19/12/2014 - 09:57:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Cinco milhões de garrafas ao ano em 580 ha produzindo

Seleção de vinhos degustados na visita à Almadén

Meninas e meninos,

Este texto tem o objetivo de resgatar um pouco sobre os emblemáticos rótulos Almadén, que os brasileiros bem conhecem desde há muito em seus vinhedos de Santana do Livramento.

Em visita organizada pelo Projeto Imagem do Ibravin, 13 jornalistas, dentre os quais me incluo, visitamos algumas regiões produtoras do extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, o maior produtor de uvas viníferas e de vinhos finos de mesa.

Dentre as regiões visitadas Rosário do Sul, Santana do Livramento, Dom Pedrito, Bagé e Candiota, fizeram parte desta jornada, da qual estou colocando em textos aos poucos.

Com as cifras vistas acima podemos ter uma vaga impressão do que seja uma vitivinicultura bem sucedida no nosso solo.

Estou falando neste caso da Miolo Wine Group e seus vinhos com os rótulos Amadén, que de um total de 1200 ha, 580 ha estão produzindo, levando esta potência da vitivinicultura a se expressar com vigor, nos distintos terroirs de que dispõe.

Fomos recebidos por Leonel Caliari, gerente enológico do grupo e por Fabrício Domingues, que supervisiona os vinhedos como engenheiro agrônomo, que se dispuseram a dar ao grupo um vasto panorama do que seja esta empresa e seus rótulos.

Dos 500 ha aproximadamente que estão em produção, 200 ha são de vinhedos com cerca de 40 anos; outros 200 ha com 15 anos e os restantes são vinhedos novos com um total de 22 variedades.

Do total da área, 20% estão dentro da quota de reserva legal mais 9 APP(Área de Proteção Permanente) dentro do bioma Pampa.

A história da Almadén tem origem nos idos de 1976, tendo a fabrica seu início já em 1980.

Em 2002 as instalações e terras foram adquiridas pela gigante do setor de bebidas Pernod Ricard, tendo então finalmente em 2009 passado às mãos da Miolo Wine Group, começando a revitalização dos vinhedos, pesquisas de novos clones e variedades e estudos de solo avançados.

Dentre as variedades plantadas a maior parte é de Cab. Sauvignon, sendo seguidas pela Riesling e Tannat, variedades que estão plenamente adaptadas e com excelentes resultados em suas vinificações.

Para se ter uma ideia de grandeza, a capacidade instala beira os 8.500.000 litros, números expressivos quando se trata da vitivinicultura brasileira.

Mas deixano de lado a parte mais técnica, vamos ao panorama de vinhos degustados nesta visita.

Degustamos cerca de 12 vinhos, desde os mais simples como o Frisante Almadén Blush, que leva no corte Merlot, C.Franc e Syrah, feito pelo método Charmat e que é um dos rótulos de menor preço da empresa, até o emblemático Almadén Tannat Vinhas Velhas, que se encaixa no topo da pirâmide, feito com as cepas mais velhas encontradas na Almadén.

Todo o painel me leva a crer que a máxima que tenho defendido desde sempre que devemos beber o que mais gostamos é a mais pura expressão da verdade, pois as vendas distribuídas pelos diversos rótulos confirma a tese.

Um dos vinhos de que mais gostei na degustação e que sempre indico aos leitores, além é claro do Tannat Vinhas Velhas, é o Almadén Riesling, vinho bem feito, fresco e equilibrado, para se beber bem jovem, com temperatura ao redor dos 10º C, bem apropriado ao nosso clima. Tem tudo para agradar, seus aromas frutados e florais, sua acidez na medida, corte das Riesling Itálico(70%) e Renano, é um acompanhante ideal para gastronomias menos calóricas, como as entradas frias, alguns queijos de massa mole, petiscos e aves sem molhos. Posso dizer que ficará ótimo com o tradicional salpicão natalino.

Os vinhos Quinta do Seival Cab. Sauvignon e o Bueno Paralelo 31 também agradaram bastante.

Para melhor compreender a diversidade de rótulos e de terroirs, procurem entrar no site da Miolo: www.miolo.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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18/12/2014 - 10:46:00
Gastronomia> Cias Aéreas > Sofisticação


Até janeiro, pratos criados pela renomada chef, que acumula três estrelas Michelin, estarão disponíveis para passageiros da classe La Première

Prato da primeira classe da Air France assinado pela Chef Anne-Sophie Pic.

Meninas e meninos,

Para quem pode viajar nas acomodações exclusivas de primeira classe, algumas surpresas são reservadas, e nada melhor do que neste final de ano se presentear.

