26/03/2015 - 10:15:00
Bebidas> Vinhos > Entidades


Afavin- Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados, elege para o biênio 2015-2016 nomes importantes da vitivinicultura local

Diretoria eleita da AFAVIN da esquerda para a direita: Marchetto, Santini, Tesser, Taffarel, Chesini, Cappelletti e Tonini - crédito Marciele Scarton

Meninas e meninos,

A AFAVIN- Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados, vêm desenvolvendo um belíssimo trabalho promovendo aos seus associados, o acesso a informações importantes, divulgando-os e mostrando ao RS, que o município de Farroupliha, o maior produtor de uvas moscatéis, progride também em seus vinhos tranquilos.

AFAVIN já solicitou a IP-Indicação de Procedência- Farroupilha ano passado, e vem tendo ao longo dos anos diversas festividades em seu calendário sempre lembrando o espumante de uvas Moscatel, onde o turismo e a gastronomia, aliados importantes para que o consumo responsável de vinhos seja fomentado, conforme poderão ver nos textos dos links abaixo.

Link 1 - http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=398

Link 2 - http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=392

Link 3 - http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=241

Link 4 - http://www.divinoguia.com.br/pesquisa2.asp?id=231

Mas, voltando à eleição da diretoria, fico contente em ver amigos, respeitados enólogos, fazendo parte desta associação, pois continuo sendo um arauto dos bons vinhos em geral e dos vinhos brasileiros em particular, e Farroupilha, assim como outras entidades do RS, são atuantes neste mister de mostrar o desenvolvimento desta agroindústria alimentícia.

Sim, alimentícia, pois somente aqui e em pouquíssimos países sem maiores tradições neste campo, o vinho não é reconhecido como alimento, fator que desoneraria bastante o setor, mas, em épocas de grades equívocos federais e estaduais, não tenho esperanças por ora de ver este pleito acontecer.

O amigo João Carlos Taffarel, que foi o primeiro presidente da associação de vinícolas farroupilhense, e que exerceu o cargo máximo de 2005 a 2008, agora reassume o posto na entidade que até então, no biênio anterior, era cargo desempenhado por Ricardo José Chesini, outro amigo, este mais recente, mas não menos importante. Taffarel foi o primeiro presidente da entidade, desempenhando a função por dois mandatos entre os anos de 2005 e 2008, seguido por Tiago Tonini, também em dois mandatos, no período de 2009 a 2012. Apesar do estatuto da entidade prever a reeleição do presidente e demais cargos por mais um mandato de dois anos, Chesini opta por deixar o posto em função de projetos pessoais. “Saio da presidência com a sensação de dever cumprido, tendo feito o que esteve ao meu alcance em prol da entidade em um período que foi de intenso trabalho e dedicação. Fico com um sentimento de felicidade por poder dedicar, agora, mais tempo a projetos pessoais e a minha empresa, ao mesmo tempo em que, como vice-presidente, mantenho-me atuante na associação, no assessoramento do Taffarel, que retorna à presidência num período em que a Afavin deverá obter ainda mais visibilidade em função de projetos que foram semeados desde a primeira gestão dele e serão colhidos agora”, pontua.

Como legados da gestão de Chesini, destacam-se o salto de crescimento e visibilidade que obteve o Festival do Moscatel, com a reformulação de formato do evento, e o encaminhamento do projeto de IP-Indicação de Procedência dos Vinhos e Espumantes Moscatéis de Farroupilha ao INP- Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

Será nesta nova gestão de Taffarel que deverá ser obtida IP, projeto desenvolvido numa parceria da Afavin com a Embrapa, liderado por ele, desde 2009. “Volto à presidência num momento em que há a determinação do grupo de mantermos a associação coesa, fortalecida, trabalhando-se a divulgação com eventos como a Seleção de Vinhos e o Festival do Moscatel, promovendo capacitação e treinamentos para os associados e comprometidos numa gestão interna com o engajamento de todos os diretores e com divisão de tarefas para o melhor acompanhamento de cada trabalho. Será também um momento importante, histórico para a Afavin e Farroupilha, sendo que estamos na iminência de conquistar uma nova indicação de procedência para o Brasil”, salienta. A expectativa é que o deferimento da IP ocorra nesse ano de 2015.

