26/07/2016 - 18:00:00
Bebidas> Vinhos > 24ª Avaliação Nacional de Vinhos


Maior degustação de vinhos de uma safra no mundo ocorrerá no dia 24 de Setembro de 2016

Degustadores e apreciadores na Avaliação Nacional de Vinhos–crédito da foto: Jeferson Soldi

Meninas e meninos,

Mais uma vez com muito orgulho, vem aí o que já está no calendário dos enófilos brasileiros e muitos estrangeiros, a 24ª Avaliação Nacional de Vinhos.

O período para inscrições já foi encerrado, e desde o dia 18 deste mês, teve início a etapa de colher as amostras dos interessados inscritos por diretores da Associação Brasileira de Enologia (ABE), promotora do evento, e profissionais da Embrapa Uva e Vinho.

Desde 18 de Julho até o dia 4 de Agosto, eles percorrerão as regiões produtoras do país para coletar 244 amostras inscritas por vinícolas de seis estados brasileiros.

São recolhidas nove garrafas de cada amostra inscrita no certame, sem qualquer identificação que identifique a vinícola.

Para isso, as equipes vão até as vinícolas e recolhem o material diretamente de tanques, lotes de barricas ou já em garrafas.

“A coleta das amostras nas próprias vinícolas é uma grande diferenciação da Avaliação Nacional de Vinhos, pois em nenhum outro lugar do mundo isso se faz. Essa é uma etapa que empresta credibilidade ao evento, pois os participantes se asseguram que o vinho é o da safra e refletem o que, de fato, existe nas empresas, localizadas nas diferentes regiões produtoras", comenta Mauro Zanus, chefe geral da Embrapa Uva e Vinho, entidade responsável pela coordenação técnica do evento.

Entre os dias 18 e 25 de Agosto, 90 enólogos convidados pela ABE participarão da Degustação de Seleção, que elegerá 30% dos vinhos mais representativos da Safra 2016.

E o grande momento da Avaliação será no dia 24 de Setembro, quando mais de 850 apreciadores do Brasil e do exterior poderão degustar 16 amostras dessa seleção.

A Avaliação Nacional de Vinhos desempenha importante papel na evolução e promoção da imagem do vinho brasileiro há 24 safras, contribuindo para a identificação dos diversos terroirs existentes no país.

Considerada a maior degustação de vinhos de uma safra no mundo, a 24ª edição do evento mais uma vez expressará o potencial do Brasil como produtor de vinhos, além de destacar tendências, apontar melhorias e indicar práticas para a produção nacional de vinhos e espumantes seguir avançando em qualidade e tecnologia.

Para quem quiser participar da grande degustação em Setembro, poderá fazê-lo pelo site da ABE a partir das 8h30min do dia 30 de Agosto.

As fotos são de Jeferson Soldi
www.enologia.org.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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25/07/2016 - 16:30:00
Bebidas> Vinhos brasileiros > Maximo Boschi


Vi no instagran @maximoboschi o Cabernet Sauvignon 2000 e me lembrei desta postagem de 8 anos atrás.

Vinho Maximo Boschi Merlot 2000 que degustei pela primeira vez em 2008

Meninas e meninos,

Quem ainda duvida dos vinhos brasileiros como realidade, é porque ou não entende e bebe rótulos, ou porque quer comparar o que se torna incomparável, pela única diferença de serem terroirs distintos.

Sim, como já externei muitas vezes, comparar Merlots feitos na Itália, China, Grécia, Brasil, como os Merlots franceses, é pura fantasia; claro que serão distintos.

Gostar ou não é de foro íntimo e nem se discute.

Não beber porque não gosta, ok, mas não beber sem nunca ter provado, ou seja: já bebeu? Não, mas não gosto, está fora de questão!

São sim longevos como tantos outros bons vinhos feitos pelo mundo os nossos vinhos brasileiros.

Eu mesmo já fui testemunha de muitas ocasiões memoráveis bebendo vinhos ótimos feitos nos anos da década de 1990, por exemplo.

Vendo uma postagem da Máximo Boschi, falando de uma aula-harmonização ocorrida na ABS-RS, onde foi degustado um Cabernet Sauvignon 2000 desta vinícola, me lembrei de uma ocasião onde degustei vinhos da Máximo Boschi em 2008, com seu Merlot 2000 e um Chardonnay 2004.

Vejam o que escrevi à época:

Degustei ao longo destes dias, o Chardonnay 2004 e o Merlot 2000.

Em ambos, senti a qualidade técnica da vinificação e a preocupação de fazerem vinhos de alta qualidade.

O MAXIMO BOSCHI CHARDONNAY 2004, já um tanto amarelo dourado, indicando vinho com algum envelhecimento, apresenta-se límpido e transparente, aromas lácteos lembrando queijo Brie, com um floral marcante, e compota de abacaxi. Acidez um tanto apagada, mas ainda fresco, sem nenhum amargor e confirmando em boca o floral, lembrando mel.

Delicioso, mas um vinho que deverá ser tomado já para as pouquíssimas garrafas que restaram, pois foram envasadas cerca 1200 delas.

MAXIMO BOSCHI MERLOT 2000, apesar de saber de antemão de sua passagem de 12 meses por carvalho francês e de outro tanto envelhecendo na garrafa, sua cor não demonstra a idade que tem. Foram produzidas 3920 garrafas e a que degustei tem o número 1259.

Ainda bastante escuro, límpido, brilhante, com aromas de frutas compotadas e floral pronunciado, equilíbrio entre álcool(12,8%), taninos e acidez.

Muito bom mesmo, sem amargor e com muita persistência.

Estou aguardando a oportunidade de provar as novas safras desta vinícola, e seus outros vinhos.

Se forem na mesma toada, são sérios candidatos a estarem sempre dentre os melhores de nossa produção.

Um pouco da vinícola:
DESCRIÇÃO DE ELABORAÇÃO GERAL DE VINHOS
1. Plantio-É feito em “terroir” adequado através de mudas importadas e selecionadas dos melhores viveiros da Europa. A condução do vinhedo é feita no sistema de espaldeira e semi-latada obtendo dessa forma uma matéria-prima de excelente qualidade.

Durante o ciclo vegetativo é realizado um cuidadoso manejo do dossel vegetativo, como: desfolha, desbrote e retirada dos cachos em excesso, tudo para alcançar uma produtividade por planta de 2 a 3 kg. Com isso obteremos uvas ricas em açúcares e compostos polifenólicos (cor intensa e taninos aveludados).

2. Recepção da uva (desengace e esmagamento)-A colheita da uva é feita manualmente selecionando-se apenas os cachos que se encontrarem em perfeitas condições para a vinificação.

A uva é transportada em caixas plásticas de quinze quilos (15kg) perfuradas, para que, se houver o rompimento de grão/baga, o mosto não fique dentro da caixa, evitando a transformação físico-química e a formação de compostos indesejáveis. A uva é desengaçada (separação da baga do cacho) e colocada em pequenos tanques para começar o processo de elaboração.

3. Fermentação Alcoólica (maceração)-A fermentação começa após as uvas estarem nos tanques com a presença das películas para fazer a maceração pelicular.

Todo processo é realizado com leveduras selecionadas, o que proporciona ao vinho caráter, personalidade, aromas mais acentuados, coloração mais intensa e de grande estrutura fenólica.

A maceração tem duração de oito (8) a quinze (15) dias onde, durante esse período se procedem às remontagens e as delestagens variando o tempo e a quantidade por dia conforme o estágio da maceração. Estes processos garantem que o futuro vinho tenha grande estrutura tânica e intensa coloração. A temperatura de fermentação varia entre 22 a 25ºC.

4. Descuba-Consiste na separação da parte líquida (vinho) da parte sólida (casca e sementes). O líquido seguirá o processo de elaboração. As cascas seguem para a prensa para retirarmos o pouco de líquido/vinho e após podem ser usadas para a adubação orgânica ou na elaboração da “Grappa”. As sementes podem ser usadas nas indústrias de alimentação (óleo) ou cosméticos.

5. Fermentação Malolática-Essa fermentação que se procede através do auxílio de bactérias láticas selecionadas, é fundamental para um vinho tinto, pois com a degradação do ácido málico em lático vamos ter mais maciez e harmonia no vinho, assim podendo desfrutar dos bons taninos condensados que a uva nos oferece, ficando o vinho denso e elegante.

