobre esta emblemática região, procure o site.

http://www.vinhoverde.pt/

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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20/09/2016 - 18:00:00
Bebidas> Vinhos brasileiros > Avaliação Nacional de vinhos


A 24ª Avaliação Nacional de Vinhos

Plateia de mais de 800 degustadores na Avaliação Nacional de 2015- crédito da foto: Jeferson Soldi

Meninas e meninos,

Mais uma edição deste evento que é a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo, e eu, estarei presente novamente, depois da ausência no ano passado.

Será minha 12ª Avaliação Nacional, de onde pude retirar muitos conhecimentos e conceitos sobre os vinhos brasileiros, sobre a safra do ano em questão, e sobre os rumos e diretrizes percebidos nas nuances dos vinhos degustados.

Nesta edição, a 24ª, teremos, como de praxe, muitas personalidades do mundo dos vinhos, celebridades que de alguma forma estão ligadas ao preciso fermentado, que comentarão os 16 vinhos degustados e selecionados pelos enólogos convidados, lembrando que um sorteado dentre os presentes comporá a mesa, vejam: http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=856

Nesta safra de 2016 serão convidados enólogos, sommeliers, jornalistas e celebridades de sete países, como Bélgica, Brasil, Chile, Estados Unidos, França, Grécia e Reino Unido.

A 24ª Avaliação Nacional de Vinhos chega ao seu grande momento no dia 24 deste mês, quando a partir das 9h, 850 apreciadores do vinho brasileiro estarão reunidos no Pavilhão “E” do Parque de Eventos de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, para degustar as 16 amostras mais representativas da Safra 2016.

E para tornar essa experiência ainda mais emblemática, 15 personalidades ligadas ao mundo do vinho, além de um participante sorteado no dia, compartilharão suas impressões sobre as amostras selecionadas.

Nomes conhecidos, como o do ator Thiago Rodrigues e do Enólogo do Ano 2015, Christian Bernardi, irão compor a mesa de comentaristas.

Com as considerações dos comentaristas, o evento ganha um caráter lúdico, pois o público poderá fazer sua própria análise e comparar suas impressões com as de especialistas no assunto.

“Ver as centenas de pessoas apreciando a mesma amostra ao mesmo tempo em silêncio, atentas às sensações despertadas pelos vinhos, faz da Avaliação Nacional de Vinhos um verdadeiro espetáculo”, comenta o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE) – entidade promotora do evento, enólogo Juliano Perin.

Nesta edição, a Avaliação contará com a presença de comentaristas renomados, reafirmando a importância do evento para o setor vitivinícola.

O time brasileiro será representado por Aldemir Dadalt, Christian Bernardi, Liana Sabo, Túlio Dek, Thiago Rodrigues, Diego Arrebola, Guilherme Velloso, Marcelo Copello e Petrus Elesbão, dos quais apenas o Petrus e o Tulio não conheço pessoalmente e privo de harmoniosa convivência no mundo dos vinhos.

Do exterior, estarão Baudouin Havaux (Bélgica), Cristián Aliaga (Chile), Juan Carlos Rincón (Reino Unido), Pascal Marty (França), Rebecca Murphy (USA) e Stavroula Liapi (Grécia).

“Convidamos personalidades que irão contribuir técnica e culturalmente para o evento, dividindo suas experiências de um modo convidativo, que despertará ainda mais o interesse dos participantes pelo vinho brasileiro”, conclui Perin.

COMENTARISTAS

1.Aldemir Dadalt – sommelier e empresário (Brasil)
2.Baudouin Havaux – jornalista (Bélgica)
3. Christian Bernardi – Enólogo do Ano 2015 (Brasil)
4. Cristián Aliaga – enólogo (Chile)
5. Diego Arrebola – sommelier (Brasil)
6. Guilherme Velloso – jornalista (Brasil)
7. Juan Carlos Rincón – jornalista (Reino Unido)
8. Liana Sabo – jornalista (Brasil)
9. Marcelo Copello – jornalista (Brasil)
10. Pascal Marty – enólogo (França)
11. Petrus Elesbão – organizador Vinum Brasilis (Brasil)
12. Rebecca Murphy – jornalista (USA)
13. Stavroula Liapi – enóloga (Grécia)
14. Thiago Rodrigues – ator (Brasil)
15. Túlio Dek – músico (Brasil)
PROGRAMAÇÃO

8h – Credenciamento
9h – Abertura
9h30min – Degustação/Comentários
11h – Intervalo
11h30min – Entrega de Troféus VITIS
12h – Degustação/Comentários
13h – Prova de Espumantes
13h30min – Almoço
16h30min – Encerramento
Mais detalhes com a ConceitoCom Brasil

www.conceitocom.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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19/09/2016 - 10:30:00
DivinoGuia> site do engenheiro que virou vinho > Novo DivinoGuia


O DivinoGuia vai mudar de aparência, vai ficar mais moderno!

Nova aparência do site www.divinoguia.com.br

Meninas e meninos,

Mais uma vez, espero que agora seja mesmo a derradeira, aviso que o meu site vai mudar. Não mudará de endereço, mas sim, de aparência.

Se eu ficar fora do ar por algum tempo, não me abandonem, é por causa da transferência técnica necessária, mas continuarei com as postagens no facebook- https://www.facebook.com/divinoguia

Espero e peço que continuem seguindo e curtindo.

Também no linkedin, muito visto, e agradeço por isto, pelas postagens e textos https://www.linkedin.com/in/álvaro-cézar-galvão-41072664?trk=hp-identity-name e no instagran @divinoguia.

Depois de quase dez anos escrevendo para o meu título DivinoGuia, resolvi modernizar sua aparência, tornando-o mais leve e funcional.