A diretoria da Afavin conta ainda com Paulo Tesser como 1º Secretário. Tesser será responsável, juntamente com o presidente, pela organização da Seleção de Vinhos. Daniel Cappelletti, no cargo de 2º Secretário, atuará com o vice-presidente na organização do Festival do Moscatel. Como 1º e 2º tesoureiros permanecem Rafael Marchetto e Tiago Tonini, respectivamente. Tonini também atuará na organização da Seleção de Vinhos. Com Taffarel na presidência, assume a coordenação do Conselho Técnico da entidade Leandro Bianchi Santini. “Seguiremos trabalhando na busca de qualificação cada vez maior dos nossos produtos, propósito que será acentuado, sobretudo, com o selo da IP”, destaca Santini.

A eleição foi realizada no Restaurante e Café Santa Rita.

Diretoria Afavin (2015/2016)

Presidente: João Carlos Taffarel -Cave Antiga Vitivinícola.
Vice-presidente: Ricardo José Chesini -Adega Chesini.
1º Secretário: Paulo Tesser -Cooperativa Vinícola São João.
2º Secretário: Daniel Cappelletti -Vinícola Cappellett.
1º Tesoureiro: Rafael Marchetto-Cooperativa Vinícola São João.
2º Tesoureiro: Tiago Tonini-Vinícola Tonini.

Conselho Fiscal:

Antonio Colombo-Vinícola Colombo, Natalino Tonini-Vinícola Tonini e Magnos
Basso-Basso Vinhos e Espumantes. Suplentes: Edson Cembrani-Vinhos Don Giusepp, Marco Cappelletti -Vinícola Cappelletti, Leandro Bianchi Santini-Vinícola Perini.

Presidente/Coordenador do Conselho Técnico e de Pesquisa: Leandro Bianchi Santini

Membros do Conselho Técnico e de Pesquisa, órgão de assessoramento, composto por técnicos associados, de renomada capacidade, que respondem pela análise e emissão de pareceres acerca dos projetos técnicos e de pesquisa.

João Carlos Taffarel, Ismar Pasini-Cooperativa São João; Magnos Basso; Paulo Tesser; Ricardo José Chesini; Tiago Tonini, Eduardo Rech-Adega Chesini.

Parabéns amo amigos, e que possamos em breve comemorar a IP dos Vinhos e Espumantes Moscatéis de Farroupilha.

Afavin - www.afavin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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25/03/2015 - 09:50:00
Bebidas> Vinhos > Comemoração


Dia do Vinho 2015 celebra além da bebida, o modo de consumi-la aliando o turismo como vetor

Dia do Vinho 2015 - divulgação

Meninas e meninos,

Integrando diversos municípios da Serra Gaúcha, o Dia do Vinho 2015 terá nesta sua sexta edição, uma alteração bem ao modo dos descendentes de italianos que ainda são os maiores responsáveis por esta indústria vitivinícola, que é celebrar em família e com muita fartura.

A alteração é a de que nesta edição, a festa contará com uma semana a mais, já que tradicionalmente os festejos aconteciam não primeiro Domingo de Junho, e agora terá início no dia 22 de Maio e se estenderá até o dia 07 de Junho.

A tradição familiar de quem acredita que a qualidade e a fartura na elaboração dos derivados da uva, além da própria uva, de uma gastronomia rica e artesanal e da hospitalidade devem ser celebradas com ainda mais qualidade e fartura, foi então preciso espaço maior no calendário, bem como a extensão geográfica pelo Rio Grande do Sul, produtor.

Neste ano Veranópolis, cidade onde as pessoas vivem muito e bem, integra o festival enoturístico e gastronômico na região que é completado por Antônio Prado, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira. Na Campanha Gaúcha, as visitas, degustações, passeios e parrilladas espalham-se por Bagé, Dom Pedrito, Itaqui e Santana do Livramento. E Porto Alegre arremata com a Feira do Vinho.

Ao todo, são mais de 150 empreendimentos das cadeias vitivinícola, gastronômica e turística engajados com atrações específicas e descontos promocionais, envolvendo empreenderes e trabalhadores, muitos deles de núcleo familiar, por centenas de quilômetros do Estado.