6. Transfega-Como o vinho não sofre nenhum tipo de filtração, a cada dois (2) a três (3) meses é trasfegado (mudança de barrica ou tanque) para serem retirados do fundo das barricas ou tanques alguns sedimentos que se formam durante a maturação do vinho.

7. Maturação-É uma etapa muito importante num grande vinho e é feita em barricas de carvalho francês por um período de doze (12) meses. É nesse local que ocorre o processo de polimerização dos taninos com os antocianos formando um composto estável e harmônico, dando maciez e suavidade, mas mantendo a estrutura e passando os bons aromas de tostado e café que as barricas proporcionam.

8. Engarrafamento-É feito em equipamentos modernos de última geração garantindo que no futuro não haverá problemas. Todas as garrafas são novas evitando possível contaminação do vinho. As rolhas importadas e naturais nos dão a garantia que o vinho consiga suportar o longo período na garrafa.

9. Envelhecimento-É um estágio de suma importância onde as garrafas permanecerão por um período de no mínimo dezoito (18) meses em caves especiais, na posição horizontal, ao abrigo da luz e com a temperatura controlada, para haver a lapidação final dos taninos deixando os vinhos mais macios, agradáveis e, nesse momento, ocorrerá a formação do “bouquet”.

http://www.maximoboschi.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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22/07/2016 - 11:00:00
Bebidas> Vinhos > 3ª International Wine Show


Mostra de vinhos 3ª International Wine Show realmente dá show de competência e organização.

Painel de entrada luxuoso da 3ª International Wine Show

Meninas e meninos,

Falar de eventos onde os vinhos são as estrelas me faz feliz, e este é o caso da 3ª International Wine Show.

Digo há muito tempo que o formato destes eventos pode ser melhorado, pois degustar vinhos que muitos deles estão sendo mostrados em primeira mão, anotar suas características organolépticas em pé, minha letra é um “Deus nos acuda”, com pressa e escrevendo com a caderneta nas mãos, para mim é complicado.

Também tem o fato da disputa de lugar com quem apenas quer bebe-los, e é justo, pois estes são os consumidores que os compram e nos leem.

Outras coisas, a falta de tempo para deixar os vinhos evoluírem na taça, mais de uma taça para poder comparar vinhos e por aí vamos.

Mas nada disso tirou a elegância e competência da organização desta 3ª International Wine Show, promovida pelo Empório Frei Caneca, do Shopping Frei Caneca que já tem 15anos de vida.

As parcerias da CVC Viagens, a Delta Café, Lindt Chocolates, Riedel taças e decanteres de cristal e finalmente, com uma assessoria de imprensa que demonstrou competência e muito jogo de cintura para auxiliar, promover e garantir o sucesso do evento, onde só de mailing convites, me disse o Mário Rodrigues do Empório Frei Caneca, foram cerca de mil, a Persona Consultoria de Comunicação, onde a Ana Cristina fazia questão de recepcionar a todos.

Muitos vinhos com preços de promoção, valendo mesmo a pena levar de caixas.

Algumas das fotos mostram os vinhos que estavam bons de beber e de comprar, mas não só estes, havia muita coisa como os novatos no Brasil, Caiado Tinto-Branco e Rosé da Adega Mayor.

Parabéns pelo evento, e ano que vem tem mais, e talvez com mais dias, como confidenciou o Mário Rodrigues em rápido encontro.

Vejam a chamada que fiz antes do evento acontecer.
http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=850

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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21/07/2016 - 11:00:00
Bebidas> Vinhos > Enochato


Porque fazer vinhos em diversos terroirs?

Taça com pingo de vinho em evidência

Meninas e meninos,

Ouço sempre esta pergunta quando se trata de manifestação pessoal, ou seja, quando o gosto pessoal fala mais alto: Porque fazer um Pinot Noir no Chile se na Borgonha os fazem tão bem? Ou então: no Brasil os Merlot nem se compararam com os de Bordeaux ou mesmo no Pomerol, e porque então os fazem?

Primeiramente volto a repetir, e o farei quantas vezes for necessário, que tipicidade tem a ver com o local onde é vinificado o vinho, seja ele na Bolívia, Índia, China, Alemanha, Austrália ou Brasil, e ao menos eu, detesto comparar tipicidades entre um Merlot Italiano e um Pomerânio, ou entre um Cabernet Sauvignon Chileno e um brasileiro, e assim por diante.

Todos nós temos o direito de não gostarmos deste ou daquele vinho, desta ou daquela uva, mas creio que não tenhamos o direito de achar que estes que gostamos são os melhores do mundo e que em mais nenhum lugar do território vitivinícola, os seus pares serão ao menos parecidos em aromas e sabor. E não serão mesmo!

Isto parece novidade? Claro está que não serão iguais, e ainda bem que assim sejam.

Apesar de se utilizarem das mesmas leveduras de laboratório, e das mesmas cepas clones, o terroir que lhes dá a vida e a mão do homem, que os trata culturalmente e os vinifica será diferente, mesmo usando a mesma técnica, hoje ao alcance dos mais simples mortais que tenham acesso a um pingo de tecnologia advinda da nossa conhecida internet, globalizando tudo.

Isto sem falar daqueles onde as leveduras indígenas( existentes no local, e “naquele local”), fazem o trabalho fermentativo para os vinhos mais naturais, digamos assim, para não me estender em paralelos.

Gosto de vinhos, mais de uns do que de outros, de todos os lugares e de todas as cepas. Tenho os meus preferidos, como todo mundo, mas, entendo o desejo do vinhateiro em fazer seus Tannat, seus Malbec, seus Sauvignons Blanc, seja, onde estiverem geograficamente, contanto que estes sejam tecnicamente adequados, não me obrigando a gostar deles, mas reconhecendo seu teor técnico, sua boa vinificação e qualidade técnicas.

Não sejamos enochatos, daqueles que “decoram” rótulos, os bebem por pontuação etc...

Dê-se ao direito de provar de tudo, e eliminar os que não gostou, sejam eles pelos motivos que sejam, e continuar nesta jornada tão interessante de degustar vinhos diferentes todos os dias.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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20/07/2016 - 13:00:00
Bebidas> Vinhos > Wine Logistics Solutions


Empresa de logística portuguesa chega ao Brasil para incrementar serviços ligados aos vinhos.

- Nuno Rangel CEO Wine Logistics Solutions

Meninas e meninos,

Estive semana passada em um belo evento de apresentação do Grupo Rangel innovating Express & Logistics, que trás para o Brasil a Rangel Logística Brasil Ltda, com a Wine Logistics Solutions, onde irá agilizar e viabilizar melhores custos para importação de vinhos.

Vejam:
Especializada em soluções logísticas globais e operador líder neste setor em Portugal, a Rangel anuncia, no Brasil, os serviços da Wine Logistics Solutions, que, com foco na simplificação dos processos, agrega uma variedade de soluções na importação e exportação de vinhos, recorrendo às suas infraestruturas e conhecimentos para agilizar os procedimentos e viabilizar melhores custos para os importadores.

Para atender necessidades específicas do setor de vinhos, a Wine Logistics Solutions dispõe de um entreposto fiscal dedicado que permite a detenção do produto em regime de suspensão de imposto devidamente autorizada e sob o controle da estância aduaneira competente, apoiando, assim, os produtores/cooperativas que necessitem armazenar o produto em tais condições

.A proposta da empresa combina os serviços de armazenagem para vinhos tranquilos e espumantes, com as respectivas formalidades fiscais junto da estância aduaneira competente e o transporte internacional, oferecendo valências especializadas e flexíveis, numa infraestrutura logística que apresenta condições de temperatura e de umidade adequadas para o estágio do produto e com capacidade para 20 mil paletts.

“Através da nossa forte rede europeia de transportes, os vinhos são recolhidos por caminhão em qualquer ponto da Europa, fazendo a consolidação com nosso entreposto fiscal e depois expedidos, num único contêiner, por via marítima para o país de cada importador, como exemplo Brasil, USA, Canadá, China e Japão”, explica Nuno Rangel, CEO e vice-presidente da empresa, referindo-se ao entreposto que também é usado como armazenagem temporária para encomendas de vinhos de outros países.