Comecei com um Blog, que de tanto sucesso(esta teoria é a única que encontrei, mesmo podendo parecer pedante, afinal quem se interessaria em fazer isto a uma página sem visualizações não é mesmo?) foi hackeado, o que me forçou a mudar para um site, que mantive com o mesmo logo e formato.

Este nome surgiu de uma parceria mais antiga ainda onde já era um site onde eu escrevia sobre vinhos e todo o entorno que há com este tema, com mais amigos como Roberto Paes, Luís Calmon e Adriana Santos.

Meu querido amigo Roberto Paes, a quem carinhosamente chamo às vezes de Bobinho(o trocadilho vem do apelido Bob), ora chamo de Psicabob( em virtude de uma de suas atividades profissionais, a de Psicanalista),foi o responsável, técnico que me ajudou a colocar no ar o DivinoGuia nesta fase longa que em breve se findará.

O novo logo e formato já estão em meus cartões comerciais, e, como disse, logo mais estará também no ar com o site.

Espero que continuem a me prestigiar, como até aqui, e que gostem da nova “cara”, pois como diz meu lema: DivinoGuia-Um novo olhar sobre tudo o que proporciona prazer.

www.divinoguia.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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15/09/2016 - 12:00:00
Bebidas> Vinhos espanhóis > Bodegas Valdemar


Um dos cinco melhores produtores de Rioja eleito pela Wine & Spirits, Bodegas Valdemar nos brindou com degustação na Mistral.

Vinhos degustados da Bodegas Valdemar com Javier Perez, diretor da bodega.

Meninas e meninos,

Não causa espanto os vinhos da Bodegas Valdemar agradarem tanto.

São vinhos clássicos no estilo, bem ao jeito riojano de fazer vinhos, e que tanto me agrada, e aos muitos enófilos que conheço.

Mas nem por isso, a Bodegas Valdemar, fundada em 1889, parou no tempo, e o seu vinho Conde de Valdemar Fermentado em Barricas, o Alto Cantábria é surpreendente e elegante para encantar os mais chegados a inovações.

Também foi a Bodegas Valdemar a primeira a produzir vinhos varietais de Graciano e Maturana, além da Tempranillo Blanco.

Bodegas Valdemar possuem vinhedos na Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Baixa, de onde vêm as uvas para seus belos vinhos, resgatando uvas, como as citadas acima, onde então reinavam somente as mais tradicionais Tempranillo para os tintos e a Viura para os brancos.

A Tempranillo Blanco, uva autóctone, é a variedade branca de sua irmã tão conhecida na Espanha e no mundo.

Já os rótulos Fincas Valdemar, são oriundos de um projeto da centenária Bodegas Valdemar na região de Ribera Del Duero.

Carlos e Ana Martínez Bujanda selecionaram vinhedos bem próximos ao rio, na região de Nava de Roa, que com isto, com seu solo franco-arenoso, deixam o vinho fresco e elegante.

Elaborado com a casta Tempranillo, o tinto matura por apenas cinco meses em barricas de carvalho.

Um belo achado da Ribera Del Duero, com a assinatura de quem produz o grande clássico espanhol Conde de Valdemar.

Os vinhos degustados no evento onde seu diretor Javier Perez conduziu foram:
-Inspiración Valdemar Tempranillo Blanco 2013-Aromas defumados, mineral, com boa acidez e equilíbrio. Álcool de13%.

-Conde de Valdemar Fermentado Alto Cantábria-Fermentado em Barricas 2012-Fantástico vinho de Viura, muito mineral, tostados aparecem elegantes, sem empanar o brilho do cítrico e floral que surgem, com a fruta madura. Acidez ótima e equilíbrio total com álcool de 13%. Foi o branco que elegi como o melhor do painel.

-Conde de Valdemar Rosado 2014-com 85% de Garnacha e 15% Tempranillo, se apresenta doce no olfato, com frutado, chocolate branco, groselha, tanto no olfato como em boca.

-Inspiración Valdemar 2010-Corte de 90% Tempranillo e 10% Graciano, tinto com 14% de álcool, equilibrado em acidez e taninos. Com alguma evolução, tanto no visual como em boca, carrega um frutado já de frutas vermelhas maceradas.

-Conde de Valdemar Crianza 2009-Corte de 85% Tempranillo e 15% Mazuelo, com especiarias e frutado que se confirmam em boca com taninos super macios.

-Fincas Valdemar Roble 2012-varietal Tempranillo, um campeão no quesito preço X qualidade, este Ribeira Del Duero trás elegância nos aromas frutados, tostados finos que nada incomodam, equilibrado com álcool, acidez e taninos espetaculares para a idade.

-Conde de Valdemar Reserva 2006-corte de Tempranillo e Mazuelo, aparece com evolução no olfato e na boca. Muito elegante, alguma especiaria, frutado e equilibrado.

-Conde de Valdemar Gran Reserva 2005-90% Tempranillo e 10% Mazuelo, vinho mais evoluído na idade, carrega consigo um frutado cítrico daqueles de frutas de bosque muito agradável. Couro, chocolates, café torrado, acidez ótima e equilíbrio com álcool de 13,5% e taninos super macios, mas presentes.

Belo painel degustado, e quem importa os vinhos da Bodegas Valdemar é a Mistral

www.valdemar.es

www.mistral.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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14/09/2016 - 15:30:00
Bebidas> Vinhos e destilados > Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil


Mais um Concurso Mundial de Bruxelas chega ao termo com pleno êxito e muitas novidades

Bandeiras do Brasil-do Estado-do concurso de Bruxelas-de São Roque

Meninas e meninos,

Depois de quatro dias, chegou ao final e com muita festa o Concurso Mundial de Bruxelas edição Brasil, onde julgamos vinhos e destilados.