O Dia do Vinho é promovido pelo Sindicato dos Hotéis Restaurantes Bares e Similares Região Uva e Vinho-SHRBS e pelo Instituto Brasileiro do Vinho-Ibravin, como resultado do Projeto Eventos Integrados e Integradores, uma reinterpretação da concepção de evento, fomentado pelo Ministério do Turismo.

A lei que instituiu o Dia do Vinho no Rio Grande do Sul no primeiro domingo de junho de cada ano foi promulgada em 12 de dezembro de 2003.

A edição 2015 tem apoio do Sindicato da Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho do Rio Grande do Sul -Sindivinho-RS, Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados -Afavin, Associação dos Produtores de Vinhos de Pinto Bandeira -Asprovinho, Bento Convention Bureau, Caxias do Sul Convention & Visitors Bureau, SHRBS de Garibaldi, Phoenix e Atuaserra.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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24/03/2015 - 11:19:00
Gastronomia> Harmonizações > Vinhos


Raras vezes em nossa confraria Taninos no Tucupi vimos tamanhas discrepância nas avaliações de harmonização e dos vinhos que levamos

Pernil assado, leve tutu de feijão e verdura assustada como prato principal.

Meninas e meninos,

Mais uma vez, nós da Confraria Taninos no Tucupi, cujo objetivo primeiro é averiguar harmonizações de vinhos com gastronomias regionais brasileiras, vimos tantas e tão disparares avaliações de harmonia.

Foram tantos os bons vinhos que nós “tanineiros” levamos, que votar na melhor harmonização ficou muito complicado e os ganhadores levaram o mérito com um mínimo de diferença em votos.

Só para se ter uma ideia, de espumantes havia 3 exemplares, sendo um para o confraternizar inicial e dois para o prato principal, um deles brasileiro, de safra antiga, um dos pioneiros em usar leveduras encapsuladas, vinificado por um dos dois magos dos espumantes no Brasil, o Alejandro Cardoso: o outro mago é o Mário Geisse!

Este espumante, o Família Piagentini 2003, levei eu, um presente do querido amigo, pois sem falsa modéstia, quando o Alejandro o vinificou, o primeiro espumante que fazia no Brasil, disse a ele que o vinho era espetacular, bastava mudar o rótulo, para se reverter o estigma que a linha Família Piagentini levava por ter no mercado “vinhos culinários”. A mudança veio na safra seguinte, e cujo nome hoje serve para nomear a vinícola sucessora, o espumante Décima.

Sabem o que é isso, um espumante método Charmat, safra 2003, durar íntegro, cheio de nuances minerais, alguns químicos de início que depois se abriram em própolis e mel(o Agilson matou na mosca estes aromas que buscávamos na memória e não os definíamos muito bem).

Minhas impressões em boca batiam com o olfato, um frutado doce, certo anis persistente e muito nítido, acidez ainda presente, borbulhas presentes, mas menos persistentes, como é de se esperar de um espumante mais envelhecido. Um néctar encantador.

Para mim, o ganhador da harmonização com o prato principal foi este espumante, mas o grupo optou por pouca diferença por outro espumante, e que empatou com um vinho tinto, o Crèmant du Jura 2010 biodinâmico, que estava espetacular também.

Meu segundo foi o Chileno EQ Matetic Chardonnay 2007, este para o grupo foi o quarto.

Mas não pensem que só os brancos foram bem, pois o vinho tinto que empatou com o Crèmant foi o Beronia Crianza 2011, e também pela ordem geral foi terceiro o Marques de Tomares 2005.

Outro vinho que se saiu muito bem na avaliação somente dos vinhos, mas não teve pegada para a harmonização foi o maravilhoso Baron de Lantier Cab. Sauvignon 1991, sempre deslumbrante por onde passa. Vinho brasileiro não é longevo? Mudem seus discursos enochatos de plantão.

Prato principal: pernil é marinado de véspera em um tempero com alho, cebola, sal, pimenta-do-reino, pimenta ardida e vinho. No dia seguinte é assado por umas 7 horas. Dos acompanhamentos certeza, a Chef Mara Salles preparou um tutuzinho de feijão leve e couve.

As entradinhas foram:

1-bolinhos de almeirão(polvilho, azeitonas, cebolinha, ovos caipiras, erva-doce e pimenta-do-reino).