Além dos serviços regulares de armazenamento e de expedição de vinho em pallet ou em caixa, a Wine Logistics Solutions realiza atividades conexas de rotulagem de garrafas, igualmente num entreposto fiscal. Também são disponibilizadas caixas sob medida para o transporte de amostras de 1 ou 3 garrafas, ficando assegurado o transporte por via expresso internacional.

“Nosso objetivo é ser uma referência em transporte de vinho para os produtores nacionais e internacionais, de/e para países onde estamos presentes diretamente, como Brasil, Angola, Moçambique e Cabo Verde, mas também àqueles com quem temos relações preferenciais”, destaca Nuno. “Paralelamente, encontra-se já em estudo o alargamento a prazo no âmbito do entreposto fiscal para bebidas espirituosas e para cervejas”, adianta.

O Brasil é a grande aposta para a unidade Wine Logistics Solutions, uma vez que a Rangel possui instalações próprias por aqui, com um volume de exportações de vinho português bastante expressivo. Por isso, a Rangel decidiu oferecer, além dos serviços-base existentes, soluções dedicadas de logística integrada (door-to-door) para o segmento de vinhos que incluem a coleta de vinhos em vários exportadores e em toda a Europa, com especial ênfase em Portugal, Espanha, França e Itália.

Este serviço de consolidação de carga, onde as coletas poderão ser efetuadas em um prazo de 24 a 48 horas para toda a Europa, permite aos importadores brasileiros a capacidade de planejamento das suas entregas “just in time”, podendo acrescentar, em Portugal, os serviços de armazenagem em entreposto fiscal e rotulagem, tendo em conta o seu menor valor face aos custos logísticos destes serviços no Brasil.

Outro serviço de referência da Wine Logistics Solutions é o desembaraço, ao ser efetuado dentro de prazos bem hábeis, de forma que os “free times” contratados não sejam ultrapassados e, assim, não gerem custos adicionais para os respectivos importadores.

Pelo fato de operar com um único parceiro e interlocutor para toda a operação, o produtor e o importador poderão se beneficiar de uma maior flexibilidade e rapidez na comunicação, mais agilidade na gestão administrativa dos seus processos, com follow up e acompanhamento permanente, serviço completo porta-a-porta, seja em cargas completas ou consolidadas e preços competitivos.

“A nossa solução aproxima os produtores dos importadores e a nossa armazenagem é a ideal para produtores que exportam os seus vinhos, colocando o produto de forma fácil a agregada para o importador. Além disso, facilitamos todo o processo administrativo tanto nas questões legais como nos transportes, beneficiando em trabalhar com um operador logístico com abrangência internacional, que independentemente do volume a transportar, poderá consolidar tudo num só transporte”, acrescenta o responsável.

Também presentes na ocasião, parceiras da Rangel como:
Delta Cafés, vinhos Caiado, Bulas Port/Douro Wines, Épice Impotação (vinhos Herdade dos Grous e Rapariga da Quinta); e Vinhas do Douro (vinho Monte S. Sebastião DOC e Reserva).

A assessoria de imprensa para o evento e o release foram de responsabilidade da CH2A COMUNICAÇÃO
www.ch2a.com.br

Rangel Logística Brasil
www.rangel.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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19/07/2016 - 10:45:00
Bebidas> Vinhos > VCT Brasil


Vende mais porque anuncia, ou anuncia porque vende mais?

Instalação Reservado Concha y Toro MASP em São Paulo

Meninas e meninos,

Parafraseando aquele comercial muito conhecido, volto ao tema, porque sinto que este não se esgota: Vende mais porque anuncia, ou anuncia porque vende mais?

Crise? Falta de dinheiro? Será?

Não se costuma falar que é nas crises que a inversão de dinheiro se faz melhor estudada e aproveitada?

Vejo com certo distanciamento as alegações que faltam verbas publicitárias, e justamente em meio à tão propalada crise de consumo, um campeão de vendas, e que se tornou gigante até pelo pensamento de que investir é necessário, não para de anunciar, fazer promoções, bolar alternativas para se mostrar e continuar no topo.

Falo da VCT-Vinícola Concha y Toro, e seu vinho importado mais vendido, campeão de vendas no Brasil e por isso mesmo sempre lembrado, o Reservado.Reservado, marca da vinícola chilena Concha y Toro criada especialmente para o mercado brasileiro, não quer saber de crise, e realiza ação voltada aos consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro.

A VCT Brasil, filial e distribuidora das vinícolas Concha y Toro (Chile), Trivento (Argentina) e Fetzer (USA), está realizando uma ação denominada “Reservado Cidades” em pontos de venda de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A empresa, líder no segmento de importados no Brasil, reproduziu com estruturas feitas de garrafas de vinho Reservado, o mais vendido no país, dois dos principais cartões-postais dessas capitais: o MASP em São Paulo, capital, e o Pão de Açúcar no Rio de Janeiro.

A ação de Reservado acontece de Julho até o final de Agosto nas lojas das Redes Mundial (unidade Jardim Oceânico), no Rio de Janeiro, e Sonda (unidade Água Branca), em São Paulo.

Segundo Paulo Amalfi, gerente de Vinhos Globais da VCT Brasil, os consumidores que visitarem os dois locais serão impactados pelas montagens artísticas. “Pretendemos reforçar o conceito de que, em ambos os espaços, os consumidores terão uma experiência especial com símbolos de relevância nestas duas cidades importantes dentro do cenário econômico, histórico e cultural brasileiro”.

O conceito Reservado de Concha y Toro foi pioneiro e criado especialmente para o Brasil; atualmente, é sinônimo de categoria de vinhos.

Os vinhos Reservado provêm de uvas especialmente selecionadas de diferentes vinhedos do Valle Central do Chile, que foram reservadas pelo enólogo e destinadas a uma linha de alta produção e qualidade para consumo imediato.

Com preço acessível, é a opção de entrada para novos consumidores de vinho, perfeita para ser incorporada ao cotidiano de apreciadores da bebida harmonizada em almoços e jantares, em ambiente familiar ou social.

Reservado de Concha y Toro se caracteriza por sua intensa expressão frutada e textura delicada. É um vinho versátil que acompanha bem variados tipos de comidas.

A VCT Brasil, filial e distribuidora da Vinícola Concha y Toro no Brasil, tem no seu portfólio todos os produtos das vinícolas Concha y Toro (Chile), Trivento (Argentina) e Fetzer (USA).

Para visitação:

Estrutura Bondinho do Pão de Açúcar - Rio de Janeiro
Supermercados Mundial - Loja Jardim Oceânico
Av. Érico Veríssimo, 918 - Barra da Tijuca
De segunda a sábado, das 7:30h às 22h e aos domingos, das 7:30h às 14:00h.

Estrutura MASP - São Paulo
Supermercado Sonda - Loja Água Branca
Av. Francisco Matarazzo, 892 - Água Branca
Aberto 24 horas

Parabéns VCT Brasil pelo exemplo de pensamento lógico em tempos difíceis.
Se nesta época de “vacas magras”, a VCT age assim, imagine em tempos de “vacas gordas”.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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15/07/2016 - 16:45:00
Bebidas> Vinhos > International Wine Show


Evento no formato Walk Around Tasting a International Wine Show 2016 acontece no Centro de Convenções Frei Caneca

- 3ª edição da International Wine Show no Centro de Convenções Frei Caneca

Meninas e meninos,

Vem aí mais um evento onde os vinhos serão protagonistas.

A terceira edição da International Wine Show será realizada no dia 21 de Julho, das 16 às 21 horas, no 4º Piso do Centro de Convenções Frei Caneca.

Realizado pelo Shopping Frei Caneca, o evento conta com o apoio do Empório Frei Caneca, Centro de Convenções Frei Caneca, CVC Viagens, Delta Café, Lindt e Riedel.

O evento acontece no formato Walk Around Tasting, em 45 stands nos quais o público pode degustar cerca de 250 rótulos de vinhos de mais de 100 vinícolas, diversos deles premiados pelos melhores Guias de Vinho do mundo.