Com 402 amostras entre vinhos e destilados de todas as regiões produtoras do país como: vinhos da Serra e da Campanha Gaúchas, da Serra do Sudeste gaúcho; de Pernambuco, do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo; cachaças do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Paraíba, Maranhão, Bahia, São Paulo, terminou ontem com apremiação o 14º Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil realizado na cidade de São Roque.

Tive a honra de novamente poder participar do julgamento com mais 17 colegas juízes de dentro e de fora do Brasil.

Para não ficar muito extensa a lista, visto que pelo regulamento da OIV são premiados 30% das amostras participantes, apenas os ganhadores de medalhas de Duplo Ouro serão mostrados, o total de medalhas e seus respectivos ganhadores poderão ser vistos no facebook do Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil.

Muitas das vinícolas e destilarias que ganharam as medalhas de prata e de ouro, são novidades no mercado de bebidas, e precisam ser conhecidas, não deixem de visitar a lista completa na página do concurso.

Sem muita demora, vejam as categorias de medalhas e quem as ganhou:

Vinhos ganhadores da medalha de duplo ouro:

1-Privillege Brut Rosé, Peterlongo, Serra Gaúcha Rio Grande do Sul

2. Sol Winemaker’s Selection Alicante Bouschet 2013, Santa Maria, Vale do São Francisco, Pernambuco

3. Casa Venturini Reserva Chardonnay 2015, Goes & Venturini, Serra Gaúcha,4 Rio Grande do Sul

4. Casa Venturini Brut, Goes & Venturini, Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul

5. Suzin Brut Rosé 2015, Suzin, Serra Catarinense, Santa Catarina

6. Casa Valduga Reserva Brut 2013, Casa Valduga, Serra Gaucha, Rio Grande do Sul

7. Casa Geraldo Alma Sauvignon Blanc 2012, LC Marcon, Andradas, Minas Gerais

8. San Michele Barone Nebbiolo 2014, San Michele, Rodeio, Santa Catarina

Destilados ganhadores da Medalha de Ouro Duplo:

1-Reserva 51 Carvalho Americano, Cia. Miller, Pirassununga, São Paulo

2. Reserva do Nosco Carvalho Francês, Marcelo Nordskog, Rezende, Rio de Janeiro

3. Ouro Mineiro Umburana, Engenho Brasil 21, Minas Gerais

4. Engenho d'Ouro Carvalho Francês, Engenho D'Ouro, Parati, Rio de Janeiro

5. Engenho d'Ouro, Jequitibá, Engenho D'Ouro, Parati, Rio de Janeiro

6. Gogó da Ema Mix, SKL Medeiros Ferreira, Maceió, Alagoas

7. Guaraciaba Premium, Guaraciaba, Guaraciaba, Santa Catarina

8. Tiuba de Minas, Prosa Mineira, Sta. Rita de Caldas, Minas Gerais

9. Companheira Extra, Nataniel Carli, Jandaia do Sul, Paraná

Veja mais em
https://www.facebook.com/Concurso-Mundial-de-Bruxelas-Edição-Brasil-1185081944847395

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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13/09/2016 - 07:00:00
Bebidas> Cachaça > Dia da Cachaça


Dia 13 de Setembro é comemorado o dia da bebida nacional, a cachaça.

Alambique de cachaça

Meninas e meninos,

Para comemorar o dia da Cachaça, este destilado tão belo e digno que o Brasil tem o privilégio de ter, segue mais uma postagem sobre ela, aproveitando que ontem, dia 12, fomos nós, jurados do Concours Mondial de Bruxelles- vinhos e destilados no Brasil, convidados para uma bela visita à Destilaria Müller, dona da famosa marca 51.

Os gregos registram o processo de obtenção da ácqua ardens. A Água que pega fogo, água ardente, aparece nos registros do Tratado da Ciência escrito por Plínio, o velho, que viveu entre os anos 23 e 79 depois de Cristo.

Ele conta que apanha o vapor da resina de cedro, do bico de uma chaleira, com um pedaço de lã. Torcendo o tecido obtém-se o Al kuhu.

Foi no século X que Avicena , médico, astrônomo e filósofo árabe, descobriu o processo de destilação do material fermentado.

A destilação produz um líquido composto em sua maior parte por álcool etílico. A palavra álcool tem origem árabe "Al Kuhul" que curiosamente significa fina poeira referindo-se ao sulfeto de antimônio, cosmético muito usado pelos egípcios.

Posteriormente este termo passou a designar qualquer essência como o álcool. Entre o século X e XII, os alquimistas europeus classificaram o produto da destilação como "aqua ardens" literalmente água que pegava fogo.

A água que ardia posteriormente foi obtida com um maior teor alcoólico e foi chamada de aqua vitae, eau de vie em francês e uisqe beatha em irlandês. Esta água da vida ou quintessência era usada pelos médicos como remédio.

Com o avanço da ciência os químicos classificaram os álcoois e sua grande família, o álcool etílico é o composto que nos embriaga.

A famosa reação de fermentação onde a glicose vira álcool é chamada de reação de Gay Lussac, famoso químico francês. Ele deixou sua marca em cada garrafa, pois ao lermos o teor alcoólico usamos a escala que tem seu nome.

Em 1660, uma rebelião de produtores que ficou conhecida como Revolta da Cachaça foi determinante para que a Coroa Portuguesa legalizasse a produção e comercialização da bebida, proibida para que a população consumisse a bagaceira, bebida produzida pelos portugueses a partir do bagaço da uva.