2-Caldo de galinha caipira, arroz de pilão e hortelã.

3-Mini lulas e quiabinhos grelhados, flor de sal e pimenta malagueta.

Para a sobremesa trio de compotas com queijo Canastra e harmonizando com o Late Harvest de S.Blanc 2008 da Morande.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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23/03/2015 - 00:00:00
Gastronomia> Nutrição > Paixes


Páscoa lembra peixes para os almoços, e o salmão é rico em ômega 3

Salmão com molho de laranja e frutas flambadas

Meninas e meninos,

As festividades da Páscoa estão chegando e refeições com peixes são comuns, já que é tradição servir este prato no almoço da sexta-feira santa. O que muitos não sabem é que este costume pode trazer muitos benefícios para saúde. Rico em ômega-3 e principalmente do ácido graxo DHA, o peixe ajuda na redução do risco para doenças cardiovasculares, diminuição do nível de colesterol e da ansiedade, além de vantagens para a memória e visão. Para que o consumo de peixe não ocorra apenas neste período, devemos lembrar recomendações de nutricionistas para que se comam peixes ao menos duas vezes por semana e 250 mg de DHA por dia substância associada a todos esses benefícios.

Segundo dados do IBGE, a média de consumo nacional de peixe dobrou nos últimos 10 anos. Para entender melhor o que significam estes dados, e ajudar na inclusão do peixe na alimentação regular, Maria Fernanda Elias, doutora em ciências pela USP nutricionista da DSM, esclarece algumas dúvidas frequentes sobre os peixes, respondendo algumas perguntas.

P-O que faz os peixes serem tão benéficos?
R-Além de ser um alimento saboroso, versátil e nutritivo, o consumo regular de peixe pode ajuda na melhora da memória, concentração, aprendizagem, e redução do risco de doenças cardiovasculares, por conter um tipo de ômega-3 (chamado DHA) que atua com um anti-inflamatório no organismo.

P-Existe diferença entre os nutrientes dos peixes provenientes de água doce e água salgada?
Sim, especialmente com relação ao conteúdo de DHA. Os peixes de água salgada possuem maior concentração de DHA, pois se alimentam de algas, que são fontes naturais dessa substância. Portanto, para obter os benefícios anti-inflamatórios desse alimento, o ideal é que se consuma pescada branca, cavala, atum, salmão, sardinha e outros peixes marinhos.

P-O que é Ômega 3?
R-São ácidos graxos que são chamados de essenciais, pois o nosso organismo não tem a capacidade de produzi-los e também porque são fundamentais para a manutenção e promoção da saúde humana. Os ácidos graxos ômega 3 formam uma família específica na classe de ácidos graxos poli-insaturados. Os mais importantes da família são o ALA (ácido alfa-linolênico), o EPA (ácido eicosapentaenóico) e DHA (ácido docosahexaenóico), mas eles não são todos iguais. Ou seja, cada tipo de ômega-3 possui um benefício específico para a saúde o ALA, por exemplo, encontrado em óleo de linhaça e óleo de canola, atua basicamente no fornecimento de energia para o corpo. Por outro lado, o DHA, encontrado nos peixes marinhos, apresenta todos os benefícios colocados anteriormente. A quantidade de EPA e DHA também variam em cada pescado, segundo Maria Fernandes Elias,os peixes com maior teor de gordura tendem a conter uma maior concentração destes nutrientes, portanto, o salmão seria uma das melhores fontes.

Valores referentes a uma porção de 100 gramas do peixe cozido

Salmão tem 751mg de DHA e 537mg de EPA
Cavala tem 699mg de DHA e 504mg de EPA
Sardinha em lata tem 509mg de DHA 473mg de EPA
Pescada branca tem 235mg de DHA 283mg de EPA
Atum tem 232mg de DHA e 47mg de EPA
Bacalhau tem 154mg de DHA e 4mg de EPA
Fonte: Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)