Participam do evento as importadoras e vinícolas Adega Alentejana, Barrinhas, Bruck, Calix, Cantu, Casa Flora, Casa Valduga, Chandon, Costazzurra, Decanter, Devinum, Dunamis, Épice, Interfood, La Charbornnade, La Pastina, Miolo, Mistral, Pericó, Qualimpor, Ravin, Vinissimo, VCT, Wine Brands e Zahil, entre outras. Destaque para a Lidio Carraro Vinícola Boutique, que produzirá os vinhos e espumantes exclusivos “Rio 2016”, produto oficial das Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Além das parceiras em outras edições e que continuam nesta, como a CVC Viagens e a Delta Café , nesta edição a parceria com a Lindt vai oferecer aos visitantes a oportunidade de degustar e comprar chocolates finos da marca.

Destaque também para a nova parceria com a prestigiada empresa austríaca de taças Riedel, que vai realizar uma exposição de sua linha de produtos.

A marca é considerada, há 260 anos, a top mundial de taças de cristal, com suas peças comparadas a verdadeiras obras de arte.

Além das degustações, todos os vinhos estarão à venda com preços especiais durante o evento, com descontos que chegam a 30% do valor inicial.

Francisco Separovic, organizador do evento, declara: “A ‘International Wine Show’ foi planejada para proporcionar aos apreciadores de vinhos e produtos premium uma experiência única e inesquecível com produtos diferenciados, em um ambiente agradável”.

Os convites devem ser comprados antecipadamente pelo Ingresso Rápido ou no ponto de vendas instalado no Empório Frei Caneca, no 3º Andar do Shopping Frei Caneca. Cada ingresso comprado dá ao participante direito a uma taça de cristal exclusiva da “International Wine Show 2016”.

Participarão da “International Wine Show 2016” representantes das diretorias e os principais gestores das Vinícolas participantes, que irão conversar com os convidados sobre os diferenciais dos cerca de 250 rótulos apresentados no evento, todos de alto padrão e incluindo alguns exclusivos.

Os participantes irão conhecer os detalhes das uvas e da nova geração de vinhos brasileiros posicionados entre os melhores do mundo, como Chile e Argentina.

Importante destacar a presença de diversas Vinícolas brasileiras como a Pericó (SC), com Espumantes de qualidade Premium; Casa Valduga (RS); Miolo (RS); e Dunamis (RS).

O evento é aberto ao público maior de 18 anos e a entrada custa R$ 99,00.

“International Wine Show 2016” Data: 21 de julho de 2016 (quinta-feira) Horário: das 16 às 21 horas Local: Centro de Convenções Frei Caneca – 4º Andar Rua Frei Caneca, 569 – Consolação São Paulo SP

www.freicanecashopping.com.br
www.emporiofreicaneca.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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14/07/2016 - 11:00:00
Bebidas> Gastronomia > Bodegas Santalba


Bodegas Santalba, Viña Hermosa branco e tinto, a Eurocopa 2016 a moqueca capixaba e o arroz de pato.

Moqueca Capixaba com um vinho o Viña Hermosa Blanco 2011 e Arroz de Pato na Quarta-feira com o Viña Hermosa Roble Tinto 2009.

Meninas e meninos,

Tinha dois exemplares de uma bodega riojana a Bodegas Santalba que degustei em dois momentos distintos estes últimos dias, um deles branco e ou outro tinto.

No primeiro momento, ao almoço do dia da final da Eurocopa 2016, comi dois tipos de moquecas capixabas, uma de peixe e camarões e outra de banana da terra.

Estava sem vinho para acompanhar, mas, mesmo sabendo que iria assistir ao jogo da final da Eurocopa 2016 depois, e que a Espanha não mais lá estava, mas sim Portugal, resolvi abrir um vinho riojano que guardava comigo há uns quatro anos.

Também de um país mediterrâneo, com bons goles do branco espanhol da uva Viura, que gosto muito, bem geladinho na tarde calorenta, o Viña Hermosa Blanco desceu macio, fresco, aromas cítricos que se confirmaram em boca, e um frutado sutil e elegante.

Bem que podia tê-lo feito acompanhar a moqueca de frutos do mar, teria sido ótimo. Estas impressões, levaram-me ter a vontade de abrir seu irmão tinto que também guardava havia certo tempo.

Não o fiz no mesmo dia, fui fazê-lo depois, ao longo da semana, e acompanhando um bate papo com um amigo de fé, irmão, camarada.

O prato, mais uma vez um do mediterrâneo, e que talvez impensado para uma uva Tempranillo do Viña Hermosa Roble Tinto 2009, mas como sempre digo, mais vale se beber o que se gosta e quando se quer, do que seguir muito à risca as regras de harmonização, tirando em parte o prazer do risco.

Não fez feio o vinho, pois com uma acidez ainda muita viva, acompanhou bem a untuosidade do prato, que apesar de ser baseada na carne da ave, esta desfiada, e com o azeite magnífico a embala-la, não continha o graxo exagerado.

Frutado muito elegante, já quase sem taninos à mostra, álcool bom na casa dos 13,5% que ajudou também com a untuosidade, foram goles de raro prazer.

Não conhecia a Bodegas Santalba antes, apesar dos conselhos e até por isso as aquisições, do amigo Alfredo Srour da Franco Suissa Importação, Exportação e Representações.

Bravos Alfredo, mais uma vez degusto bons exemplares de vinhos trazidos por você!

Viva Portugal que ganhou a Eurocopa 2016 e tem belos vinhos, viva a França que tem belíssimo vinhos sem sombra de dúvidas e viva a Espanha pelos vinhos da Bodegas Santalba.

http://www.francosuissa.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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13/07/2016 - 13:45:00
Gastronomia> Gastronomia italiana > Chef Riccardo Rossi


No Pina do Chef Toscano Riccardo Rossi, as trufas negras também são estrelas do cardápio.

-Battuta de angus e trufa negra, croutons com o azeite da fazenda toscana do Chef Riccardo Rossi-Foto JC Gonçalves

Meninas e meninos,

Comer bem por preços bastante interessantes, faz parte de uma procura cada vez maior, principalmente na hora apertada que se tem para o almoço.

Conhecer o Pina, restaurante relativamente novo em rua badalada do Itaim, convence que sim é possível a gastronomia elaborada unida aos preços menos elevados que os praticados na maioria dos estabelecimentos.

Com trufas, por exemplo, os preços do cardápio do Chef Riccardo Rossi, no começo do inverno, não passavam de razoáveis R$68,00.

O nome do restaurante é uma homenagem à mãe do Chef Riccardo Rossi, nascido na Toscana, e com passagens pelas cozinhas mundo a fora, em países da Europa e pela América do Norte, Rossi em todos os lugares, deixa sua marca que não prescinde de suas origens mediterrâneas, onde ainda tem terras.

Como resultado, pode trazer produtos como o azeite que utiliza no Pina, e no cardápio, com receitas tradicionais, e também pratos autorais, é uma boa opção para o almoço, e claro, para o jantar também.

O Pina também é Pet Friendly, contando com seis lugares na área externa, e com sessenta lugares na parte interna para os comensais; contando com um mezanino onde podem-se fazer jantares harmonizados, ao todo a casa conta com sessenta e seis lugares.

Uma entrada bacana com trufas é a da foto, o Battuta de angus e trufa negra com croutons de pão e azeite da fazenda do Chef na Toscana.

Outros pratos que muitas das vezes são temporários nos cardápios temáticos, aproveitando o frescor das ofertas de ingredientes mais sazonais.

Pratos principais
Tortelli de burrata de búfala com trufa negra fresca e parmigiano reggiano.
Cappelletti de leitão brasato ao finocchio selvatico com creme de castanha portuguesa e feijão branco.
Ravioli de "cacio e pepe" ao molho de pistilli de zafferano, pecorino e pinoli.
Tagliata de medalhão de filet mignon com molho de aceto balsâmico rúcula e parmigiano.
Creme de funghi porcini com filet de bacalhau e crostini de pão a sabor de ervas mediterrâneas.
Ravioli de burrata e parmigiano com crema morna de tomate fresco e aceite de manjericão.
Paccheri com fondue de mozzarella de búfala e bottarga de muggine e limao siciliano.
Risotto de alcachofra e zafferano com pernil de cordeiro e molho de ervas mediterrâneas.