A liberação acontece justamente em 13 de setembro de 1661. Por isso o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) decidiu celebrar a data como o Dia Nacional da Cachaça.

A DEFINIÇÃO DE CACHAÇA
A cachaça é definida pela legislação brasileira como produto alcoólico obtido a partir da destilação do caldo de cana fermentado, devendo apresentar teor alcoólico entre 38% e 48 % de álcool. Por sua forma de produção, pode ser dividida em dois grupos: de alambique e industrializada.

Não confundir com “aguardente” que é a bebida fermentada com graduação alcoólica de 38% a 54% em volume a 20ºC, obtida pela fermentação do mosto da cana-de-açúcar, podendo ser adicionada de açúcar até 6g/l. De 6g/l até 30g/l o produto deverá ter em sua denominação a expressão “adoçada” ·

A bebida é produzida do caldo de cana fresco (garapa) o que resulta em uma composição química própria e traz distintas propriedades sensoriais. Ao cozinhar o caldo da cana, as substâncias presentes no produto, como os aldeídos, ésteres e o álcool superior, são alterados, modificando o sabor sensorial da bebida no paladar.

Segundo dados divulgados pela ABRABE – Associação Brasileira de Bebidas, a cachaça tem apresentado crescimento no mercado internacional, sendo o terceiro maior destilado do mundo.

A bebida também ocupa posição de destaque no mercado nacional, no qual o volume corresponde a 50% no segmento de destilados.

É o segundo maior mercado de bebidas alcoólicas no Brasil, atrás apenas da cerveja.

O faturamento do setor alcançou R$5,95 bilhões em 2013, quando foram produzidos 511,54 milhões de litros da bebida, de acordo com o Sistema de Controle da Produção de Bebidas da Receita Federal – SICOBE, responsável por controlar a produção das principais empresas formais do setor.

De acordo com o Instituto Brasileiro da cachaça – IBRAC, são 40 mil produtores e 4 mil marcas de cachaça no mercado nacional. O IBRAC estima que a capacidade instalada no Brasil seja de 1,2 bilhões de litros/ano.

Fonte: Site ABRABE
www.abrabe.org.br

Até o próximo brinde!


Álvaro Cézar Galvão

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12/09/2016 - 06:30:00
Bebidas> Vinhos chilenos > Emiliana


Maior vinhedo orgânico do mundo, a chilena Emiliana, lançou um blend rosado.

Adobe Reserva Rosé-crédito Wellington Nemeth

Meninas e meninos,

A vinícola chilena Emiliana, a maior do mundo dentre as orgânicas, acabou de lançar, um vinho rosado, o Adobe Reserva Rosé, blend de 40% da casta Syrah, 40% de Cabernet Sauvignon e 20% de Merlot.

A divisão de vinhos da La Pastina é a responsável pelos vinhos da Emiliana no Brasil, vinícola que produz vinhos orgânicos e também biodinâmicos no vale do Rapel, no Chile.

O Adobe Reserva Rosé não passa por madeira, é fermentado em inox, e continua em tanques por mais três meses para amadurecimento, o que vai garantir que seu frescor e juventude permaneçam na garrafa.

Sua cor, um tom acima da maioria dos vinhos roses da Provence, é bastante frutado, algum floral, e depois de algum tempo aberto na taça, surgem notas frutadas cítricas, confirmadas em boca, com sua boa acidez, equilíbrio e persistência.

Chegam a abrir algumas sutis especiarias mais doces, e seu palato dá a certeza de ser um belo acompanhamento para diversas gastronomias, desde as entradinhas leves, até pratos mais encorpados de aves e frutos do mar.

No Brasil, o consumo de rosé tem aumentado exponencialmente devido ao fato de ser um vinho versátil, fácil de beber e com infinitas combinações.

Sobre a Emiliana:

A Emiliana Organic Vineyards é considerada a maior vinícola orgânica do mundo, produzindo vinhos com caráter e personalidade únicos, com a máxima expressão do terroir.

Todo o trabalho é marcado por elevados padrões de produção que se reflete em seu extenso portfólio de vinhos sustentáveis orgânicos e biodinâmicos, que aponta para um único conceito: a excelência.

Tudo isso sob uma filosofia de “harmonia entre a alta qualidade dos vinhos e o respeito ao meio ambiente”. Desta forma, a vinícola visa atender a demanda de um novo consumidor global que valoriza o puro e o respeito pela natureza, sem descuidar da qualidade.

Vejam mais sobre a Emiliana:
http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=758
http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=443

O Adobe Reserva Rosé pode ser encontrado em supermercados e empórios especializados. Preço: R$ 55,00

Serviço:
La Pastina: SAC: 0800-7218881
www.lapastina.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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09/09/2016 - 17:00:00
Gastronomia> Livro > Paris-Brest


Jornalista e escritor Alexandre Staut coloca no livro Paris-Brest, suas aventuras por restaurantes da França.

Autor do Livro Paris-Brest- Alexandre Staut

Meninas e meninos,

Mais um amigo está nas livrarias com um livro que envolve romace, gastronomia, receitas e viagens.

Alexandre Staut, que trabalhou como jornalista de gastronomia da Folha de São Paulo, foi para a França, se aventurar pelas cozinhas de lá.

Em L’Aber Wrach, pequeno vilarejo ao lado de Brest, região da Bretanha, começou a trabalhar como cozinheiro em um pequeno restaurante, o Le Patio Gourmand, em 2002.

Assim começa a história que durou aproximadamente três anos e meio, e rendeu o que agora se tornou livro, o “Paris-Brest”, que sai pela Companhia Editora Nacional.