P-Qual é a dose diária recomendada de DHA?
R-A recomendação com base em estudos é de 250 a 500 mg. O DHA funciona como um cardioprotetor, fazendo com que o colesterol ruim (LDL) não se deposite nas paredes das artérias. Além disso, o DHA contribui para a redução dos níveis de triglicérides no sangue. Outro dado importante é que Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo diário de 200 a 300 mg de DHA o durante a gravidez e a lactação, para desenvolvimento ideal do cérebro e dos olhos da criança. Recentemente, a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) reuniu as mais novas evidências científicas a fim de apoiar especialistas sobre a importância do DHA e montou um consenso que mostra que: o consumo de DHA no período de gestação é essencial na formação de todas as membranas celulares do sistema nervoso central, ajuda a prolongar gestações de alto risco, aumentar o peso do recém-nascido, comprimento e circunferência da cabeça ao nascimento, além de zelar da acuidade visual, coordenação mãos-olhos, atenção, resolução de problemas e processamento de informações[1]. O consenso também indica que existe uma forte correlação entre nutrição adequada e desenvolvimento cognitivo e visual nas crianças. Além disso, revela que o DHA junto com o ácido araquidônico, são os principais componentes lipídicos dos tecidos cerebrais e fundamentais para o desenvolvimento cerebral e visual dos pequenos[2]. Como o leite materno por muitos meses é o único alimento que a criança recebe, é importante que haja uma boa suplementação da mãe para que o DHA seja passado para o filho. Portanto, o consenso brasileiro recomenda que, independentemente da dieta, toda gestante deve receber suplemento diário de DHA na dose de 200 mg/dia.

P-Quais são os principais benefícios do DHA?
R-O DHA traz muitos benefícios à saúde, dentre eles: redução do risco de declínio cognitivo relacionado à idade; Auxilio na prevenção de arritmias; efeito antiplaquetário, prevenindo e tratando a aterosclerose; Ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim (LDL) e de triglicérides; Contribui para uma gravidez mais saudável; Participa da formação do cérebro e da retina; Promove melhor desenvolvimento cognitivo e contribui para uma menor incidência de problemas respiratórios e alergias em crianças. O Consenso da ABRAN apontou que o DHA traz benefícios para a saúde ao longo de toda a vida, sobretudo, durante a gestação, lactação e infância.

P-A forma de cocção altera a quantidade nutrientes?
R-Sim, principalmente quando se opta por fritar o peixe, pois ocorre o aumento do teor de gorduras saturadas. Prefira preparar o peixe assado, grelhado, ensopado (moqueca) ou cozido. Ele pode também ser usados como ingrediente de pirão e saladas ou servir como recheio de tortas.

P-Peixes são a única fonte de DHA?
R-Não. O DHA também pode ser consumido por meio de produtos fortificados (como sucos e leites enriquecidos com DHA, por exemplo). Além disso, é possível consumir o DHA na forma de suplemento alimentar, em cápsulas. Lembrando que é sempre importante conversar com um nutricionista quando houver dúvida sobre sua alimentação. Fresco, congelado, seco ou enlatado, o pescado vai muito além de uma boa refeição. Então, a palavra-chave para a inserção do pescado no cardápio da família é criatividade. Inovar nas receitas e tornar o prato mais atraente facilitará muito na aceitação, principalmente das crianças.

[1] Lassek WD, Gaulin SJ. Maternal milk DHA content predicts cognitive performance in a sample of 28 nations. Maternal & child nutrition.

[2] Valenzuela A, Nieto MS. [Docosahexaenoic acid (DHA) in fetal development and in infant nutrition].

Revista medica de Chile. 2001;129(10):1203-11

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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20/03/2015 - 00:00:00
Bebidas> Vinhos > Eventos


ExpoVinis Brasil está chegando e trazendo com ela o desejo de conhecimento sobre vinhos

Logo da ExpoVinis - divulgação

Meninas e meninos,

É chegada a hora de se credenciar para a maior feira de vinhos da América Latina.

Lembro que feira de vinhos, não significa ficar tomando vinhos, mas sim, “degustando vinhos”, evite, portanto o vexame que alguns menos conscientes proporcionam, e aproveite com moderação, e não vá dirigindo.

O Site DivinoGuia apoia as boas normas de conduta e civilidade.

Faça seu pré-credenciamento até 23/3 e receba a credencial no endereço que desejar.

Não perca tempo. Credencie-se já!

Credenciamento: http://goo.gl/i4YHAp

Site oficial: www.expovinis.com.br/pt/

Informações: www.ch2a.com.br/site/SecaoNoticias/conteudo.php?id=740

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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