Sobremesas
Millefoglie de creme de laranja e fruta vermelha.
Mousse de chocolate e avelã com crumble de amêndoas.
Espuma leve de ricota de búfala com calda morango e mel.
Pera williams glaceado ao chianti clássico com sorvete de creme e figo ao cognac.

Reservas: 11 3071-2501 | Rua Jacurici, 27 - Itaim Bibi - São Paulo - SP Funcionamento: Segunda e terça 12h - 15h; De quarta a sexta 12h - 15h / 19h - 23h30. Sábado12h - 16h30 / 19h - 23h30. Domingo 12h - 16h30.

Valet no local.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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12/07/2016 - 09:35:00
Bebidas> Vinhos > Decantar ou aerar os vinhos


Aerar, arejar, será preciso ou podemos deixar isto para os vinhos mais longevos?

A foto traduz a beleza do Outono no parreiral.

Meninas e meninos,

Semana passada, mais exatamente no sábado, mais uma vez me fizeram a pergunta sobre decantar um vinho; claro que a questão não era exatamente decantar, mas sim aerar, deixar o ar fazer seu trabalho.

Respondi da mesma maneira que sempre o fiz que, na maioria esmagadora das vezes, os vinhos apenas precisam de um tempo em taça para se mostrarem.

Mas fiz a ressalva que o arejar dos vinhos, por vezes leva tempo na taça para vinhos mais alcoólicos, e que temos que garantir a temperatura, pois estes com o vinho esquentando fora de refrigeração em dias muito quentes, apenas exalarão o álcool, ou quase isto.

Faz muitos anos, escrevi sobre isto, quando meu querido amigo, de volta aos palcos paulistanos com maior frequência, Luiz Gentleman Horta, também declinou seu ponto de vista, quando em sua coluna à época, descreve uma experiência sensorial com um vinho decantado (leia-se aerado ou arejado) por diversos meios e tipos de decanteres, chegando à mesma conclusão, e lembro neste post uma experiência que fiz em uma palestra faz alguns anos, e que repito quase que diariamente quando estou degustando vinhos.

Abro a garrafa e coloco uma pequena dose em uma taça, com isto aumento um pouco a quantidade de ar em relação ao volume de vinho contido na garrafa e a deixo descansar por uns 15 minutinhos ou por vezes uma meia horinha se o vinho for um dos que são elaborados para serem degustados jovens, ou um pouco mais com os que são mais longevos.

Sempre comparo sua evolução cromática e de aromas com o pouquinho da taça também. Cheguei à praticamente a mesma conclusão que o Luiz Horta chegou, de que na maioria dos vinhos, mesmo aqueles mais longevos, com raras exceções como os grandes Bordeaux, Bourgognes, Barolos e Amarones, de que é o suficiente deixar o vinho aerar na taça para extrair o seu melhor, em aromas especialmente.

Quando comparado com a taça, esta muitas vezes já “passou” com a quantidade de ar maior que a desejada, coisa, aliás, que devemos ter cuidado, pois o tempo de aeração pode derrubar um vinho mais antigo, mas o que sobra na garrafa está “no ponto”.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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08/07/2016 - 15:30:00
Gastronomia> Cervejas e pizzas > Dia da Pizza


Será que tudo termina em pizza?

Pizza Margherita da Speranza para harmonizar com cervejas no Dia da Pizza-divulgação

Meninas e meninos,

Continuando a falar de pizza, pois o dia da pizza, 10 de Junho, neste ano, coincide com um dia da semana em que elas são muito consumidas, o Domingo, que tal agora combina-las com cervejas?

Primeiro um pouco sobre esta outra bebida fermentada:
As cervejas são classificadas pelo teor de álcool e extrato, pelo malte ou de acordo com o tipo de fermentação.

As cervejas de alta fermentação são aquelas cujas leveduras flutuam, durante o processo, em temperaturas de 20ºC a 25ºC, gerando um produto de cor cobre-avermelhada, de sabor forte, ligeiramente ácido e com teor alcoólico entre 4% e 8%.

A maior parte das cervejas brasileiras são de baixa fermentação, ou seja, quando expostas a temperaturas entre 9ºC e 14ºC, o levedo fica depositado no fundo do tanque.

Cervejas de alta fermentação: Ale (clara, suave, amarga, Porter, Barley Wine, Stout), Altbier, Kölsh, cervejas especiais (Trappiste, Abbey, Saison), Weizenbier. Tipo de levedura: Saccharomyces cerevisiae.

Cervejas de baixa fermentação: Lager (Pilsener, Dortmunder, Malzbier), Wiener, Märzen, Münchener, Bock, Doppelbock, Rauchbier- Tipo de levedura: Saccharomyces uvarum.

Fermentação espontânea: Lambic, Gueuze, Faro. As leveduras selvagens existentes no ar ambiente fornecem a fermentação.

Seguem alguns tipos de pizzas que a famosa Speranza, que desde 1958 serve a iguaria, dentre outras, como a Pastiera di Grano e o Tortano, ambos introduzidos aqui quando Francesco Tarallo com o filho Giovanni, e logo depois Dona Speranza com o filho Antonio, trouxeram na bagagem o espírito empreendedor e várias receitas elaboradas no dia a dia em família, com a tradição do sul da Itália.

Mas vamos à harmonização que contou com a ajuda e conhecimento preciosos do amigo Renan Geishofer da Noticia Expressa Assessoria de Comunicação.

O descritivo dos sabores é o que encontramos nas redondas da Speranza:

1-Pizza Margherita - farto molho fresco de tomates maduros, mozzarella cortada em quadrados colocada delicadamente sobre o molho sem encobri-lo, deixando espaços entre cada pedaço do queijo, folhas de manjericão fresco e finalizada com um leve toque de queijo parmesão ralado, que pode ser também servida na versão Margherita Speciale, que ao invés da mozzarella normal leva a de búfala.
As Margherita da Speranza não podem ser divididas (meio a meio) com outro sabor. É um respeito à tradição, ao que representa essa pizza para a história da pizza, veja o porque no site!
Que tal a sugestão Cerpa Prime , que apresenta coloração dourada, baixo amargor e pode ser consumida sem formalidades em qualquer ocasião? Estilo: Premium American Lager-Teor alcoólico: 5,5% Onde comprar? Loja Virtual Cerveja Store

2-Pizza Napolitana - farto molho fresco de tomates maduros, fatias finas de alho, folhas de manjericão fresco, orégano e uma camada de queijo parmesão ralado que gratina no forno a lenha. (não leva mozzarella). A sugestão de cerveja também serve, ao meu ver, para o Calzone de Escarola que leva a mesma massa da pizza, porém fechada, recheada com escarola refogada com alho, alcaparras, azeitonas, fica molhadinha e com muito sabor, com seu amargor natural muito bem domado.
Que tal a sugestão para queijos mais curados e mais fortes, com algum amargor e aroma mais acentuado com uma Berrgren Strong Ale / Red Ale? Esta Barley Wine possui sabor intenso, maltado e licoroso. Tem aroma complexo, corpo denso, amargor acentuado e agradável provenientes da utilização de lúpulos especiais. Muito fácil de beber e de gostar,estilo Strong Ale / Red Ale-Teor alcoólico: 9,5% Onde comprar? Loja Virtual Nono Bier.

3-Pizza de shimeji e shitake - molho fresco de tomates maduros, mozzarella e os dois tipos de cogumelos, em pedaços generosos, salteados e macios e a Pizza Creme di Tartufo - não leva molho, e sim manteiga sobre a massa, coberta por mozzarella di bufala, creme de trufas, azeite tartufado e toques de alecrim: Que tal uma Rauchbeer, as defumadas, ou as Porter, mais amargas e terrosas?

4- Calabrese Speciale-Molho de tomate, calabresa artesanal suavemente apimentada e mozzarella: Que tal uma cerva bem brasileira, a Amazon Beer Priprioca Red Ale, de escola inglesa com terroir amazônico? Maturada com priprioca (raiz típica da Amazônia), apresenta notas herbais, frutadas e amadeiradas ,estilo Red Ale-Teor alcoólico: 6,0%-Onde comprar? Loja Virtual The Beer Planet.