Mas não pense o leitor que Staut se esquece de colocar receitas no livro, dentre as tradicionais ou menos conhecidas, mas sempre com o jeito próprio do escritor, como se fora pitadas de temperos.

Ao todo, são 58, entre pratos principais, entradas e sobremesas, dentre elas o leitor aprenderá a fazer, por exemplo, o pão de campagne, a maionese francesa e suas variações, ratatouille e o clássico doce francês Paris-Brest, que dá nome ao livro, uma espécie de bomba recheada de creme e coberta de frutas ou amêndoas.

O nome seria uma referência a uma corrida de bicicleta da capital do país à cidade bretã, já que o formato do doce é um círculo, o que faz lembrar uma roda de bicicleta.

O livro, que pode ser lido como romance de formação, traz as aventuras do autor, desde o estágio que fez numa cozinha do vilarejo, que fica no Finistère (Fim da Terra), descascando alhos e cebolas, até comandar as panelas do restaurante de um amigo.

Foi na cidadezinha em que aportou que se aproximou em amizade de Myriam, Pierre, Monique, personagens fascinantes, que entram e saem da narrativa, provocando risadas e emocionando o leitor.

Como diz o escritor Humberto Werneck, no texto de orelha do livro, figuras típicas de romance. Pelas estradas da Bretanha, o autor recolheu receitas, lendas, e casos relacionados à cozinha francesa.

Staut não ficou somente em uma localidade, finda a experiência na região oeste do país, se muda para o Vale do Loire, onde passou por um restaurante africano, trabalhando também como cozinheiro particular, logo mais parte para a Normandia.

O tempo em que ficou na França, além do obvio aperfeiçoamento da língua, viu e provou receitas, as executou, enquanto por vezes, dando toques às receitas lembrando a nação natal distante, esteve também promovendo festas com samba, forró e MPB.

Em Paris-Brest há diversas curiosidades culturais em torno da comida. O autor parte em busca de histórias locais, algumas delas aprendidas em torno de uma mesa, pois, como muita gente sabe, um jantar pode durar horas e avançar até a madrugada, transformando-se numa grande festa.

Paris-Brest é um misto delicioso de memória, relato de viagem e livro de receitas.

Sobre a autor:

Alexandre Staut é jornalista e escritor. Escreve o blog de gastronomia Tudo al Dente. É o idealizador e editor da revista literária São Paulo Review. Autor dos romances Jazz band na sala da gente (2010) e Um lugar para se perder (2012), além do infantil A vizinha e a andorinha (2015). Para o cinema, criou o roteiro de O anjo da guarda de Caio Fernando Abreu.

Texto de orelha do escritor mineiro Humberto Werneck:

Fosse um belo e saboroso prato, como tantos que Alexandre Staut tem criado, este livro mereceria uma fartura de estrelas nos guias da boa mesa. Pode até ser visto assim, aliás, consideradas várias receitas que você encontrará aqui. Paris-Brest é mais do que um repositório de felizes achados culinários. Tem entradas para todo tipo de leitor.

Ei-lo, para começar, em L’Aber Wrach, minúscula localidade à beira-mar na Bretanha, ainda cru em língua francesa, mas já pilotando o fogão do restaurante, Le Patio Gourmand.

Audacioso, acrescenta às joias da gastronomia francesa a sua moqueca de peixe, por ele batizada Poisson à la Brésilienne.

Como indissociável tempero da narrativa, o autor nos apresenta fascinantes criaturas às quais se ligou por amizade, entre elas, a Myriam, a Monique, o Pierre, legítimos personagens de romance.

A essa altura, encontra espaço para ampliar vivências não exclusivamente culinárias, mas não menos picantes. É quando o vemos incursionando à vizinha Plounérin, cidadezinha aonde vai saciar outras modalidades de apetite.

Esgotada a experiência na Bretanha, Alexandre vai com mala e cuia para Tours, às margens do rio Loire. A terceira escala será Arromanches-les-Bains, na Normandia, onde haverá de arrematar sua proveitosa aventura em terras de França.

Antes de mergulhar nas delícias que ele nos serve nestas páginas, convém lembrar que Paris-Brest é nome de um clássico da pâtisserie francesa, uma bomba recheada de creme e coberta de frutas ou amêndoas. Excelente escolha de título para um livro não menos saboroso.

Humberto Werneck

Serviço:
Livro: Paris-Brest
Autor: Alexandre Staut
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 208
Preço: R$ 29,90
Lançamentos agendados:

27 de Setembro-São Paulo, na Livraria Cultura - Conj. Nacional – SP

Espírito Santo do Pinhal (SP), 8 de Outubro, na Villa do Poeta.

Mais informações na Assessoria de Imprensa da Companhia Editora Nacional com o jornalista Luís Fernando Guidi- MTB 55.723 / e-mail: press@ibep-nacional.com.br / Tel: (11) 2799-7799 ramal 1275 / Cel: (11) 9 9889-5831.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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08/09/2016 - 14:00:00
Gastronomia> Bistrô > Au Vin Cave à Manger


Comer e beber onde o prazer está sempre presente-Au Vin Cave à Manger.

Abobrinha Clarita primitiva e redução do Jardim

Meninas e meninos,

Volto a falar desta multifacetada loja de vinhos e bistrô que é a Au Vin Cave à Manger, porque sem dúvidas, a cada dia que passa, a gastronomia do local se firma como representativa do terroir de onde provêm os insumos, e a importância da qualidade da matéria prima.

Chover no molhado falar em qualidade, frescor dos alimentos e riqueza de variações? Falar é fácil, fazer é que são elas, diz o ditado antigo, mas ainda válido.