5- Pepperoncini-Molho de tomate, pepperoni, (gorgonzola ou mozzarella), cream cheese, tomate cereja marinado na salvia e manjericão e azeitonas verdes: Que tal a Berggren Dunkler Bock,estilo Dunkler Bock-Teor alcoólico: 6,5% Onde comprar? Loja Virtual Nono Bier

6- Mozzarella-Molho de tomate e mozzarella: Que tal uma Amazon Beer Taperebá Witbier de linhagem belga, contém malte de trigo em sua composição? É condimentada e cítrica – o que a diferencia das cervejas de trigo alemãs. Possui aroma marcante de taperebá (também conhecido como cajá)-estilo: Witbier-Teor alcoólico: 4,7% Onde comprar? Loja Virtual The Beer Planet

Agora, entrando na seara das sobremesas, as redondas doces que encontramos nas mais diversas pizzarias, algumas sugestões bem bacanas:

7-Pizza de Brigadeiro com Amazon Cupulate Porter Estilo tradicional inglês com adição de Cupulate na maturação – chocolate amazônico obtido por meio da semente do cupuaçu (fruto da região) – e notas de café, chocolate ao leite, cacau e amêndoas. Receita colaborativa com as cervejarias Bodebrown e DeBora Bier, ambas de Curitiba/PR. Estilo: Porter Teor alcoólico: 5,9% Onde comprar? Loja Virtual The Beer Planet

8- Pizza de Morango com Chocolate + St. Louis Premium Kriek Uma autêntica Lambic Fruit feita com 25% de suco natural de cereja é de fermentação espontânea e coloração vermelha escura (a cor do amor intenso). No sabor é levemente ácida (em virtude do processo de fermentação), refrescante e adocicada com a cereja sendo bem perceptível no sabor e aroma. Estilo: Lambic Fruit Teor alcoólico: 3,2% Onde comprar: Loja Virtual Nono Bier

A Speranza está com uma promoção no Dia da Pizza (domingo, dia 10): " O cliente tira uma selfie, marca no perfil da pizzaria no instagram @pizzariasperanza, apresenta ao garçom e ganha uma fatia de Pastiera di Grano ou do Tortano! #DiaDaPizzaSperanza *Promoção válida exclusivamente para o dia 10/07/2016, nos salões de Moema e Bixiga. Uma fatia para cada duas fotos apresentadas. Não válida para delivery.

www.pizzaria.com.br
www.cervejastore.com.br
www.nonobier.com.br
www.thebeerplanet.com.br
Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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06/07/2016 - 14:45:00
Gastronomia> Enogastronomia > Dia da Pizza


O Dia da Pizza se comemora em 10 de Julho desde 1985

Pizza de banana com chocolate criação da Chef Ivy Oliveira para a Cozinha Experimental União

Meninas e meninos,

Todos os anos, falamos nesta paixão nacional quase que todos os dias, ao menos, aos finais de semana, com certeza.

Também aqui, sempre que possível, falo nas redondas, quer dizer, nas pizzas, pois as há também quadradas e retangulares, e não mais somente redondas, e não poderia deixar de relembrar a simpática entrevista que o Chef Ronaldo Ayres, o “Senhor Pizza” nos deu ao nosso Programa Chefs do Apetite, veja o link ao final do texto.

O setor de alimentos e de equipamentos ligados às famosas redondas cresce, movimentando R$5 bilhões por ano no Brasil.

Com variações de tipos cada vez maiores, eu, que já fui jurada em alguns concursos de pizzas promovidos pela FISPAL, sei bem onde a criatividade dos pizzaiolos pode chegar, algumas vezes beirando o delírio, como uma que certa vez em um destes concursos nos foi apresentada, que mesclava mozzarella, com picanha, pimenta dedo de moça com cobertura de requeijão e com borda recheada de goiabada: acreditem, eu estava lá, e queimei os lábios com a tal goiabada quase líquida!

A data, instituída após o encerramento de um concurso, onde se elegeram dez das melhores receitas de pizzas de mozzarella e de Margherita na cidade de São Paulo, homenageia esta iguaria que vende um milhão delas todos os dias no Brasil, sendo 572 mil apenas em São Paulo, considerada como a segunda cidade que mais consome pizza no mundo, atrás apenas de Nova Iorque.

Há quem diga, como a Apuesp, Associação Pizzarias Unidas, que a pizza na crise, se torna o prato mais conveniente e acessível para toda a família.

Mesmo com a crise econômica, a pizza ainda é a opção mais barata para quem quer economizar, “O consumo de pizza é crescente, pois é uma refeição que possui um custo benefício melhor, em comparação a outros produtos”, diz Cedric Manzini, Presidente da APUESP.

“Uma pizza que custa em média de R$30,00 a R$40,00, pode ser compartilhada entre 4 e 5 pessoas, já um hambúrguer, por exemplo, que custa em média R$20,00 a R$30,00 reais só é consumido por apenas uma pessoa”, finaliza.

No Brasil, existem 36 mil pizzarias em funcionamento, sendo 11 mil no estado de São Paulo. É um setor que gera 360 mil postos de trabalho, com faturamento em torno de 22 bilhões de reais por ano.

Segue abaixo uma lista de fatos e curiosidades sobre as pizzas preparada pela Pizzaria Mercearia Anos 30 de Curitiba:
1. A Pizza que conhecemos hoje: com muito queijo e molho de tomate de fato foi inventada pelos italianos, mas o disco de massa achatado já é consumido há mais de cinco mil anos por egípcios, babilônios e hebreus que preparavam o chamado Pão de Abrão.

2. A tradicional pizza Margherita foi criada em 1889 pelo pizzaiolo Rafaelle Esposito para homenagear a rainha Margherita de Sabóia durante sua visita a cidade de Nápoles. A mistura perfeita de molho do tomate, mozzarella e manjericão traduziam as cores da Itália para a distinta visitante.

3. A famosa expressão “isso vai acabar em pizza” na verdade não surgiu com a conotação de impunidade política. A frase foi criada em meados de 1950 durante uma acalorada reunião entre os dirigentes do Palmeiras, que após a discussão, acabaram em uma pizzaria no bairro do Brás em São Paulo se empanturrando para esquecer os problemas.

Também sempre presente nas mesas onde uma pizza seja consumida, o vinho, é a bebida mais indicada para harmonizar com os diversos sabores da iguaria, então, segue uma sugestão de vinhos da World Wine, que se não é a mais perfeita a todos os paladares, ao menos indica ser boa companhia.

Margherita- Fantini Montepulciano d'Abruzzo R$ 83,60 Opção italiana mais clássica tem sua combinação perfeita com vinhos tintos de médio corpo, com taninos macios e bom frescor. Um coringa nessa harmonização são os vinhos a partir da uva Montepulciano, como o delicioso Fantini.

Portuguesa- Mariana Tinto R$75,90 A mescla de queijo, ovo e presunto cozido dão à pizza Portuguesa bom peso ao prato, com sabores ricos e marcantes. A sugestão da World Wine é o Mariana Tinto, um blend da região do Alentejo, que revela agradáveis aromas de frutas maduras, que combina por também apresentar sabores ricos e marcantes.

Calabresa -Armador Carmenère R$81,40 Essa pizza, que normalmente é acompanhada por cebola, possui um sabor marcante e levemente picante, traços que podem ser encontrados em bons Carmenères, como o Armador, elaborado organicamente pela conhecida Viña Odfjell.

Frango com Catupiry -Garzón Albariño R$90,20 Os dois ingredientes principais dessa pizza trazem sabores elegantes e leve untuosidade, que harmonizam perfeitamente com a elegância e o agradável frescor deste fantástico Albariño uruguaio.

Atum- Aimé Roquesante Rosé R$108,90 Prato de sabores leves e agradáveis notas defumadas, a pizza de atum combina perfeitamente com rosés, principalmente os produzidos na Provence, como o agradável e frutado Aimé Roquesante Rosé.

Toscana (Queijo com calabresa)-Chianti Cerro del Masso R$124,30 Para uma pizza batizada com o nome de uma das mais tradicionais regiões vinícolas do mundo, a sugestão não poderia vir de outro lugar. Como apresenta acidez, proveniente do molho de tomate e sabores levemente picantes da linguiça, a harmonização perfeita para equilibrar essa combinação é o Chianti orgânico feito pelas mãos de Alberto Antonini.

Mozzarella- La Joya Gran Reserva Syrah R$ 88,00 Para uma campeã de vendas nas pizzarias do Brasil, um vinho que retrata a elegância e frescor dos vinhos elaborados pela chilena Bisquertt. O corpo e maciez desse vinho é um ótimo casamento com o equilíbrio entre o molho de tomate e o queijo mozzarella da pizza.

Para a sobremesa, a União, para garantir um toque especial, sugere apostar em uma massa que leva chocolate em seu preparo e, para completar, um delicioso recheio de chocolate meio amargo, banana, açúcar e canela.

Confira abaixo essa deliciosa criação da chef Ivy Oliveira para a Cozinha Experimental União e prepare uma doce surpresa para amigos e familiares para o Dia da Pizza:

Capacidade da xícara: 200ml
Capacidade e tipo do recipiente: assadeira redonda (30 cm de diâmetro)
Temperatura e tempo de forno: alta (220ºC) / cerca de 20 minutos
Rendimento: 2 pizzas (30cm de diâmetro cada)
Ingredientes
Massa
4 e ½ xícaras (chá) de farinha de trigo (495g)
½ xícara (chá) de cacau em pó (40g)
2 colheres (sopa) de açúcar refinado UNIÃO (20g)
½ colher (sopa) de sal (7g)
1 e ½ xícara (chá) de água gelada (300ml)
1 colher (sopa) de óleo (15ml)
½ sachê de fermento biológico seco (5g)
Cobertura
1 xícara (chá) de chocolate meio amargo (90g)
1 caixinha de creme de leite (200g)
3 xícaras (chá) de bananas em rodelas (480g)
açúcar refinado UNIÃO, para polvilhar
canela em pó, para polvilhar
Modo de preparo
Massa
Em um recipiente, coloque a farinha de trigo, o cacau em pó, o açúcar refinado UNIÃO e o sal. Misture bem. Acrescente a água gelada, o óleo e o fermento, amasse e sove bem. Divida a massa em 2 partes iguais e modele bolas. Cubra com plástico filme e deixe descansar por cerca de 1 hora. Em seguida, abra as bolinhas em discos de 30 cm. Leve ao forno preaquecido (220ºC) por cerca de 10 minutos. Reserve.

Cobertura
Em um recipiente, derreta o chocolate e misture bem com o creme de leite. Espalhe por cima da massa da pizza. Em seguida, disponha as bananas em rodelas e por último polvilhe o açúcar refinado UNIÃO e a canela em pó. Leve ao forno preaquecido (180ºC) por cerca de 5 minutos para dourar. Sirva em seguida.

Vejam o vídeo da entrevista do Senhor Pizza para o Programa Chefs do Apetite, no site do programa.
Vejam também no site da parceira Revista Gula na aba Food Service, no link dentro deste site. Revista Gula www.gula.com.br ou no Youtube http://www.chefsdoapetite.com.br/ver_programa_chefs.php?id=9

www.ciauniao.com.br

www.worldwine.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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05/07/2016 - 13:35:00
Bebidas> Vinhos > ExpoVinis Brasil


Ao término da vigésima edição da ExpoVinis Brasil, vejo que o saldo foi positivo

Ricardo Castilho na arena Prazeres da Mesa-Pão de Açúcar-crédito Studio F

Meninas e meninos,

Falando francamente sobre o ExpoVinis Brasil 2016, claro que já vi maiores, mais representada principalmente pelos vinhos brasileiros, dos quais senti muito a falta de mais vinícolas, mas, diante da conjuntura em que o país atravessa, vejo que o ExpoVinis Brasil 2016 mostrou sua força, e ainda, confio nisto, tem muito à mostra nas edições vindouras.

Somos um país neófito na seara vitivinícola, perto de outras nações produtoras somos um recém-nascido, mas que com muito esforço, e sabemos o quanto, nossos produtores souberam e sabem aproveitar a tecnologia moderna, as inovações pesquisadas em outros países, e, mesmo com idade tenra neste campo, produzimos, por exemplo, espumantes que em dada devem aos melhores do mundo, guardadas suas particularidades e tipicidade.

Nossos tintos, muitos deles, constam de listas vencedoras de muitos concursos.

Os brancos vão no mesmo caminho, e assim por diante, sem comparar este com aquele produto, vamos para frente e para o alto, mesmo com todas as adversidades encontradas, muitas delas vindas dos próprios brasileiros que não aceitam degustar vinhos que não tenham idioma estrangeiro, e principalmente de nossos governos em todas as esferas, que fazem das taxas e impostos, além de outras cobranças, o valor subir degraus inimagináveis.

Mudanças aconteceram nesta edição, e a meu ver, muito benéficas, como por exemplo, a mudança de calendário, que de agora em diante, passa a ser em época mais propícia aos produtores, pois não mais coincide com colheita e vinificação.

A temperatura sazonal também é mais propícia aos desejos de consumo por vinhos tintos, ainda a maior preferência de nossos consumidores engatinhando neste mister.

Também há uma coincidência com outra feira importante da mesma promotora, a Informa Exhibitions, qual seja a muito conhecida a Fispal Food Service, que poderá a seu tempo agregar valor substancial ao ExpoVinis, guardando alguns cuidados, a meu ver, como o do credenciamento em separado.

A experiência foi bem-sucedida e a organização fixou junho como a nova data do ExpoVinis Brasil: em 2017, o evento acontece entre 6 e 8 de junho, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), novamente em paralelo à Fispal Food Service.

“Esta foi uma edição fundamental para todos, principalmente pelo cenário econômico instável que atravessamos. É importante reforçar que o ExpoVinis é o evento que movimenta os negócios do setor e coloca nosso país no mapa das principais feiras de vinhos do mundo; é um momento em que atraímos os olhares e os interesses do mercado mundial, que reconhece a feira como o ponto de encontro dos principais players do segmento” comenta Clélia Iwaki, diretora do ExpoVinis.

Uma das inovações, que reputo extraordinária, foi o Fórum ExpoVinis, dedicado realmente ao melhor do vinho que antes do prazer da degustação, trata da cultura e informação, trazendo temas atuais do segmento em palestras conduzidas por alguns dos principais nomes do setor.

Sem dúvida, convidados para este fórum nomes como o de Carlos Cabral (consultor de vinhos do Grupo Pão de Açúcar), Rogério Salume (presidente da Wine.com.br) e Manoel Beato (sommelier do grupo Fasano), enriqueceram aos que puderam dele participar.

Após o Fórum, os visitantes participaram das Experiências Gastronômicas oferecidas pela revista Prazeres da Mesa e pelo grupo Pão de Açúcar: aulas seguidas de mini degustações comandadas por chefs de cozinha, que ainda outro dia comentei com Ricardo Castilho, editor da revista, que foram fantásticas.

Também a parceria com a Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP), onde especialistas como Arthur Azevedo, presidente da associação, promoveram palestras com temas básicos, levando conhecimento e cultura aos interessados e futuros consumidores de vinhos, foi elogiável.

Outro importante espaço de conteúdo foi o Lounge Wine Thinking, promovido pela Eno Cultura. Destinado a discutir, de maneira ‘informal’, temas variados como ‘serviço e armazenamento de vinhos’, reunia 4 grandes nomes do segmento: além da Eno Cultura, a Wine Thinking Brand Communication, a Decanter Magazine e a Corte de Master Sommelier.

O ExpoVinis voltou a cumprir sua missão fundamental de mediar os negócios no segmento, com mais de 300 reuniões realizadas entre compradores convidados e expositores da feira durante as Rodadas de Negócios.

Compradores da Argentina e dos estados de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo se reuniram com expositores da França, Chile, Eslovênia, Itália, Espanha, Portugal e Brasil.

De acordo com a organização, 90% das empresas compradoras visualizaram a possibilidade de fechar negócios a curto e médio prazo, a partir da participação nas Rodadas.