Aos poucos, a loja de vinhos da importadora Au Vin, que originou o que é hoje a Au Vin Cave à Manger, foi derivando para uma loja multimarcas e bistrô.

Hoje, apaixonados que são seus proprietários pela boa mesa e o bom beber, todos os rótulos da loja podem ser comprados e degustados aos preços de importadora no local, acompanhados da cozinha inovadora.

Como já disse antes, conceitualmente, uma cave à manger, utiliza produtos escolhidos pessoalmente pelo Chef, de produtores seletos, e fresquíssimos, até por isso, o cardápio não pode ser fixo, contem poucos itens, que variam de acordo com o que de melhor o Chef seleciona no dia.

Jantei faz algum tempo por lá e o cardápio, fascinante, constou de:

1-Veluté de tomate e terra (azeitona desidratada em pó)
2- Chicória e picles de cebola roxa
3- Abobrinha Clarita primitiva e redução do Jardim
4- Dourado, couve flor assada inteira e redução vegetal extra forte
5- Guisado de Bochecha de Porco no seu caldo
6-arroz doce, caqui, farofa de praline e creme fuet
7- Chocolate tenro 70% cacau, maracujá¡ estabilizado com azeite e crumble de cacau
8-burrata de Guaratinguetá

A carta continua dando destaque aos pequenos produtores, sejam eles de importadores ou produtores, mas sempre com qualidade e enorme rigor.

Temos de tudo e o que consideramos bom, seja Natural, Biodinâmico, Orgânico ou não, do Brasil e do mundo, comentam João e Vanessa, os proprietários.

Os vinhos também podem ser adquiridos na loja do Au Vin, para serem levados para casa.

Rua Diogo Jácome, 475- loja B Vila Nova Conceição
Reservas: (11) 4561-2896 ou contato@auvin.com.br

www.auvin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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06/09/2016 - 18:00:00
Bebidas> Bebidas destildas > Cachaça


Coleção Artistas Brasileiros estampa cinco rótulos da Cachaça Espírito de Minas

Cachaça Espírito de Minas- Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros

Meninas e meninos,

Cachaça, bebida genuinamente brasileira, conhecida e aprovada mundialmente, destilada do caldo da cana, e que uns preferem a branca, sem madeira, e outros não ficam sem as amadeiradas.

Única bebida no mundo que pode e passa por barris de madeira de 27 espécies distintas, e que com isto adquire aromas e sabores, além de cores, as mais variadas.

Bem, a cachaça estrela da festa é a Cachaça Espírito de Minas, produzida em uma fazenda colonial de 1910 localizada em São Tiago, interior de Minas Gerais, a cerca de 200 quilômetros de Belo Horizonte, e já há muito conhecida pelos apreciadores.

Para valorizar ainda mais esta bebida destilada da cana, a Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros, vem somar arte, cultura e a trajetória das cachaças de Minas Gerais.

A marca foi inspiração para grandes referências em obras de arte e poderá ser apreciada em dose dupla: pelo sabor único que oferece e pelas gravuras emolduradas em garrafas, que podem ser colecionadas.

A Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros é o nome da edição especial numerada da cachaça Espírito de Minas, lançamento da Natique Osborne para o mercado brasileiro.

Esta edição é um pouco mais envelhecida, com mais de três anos em carvalho, e contém nos rótulos, as obras de arte de cinco artistas importantes no cenário brasileiros das artes plásticas, Aldemir Martins, Claudio Tozzi, Elifas Andreato, Ivald Granato e Newton Mesquita.

A primeira releitura do rótulo da Espírito de Minas foi criada em 2003 pelo consagrado Aldemir Martins.

Outra releitura de Espírito de Minas é a obra de arte de Claudio Tozzi, Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

O artista paranaense Elifas Andreato, ilustra outro dos rótulos com sua arte.

Ivald Granato, falecido em julho deste ano, foi um artista que sempre olhou pra frente, teve sua arte comprometida com o Brasil moderno, ilustra um dos rótulos também.

Completando a Coleção Artistas Brasileiros, também ilustra um dos rótulos o paulistano Newton Mesquita.

A Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros está sendo lançada em garrafas individuais de 750 ml, e em forma de kit com três garrafas de 250 ml, com rótulos assinados por diferentes artistas, e três copos de dose personalizados.

Espírito de Minas
www.espiritodeminas.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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05/09/2016 - 14:00:00
Bebidas> Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados-AFAVIN > 11ª Seleção de Vinhos-AFAVIN-Farroupilha-6º Festival do Moscatel


Os onze rótulos de vinhos e espumantes certificados, já se encontram disponíveis ao mercado consumidor com o selo da Indicação de Procedência Farroupilha.

Vinícolas premiadas 11ª Seleção de Vinhos-Crédito Juliana Barbieri.

Meninas e meninos,

Complementado e atualizando a postagem que fiz sobre a 11ª Seleção de Vinhos, vejam :

http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=877
http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=875
Dia 1º de Setembro de 2016, os rótulos com o selo da IP Farroupilha foram lançados oficialmente, durante o evento de divulgação dos resultados da 11ª Seleção de Vinhos de Farroupilha e na véspera da abertura do 6º Festival do Moscatel.

A Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados-AFAVIN, na pessoa de seu presidente João Carlos Taffarel, comentou: “Esse é um marco na história do município. Com o reconhecimento nacional e internacional que uma Indicação de Procedência confere, conquistamos uma condição que irá abrir portas para as vinícolas e para o setor vitivinícola como um todo, constituindo um legado sem precedentes no município e que será lembrado por muitos anos”.

São oito empresas associadas à AFAVIN que irão comercializar esses primeiros vinhos e espumantes com o selo IP Farroupilha:

Vinho Moscato Adega Chesini (Adega Chesini); Espumante Moscatel Cave Del Vêneto (Adega Chesini); Espumante Moscatel Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes); Espumante Moscatel Cave Antiga (Cave Antiga Vitivinícola); Vinho Moscato Castellamare (Cooperativa São João); Espumante Moscatel Castellamare (Cooperativa São João); Espumante Moscatel Cappelletti (Vinhos Cappelletti); Espumante Moscatel Antonio Augusto Colombo (Vinícola Colombo); Espumante Moscatel Casa Perini (Vinícola Perini); Vinho Moscato Tonini (Vinícola Tonini); Espumante Moscatel Tonini (Vinícola Tonini).

"Com a conquista de uma Indicação de Procedência, estamos contribuindo para construir a imagem e o mapa do vinho brasileiro com respeitabilidade e identidade de sabores e aromas. Nesse mundo vitivinícola globalizado, a IP Farroupilha é um cartão de visitas de dar orgulho aos brasileiros”, salientou Mauro Celso Zanus, chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho e um dos responsáveis pela análise sensorial dos produtos, em seu pronunciamento durante o lançamento dos rótulos.

A 11ª Seleção de Vinhos de Farroupilha concedeu 59 premiações recebidas por onze vinícolas, na grande festa realizada pela AFAVIN, sendo 24 medalhas de prata, 33 medalhas de ouro e 2 distinções especiais Moscatel Premium. A Distinção Moscatel Premium, que é considerada a premiação máxima do concurso, é conferida ao vinho e ao espumante moscatel de maior pontuação no concurso.

A divulgação dos premiados ocorreu em evento no Centro de Eventos do Parque Cinquentenário, em Farroupilha. Antecedendo a premiação foram apresentados ao público os primeiros rótulos certificados, que já estão sendo comercializados com o selo da Indicação de Procedência Farroupilha.

RESULTADO OFICIAL DA 11ª SELEÇÃO DE VINHOS DE FARROUPILHA

MOSCATEL PREMIUM:

Vinho branco fino seco Moscato Arbo – Vinícola Perini
Espumante Moscatel Branco Cappelletti - Vinícola Cappelletti

OURO:

Vinho Branco Fino Seco Moscatel Tranquilo (engarrafado ou a granel):
Moscato R2 2016 Tanque 801 – Vinícola Perini

Espumante Moscatel:
Cave Antiga 2015 (Cave Antiga Vitivinícola)
Bel Mont (Vinícola Belmonte)
Antonio Augusto Colombo (Vinícola Colombo)
Rosado Casa Perini Aquarela (Vinícola Perini)
Tonini (Vinícola Tonini)

Vinho Frisante Moscatel:
Rosé Suave Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)

Espumante Brut Champenoise:
Monte Paschoal Dedicato 2012 (Basso Vinhos e Espumantes)
Perini (Vinícola Perini)

Espumante Brut Charmat:
Branco Prosecco Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
Castellamare Rosé (Cooperativa Vinícola São João)
Antonio Augusto Colombo (Vinícola Colombo)
Prosecco Casa Perini (Vinícola Perini)

Vinho Branco Fino Seco (a exceção de moscatéis):
Riesling Castellamare (Cooperativa Vinícola São João)
Chardonnay Casa Perini 2015 (Vinícola Perini)

Vinho Tinto Fino Seco:
Chesini Gran Vin 2011 (Adega Chesini)
Merlot Monte Paschoal Dedicato 2013 (Basso Vinhos e Espumantes)
Tannat Monte Paschoal Dedicato 2013 (Basso Vinhos e Espumantes)
Cabernet Sauvignon e Merlot Casa Perini Solidário 2014 (Vinícola Perini)
Tannat Arbo (Vinícola Perini)

Suco de Uva:
Tinto integral Monte Paschoal (Basso Vinhos e Espumantes)
Tinto integral Del Grano (Basso Vinhos e Espumantes)
Tinto integral San Diego (Cooperativa Vinícola São João)
Tinto integral Benacchio (Irmãos Benacchio)
Tinto integral Don Guilherme (Vinícola Colombo)
Branco integral Jota Pe (Vinícola Perini)

Vinho Tinto de Mesa Seco:
Bordô Del Grano Gold (Basso Vinhos e Espumantes)
Cappelletti (Vinícola Cappelletti)
Bordô Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)

Vinho Tinto de Mesa Suave:
Bordô Cappelletti (Vinícola Cappelletti)
Bordô Tonini (Vinícola Tonini)

Vinho Branco de Mesa Seco:
Lorena Adega Chesini (Adega Chesini)
Lorena Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)

PRATA:

Vinho Branco Fino Seco Moscatel Tranquilo (engarrafado ou a granel):
Moscato Monte Paschoal Virtus 2016 (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscato Tanque 73 (Basso Vinhos e Espumantes)
Moscato Giallo Cappelletti (Vinícola Cappelletti)
Moscato Arbo Lote 1224 (Vinícola Perini)

Vinho Frisante Moscatel:
Branco Suave Perini Macaw Tropical (Vinícola Perini)

Espumante Brut Charmat:
Rosé Casa Perini (Vinícola Perini)

Vinho Tinto Fino Seco:
Cabernet Sauvignon Adega Chesini (Adega Chesini)
Sangiovese Cave Antiga 2012 (Cave Antiga Vitivinícola)
Venerabile Livella Cave Antiga (Cave Antiga Vitivinícola)
Merlot Castellamare, garrafão 4,6l (Cooperativa Vinícola São João)
Merlot Castellamare, Bag-in-box 3l (Cooperativa Vinícola São João)
Cabernet Sauvignon Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)
Tannat Don Giusepp (Vinhos Don Giusepp)