Nesta que celebrou 20 edições do ExpoVinis também comemorou 10 anos do TOP TEN, um dos mais aguardados concursos do Brasil, onde a lista de vinhos premiados presentes na feira, sempre alavanca vendas, conhecimento e cultura, onde vinhos brasileiros como espumante Gran Legado Brut Champenoise, premiado pela terceira vez na categoria ‘Espumante Brasileiro, e os exemplares dos brancos e tintos brasileiros, foram representados na premiação pelo Don Guerino Sinais Sauvignon Blanc, da Vinícola Don Guerino, e o Lidio Carraro Agnus Tannat da Lidio Carraro Vinícola Boutique.

A lista já publiquei no DivinoGuia http://www.divinoguia.com.br/indique.asp?acao=indicacao&id=835

Também mais uma edição do Wine Blog Hunter, concurso realizado em conjunto com o especialista Cesar Adames e que consiste em reunir os principais blogueiros de vinhos do Brasil para eleger o Melhor Tinto e o Melhor Branco da feira com preço máximo de R$ 70,00.

Este ano, os vencedores foram:
Melhor Branco: Peter Yealands Sauvignon Blanc 2015 - Nova Zelândia Selecionado por Álvaro Cezar Galvão, de São Paulo, do site Divino Guia Preço para consumidor final: R$ 69,90
Melhor Tinto: 3 Autores 2013 – Portugal Selecionado por Rafael Roseira, do Rio de Janeiro, do blog Terroirs Preço para consumidor final: R$ 67,00

Mais uma vez em meu nome, pois escrevo, falo e dou palestras sobre os vinhos em geral, e os brasileiros em particular, agradeço aos que participaram do stand Vinhos do Brasil, que contou com o apoio do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho). Participaram as marcas Don Guerino, Rio Sol/Vini Brasil, Zanella, Lucano, Nova Aliança, Batalha, Lidio Carraro (que lançou na feira o vinho oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016) e Gran Legado, cujo grupo relançou no ExpoVinis Brasil a famosa marca Maison Forestier.

Também importadoras que acreditaram na feira como Premium Wines, Mercovino, Adega Alentejana, Caves Santa Cruz, Bodegas Selecionadores de Vinhos e Galeria dos Vinhos.

Vemos-nos no ExpoVinis Brasil 2017 que já tem data: o evento acontecerá entre 6 e 8 de Junho, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), novamente em paralelo à Fispal Food Service.

Para saber mais
www.informaexhibitions.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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04/07/2016 - 15:30:00
Bebidas> Vinhos > Wine Weekend


Levar a cultura do vinho para o cidadão comum, sem rodeios e sem firulas, Wine Weekend 2016.

Carrinho bicicleta do Próxima Taça com Bag In Box no Wine Weekend 2016

Meninas e meninos,

Quando falo de levar a cultura do vinho para o cidadão comum, quero dizer que temos que pensar sempre em fazer do vinho, um vetor de cultura global envolvendo geografia, gastronomia, turismo, o vinho propriamente dito e a saúde, isto tudo de um modo simples e objetivo, para que todos os interessados, e aqueles que ainda poderão se interessar, entendam; sem pedantismo e esnobismo, sem termos demasiadamente técnicos.

De todas as coisas que me agradam no modelo da feira Wine Weekend, o de levar vinhos que estejam com preços acessíveis ao público consumidor, e a venda com bons descontos, é um dos pontos altos deste evento.

Nesta edição de 2016, uma destas iniciativas me deixou ainda mais contente, o de ver o CARRINHO BICICLETA PRÓXIMA TAÇA, mostrando os bons vinhos, brasileiros e também importados, todos em BIB-Bag In Box, embalagem do qual sou fã incondicional.

Esta edição do Wine Weekend veio com força, foram 68 stands, mais de 100 marcas entre vinhos brasileiros e importados, sendo que 16 com vinhos franceses na edição que homenageou a França.

Uma coisa que chamou a atenção na coletiva de imprensa na abertura da feira, onde o jornalista Eduardo Viotti anunciou os vencedores do certame The Best Of Wine Weekend, onde com muita honra, mais uma vez, fui um dos jurados.

E abrilhantado a abertura, as presenças da Sra cônsul geral da França, Marie-Christine Lang, e do senador da República Italiana Fausto Guilherme Longo, é que este último citou um levantamento da Embrapa Uva e Vinho onde mostra que apenas 2% do território paulista não se presta ao cultivo de uvas viníferas, tendo alguns terroirs muito parecidos com os da Europa, inclusive.

Abaixo os vinhos classificados como os melhores do ano 2016:
Branco Daniel Etienne Defaix-Chablis 1ere Cru 2002-Magnum Club
Tinto Quinta da Mieira Douro Reserva 2010-Galeria dos Vinhos
Espumante Champagne Barons de Rothchild-Magnum Club
Rosé Châteaux de Pourcieux Côtes de Provence 2015-Cantu – Espaço Vins de Provence
Doce Ludwig Wagner &Sohn Auseles Pfalz 2008-Weinkeller

Brasileiros com medalha ouro:
Tinto Aurora Millésime 2012 Fin do Produtor Ancellotta 2012

O Millésime da Aurora é um velho conhecido, e continua sendo ótimo, desde sua primeira safra.

O Ancellotta da Vinícola Fin, eu não conhecia, e foi a minha mais alta nota em minha planilha, pelos vinhos que passaram em minha sessão.

www.vinicolafin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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01/07/2016 - 09:30:00
Gastronomia> Gastronomia chilena > Trufas


Mais uma vez o Chile demonstra inteligência e competência na agroindústria.

Trufa negra-Tuber melanosporum da A.T.Chile

Meninas e meninos,

Venho de longa data exaltando o Chile em muitos aspectos, desde sua posição firme em seguir crescendo como país exportador do setor agro industrial, como no setor do turismo ligado a estes setores.

Os vinhos chilenos hoje estão dentre os que mais se consomem no Brasil, seu polo produtor de azeite de olivas, hoje já é o quinto no mundo, seus frutos do mar como mexilhão e salmão trazem a pujança à nossa mesa.

Frutas frescas e secas, minérios, turismo dedicado aos setores vitivinícolas, com sua demonstração de capacidade plena do entender as necessárias atrações e critérios para o bem e melhor atender o turista.

Nesta semana, fui convidado através da competente assessoria CH2A, pelo ProChile Brasil, instituição do Ministério de Relações Exteriores do Chile e responsável pela promoção de exportações, e diga-se logo, gerida aqui pelo querido amigo Oscar Paez, homem de visão aguda e aberta, e que deu um salto de qualidade invejável nas relações entre os dois países, durante sua gestão, para ver, ouvir, e provar mais uma das pioneiras novidades.

Trufas, sim os tartufos agora têm nacionalidade chilena também!

Num lugar muito especial, e dedicado ao tema, a Tarfurerie San Paolo, fomos recebidos, nós jornalistas, importadores e restauranteurs, para a deliciosa mostra da novidade chilena.

Iguaria milenar, as trufas, antes somente europeias, agora moram também no Chile, trazidas pela competente administração destes desbravadores agricultores e técnicos chilenos, para alegria dos gourmets de lá, de cá e de onde mais puderem com sua produção alcançar.

O modus operandi é similar aos encontrados na Itália, por exemplo, onde cães bem treinados auxiliam na localização das trufas maduras.

As trufas negras, desde seu início de cultivo(chamemos assim) no Chile, despertou o desejo de muitos agricultores jovens, e quando o assunto já era negócio, foi fundada em 2013 a Associacion Truficultores de Chile-A.T.Chile, que já reúne 30 produtores, cultivando a espécie Tuber melanosporum, a mesma variedade produzida na Itália.

São sete regiões chilenas a produzi-las, e segundo Karin Zapata, porta voz da A.T Chile, as mesmas condições geográficas que os viticultores alegam para sua atividade em termos de sanidade, ou seja, o país estar contido entre os Andes e o Pacífico, também serve aos truficultores.

Além disso, a época de colheita das trufas vai de Maio a Setembro, entre safra dos outros países, proporcionado trufas frescas.

Parabéns ao Chile, aos produtores, ao ProChile pela sua vontade de superar obstáculos e visão empreendedora.

Nós, seus vizinhos, ao mesmo tempo, que exultamos pelo êxito e pelas iguarias ofertadas, torcemos pelo contínuo desenvolvimento.

ProChile
www.prochile.gob.cl

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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