Vinho Branco Fino Seco (a exceção de moscatéis):
Chardonnay Monte Paschoal Dedicato 2014 (Basso Vinhos e Espumantes)

Vinho Rosado Fino Seco:
Merlot Rosé Monte Paschoal Virtus 2015 (Basso Vinhos e Espumantes)

Suco de Uva:
Adega Chesini 2015 (Adega Chesini)

Vinho Tinto de Mesa Seco:
San Diego (Cooperativa Vinícola São João)
Bordô Tonini (Vinícola Tonini)

Vinho Tinto de Mesa Suave:
San Diego (Cooperativa Vinícola São João)

Vinho Branco de Mesa Seco:
Niágara Adega Chesini (Adega Chesini)
Lorena San Diego (Cooperativa Vinícola São João)
Niágara San Diego (Cooperativa Vinícola São João)

Vinho Branco de Mesa Suave:
Jota Pe (Vinícola Perini)
Cappelletti (Vinícola Cappelletti)

Crédito das Fotos: Juliana Barbieri; Daniel Rufatto; Edmilson de Arruda; Álvaro Cézar Galvão; Marciele Scarton

AFAVIN
www.afavin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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02/09/2016 - 06:15:00
Bebidas> Vinhos brasileiros > 11ª Seleção de vinhos de Farroupilha


Indicação de Procedência Farroupilha, a terra do Moscatel, agora com produtos certificados.

Vinhos das vinícolas autorizadas com selo IP Farroupilha

Meninas e meninos,

Mais uma vez me encontro entre os amigos da cidade de Farroupilha, para conferir com muito orgulho a apresentação de produtos certificados com mais uma IP pertinente aos vinhos.

Não só para conhecer os produtos, mas também a apresentação dos ganhadores de medalhas da 11ª Seleção de Vinhos de Farroupilha, e logo mais a noite o 6º Festival do Moscatel.

Que bom que nossos vinhos, mesmo contra os mais pessimistas, o governo que tudo faz para “matar” uma promissora galinha dos ovos de ouro, cobrando com seus impostos, taxas, tarifas e muitas, muitas siglas que significam recolher dinheiro para os cofres públicos nas três esferas, anda para o futuro.

Os ganhadores da medalha que é distinção especial no certame, a Moscatel Premium fora para a Vinícola Perini com seu vinho branco fino seco Moscato Arbo, e para a Vinícola Capelletti com o seu Espumante Moscatel Branco Capelletti.

Estas medalhas citadas são conferidas aos vinhos branco e espumante moscatel com a maior pontuação da Seleção.

Recebem medalhas os tipos vinhos e de sucos: de mesa tintos e brancos, secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranquilo; espumantes moscatel e brut; vinho frisante moscatel e suco de uva integral/natural ou adoçado.

A relação dos ganhadores depois postarei mais tarde.

Parabéns AFAVIN- Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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01/09/2016 - 00:20:00
Bebidas> Cervejas > Wee Heavy Bodebrown


Wee Heavy da Bodebrown uma cerveja gostosa e com uma tecnologia a mais na embalagem

Cerveja Wee Heavy da Cervejaria Bodebrown

Meninas e meninos,

Falar de cerveja é sempre bom não é mesmo?

Falar de novas tecnologias também, e quando se juntam estes fatores, fica mais interessante. Em 2010 a Bodebrown registrou a primeira Scotch Ale no Brasil e a chamou de Wee Heavy.

A receita desta cerveja, estilo Strong Scotch, foi reconhecida, recebeu premio na sua terra de origem, a Escócia.

Devido ao espírito inovador e revolucionário a Bodebrown se transformou em uma das mais famosas e a primeira cervejaria escola do Brasil, fundada em 2009 por Samuel Cavalcanti e Andrea Cordeiro Pinto.

Samuel nasceu pernambucano se mudou para o Paraná, estudou química se apaixonando pela microbiologia de bebidas, fazendo desta paixão, em especial a cerveja, seu trabalho de conclusão de curso, que foi nada mais nada menos que a criação de uma cervejaria.

Andréa é natural de Curitiba, especialista em Gestão de Novos Negócios, e concluiu o curso com o tema microcervejaria.

Em 2009, com a cerveja Wee Heavy, a Bodebrown inaugurou sua produção. Em seguida abriu a escola de cervejaria, que funciona em anexo, e a loja de insumos, se configurando também como um centro de conhecimento e de propagação da cultura da cerveja no país.

O nome Bodebrown nasceu de uma homenagem às raízes da família, que por gerações criou bodes no interior de Pernambuco.

Esta cerveja trás a tecnologia a MyPour, que significa meu derrame, com Artesanal 500, que a Owens Illinois-O-I, gigante na fabricação de embalagens de vidro desenvolveu.

Esta tecnologia no gargalo proporciona que se possa servi a cerveja com mais ou menos colarinho, dependendo da posição que se coloca para servi-la.

Gosto das cervejas de alta fermentação como as Ale, onde as leveduras usadas trabalham melhor em temperaturas mais elevadas.

Provei a Bodebrow Wee Heavy, uma cerveja que com 8% que com bom equilíbrio não se percebe o álcool.

Testei também a maneira de colocar na taça, e incrível, a quantidade de espuma muda, mantendo a mesma altura do jorrar do líquido à taça.

Por ser uma Ale seus aromas são bem mais fáceis, visto a alta fermentação manter os ésteres bem evidentes, com um frutado elegante, o amargor para meu paladar é que poderia ser maior, não sei quanto IBU, mas como disse, está equilibrada.

Para saber mais
Bodebrown
www.bodebrown.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Quem sou eu

Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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