Desde dezembro de 2009, a Air France convida renomados chefs franceses para criar os pratos no cardápio La Première, que mudam a cada dois meses, a bordo dos voos de longa distância com partida de Paris e algumas estações internacionais. Joël Robuchon, Guy Martin, Michel Roth e Régis Marcon já endossaram esse papel de embaixadores da culinária francesa. Desde o início de dezembro deste ano, a companhia confiou esta tarefa a chef Anne-Sophie Pic, premiada três vezes com estrelas Michelin.

Até o fim de janeiro de 2015, os pratos serão assinados por Anne-Sophie Pic e servidos nos voos que partem do Aeroporto Paris-Charles de Gaulle. Os utensílios de mesa da primeira classe também ganharam novo design do francês Jean-Marie Massaud, que trouxe ainda mais elegância para as louças La Première.

Nesse novo ciclo, os clientes Air France poderão experimentar exclusivamente nas cabines La Première novas entradas e cinco novos pratos grelhados.

Para melhorar a experiência na primeira classe, dos voos que saem de Paris, a Air France conta com o designer Jean-Marie Massaud, que projetou novos formatos para os utensílios de mesa.

Com taças Arc International Champagne, pratos de porcelana fina Bernardaud e talheres Christofle, Massaud planejou um serviço completo com cerca de 40 peças originais. Esta nova gama ilustra o universo luxuoso de La Première, que combina sofisticação, sutileza e modernidade.

Uma referência especial, o cavalo-marinho alado é símbolo da marca Air France La Première, que aparece em marca d'água nas louças.

Air France e a requintada cozinha francesa

Com o cardápio La Première que contempla nomes mundiais da gastronomia, a Air France confirma seu papel como embaixadora da boa cozinha e do estilo de vida franceses: “France is in the Air!”.

A bordo, detalhes minuciosos proporcionam experiências gourmet de alta qualidade. Com Sturia caviar e uma escolha de Champagnes Prestige, os melhores pratos podem ser encontrados no cardápio La Première e as sobremesas são criadas por Lenôtre. A carta de vinhos é cuidadosamente selecionada por Paolo Basso, o melhor sommelier do mundo de 2013, em colaboração com Bettane & Desseauve, autores do Guia de Vinho Francês (the French Wine Guide).

Mais informações sobre os voos com Air France: www.airfrance.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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17/12/2014 - 10:47:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Degustação de vinhos do Líbano em casa do Cônsul Kabalan Frangieh é sucesso total

Adyar Monastère de Qobbay-Syrah-C.Sauvignon 2010

Meninas e meninos,

Os vinhos nos dão algumas oportunidades ímpares, como esta degustação em casa do Senhor Cônsul Geral do Líbano, em que participamos vários jornalistas e eu, organizada pela Cris Neves.

Quando poderia eu ter acesso a vários vinhos do Líbano, tirando os que já estão aqui no Brasil?

Pois bem, alguns dos vinhos são realmente fantásticos, e falarei de modo geral deles.

A grande maioria tem uma proximidade grande com os vinhos franceses, óbvio, mas com expressão muito particular, mesmo nas uvas mais conhecidas como Ca. Sauvignon, Syrah e outras.

Via de regra são vinhos bem estruturados em corpo, taninos presentes(nos tintos), acidez alguns deles menor do que eu gostaria de degustar, mas ainda assim, equilibrados.

Claro que dos muitos vinhos que degustei, tenho minhas preferências, como os vinhos do Château Nakad Blanc de Blancs 2013 do Bekkaa, os vinhos principalmente o Château Syrah do Clos du Phoenix, e os vinhos dos monges, que todos se entusiasmaram, até porque o monge maronita que lá estava representando o monastério, está no Brasil faz 4 anos, o Silvano Chamoun da Adyar Brasil.

Disse Silvano, que como na maioria dos lugares vitivinícolas, foram os religiosos os responsáveis pelo desenvolvimento do vinho no Líbano, e que sua ordem faz vinhos desde há muitos anos.

O vinho que mais gostei deles foi um corte de Syrah e Cab. Sauvignon, orgânico e quase biodinâmico, já que as práticas de agricultura e cuidados com os vinhedos seguem uma postura sem agressão à natureza, e sem químicos.

Foi muito esclarecedora esta degustação, e ficaria aqui escrevendo muito mais, mas creio que interesse mesmo aos leitores, principalmente pensando nos neófitos, que nunca deixem de provar vinhos, sejam eles de qual nacionalidade forem, de países tradicionais ou não, pois a riqueza deste mundo vínico é ampla, geral e irrestrita!

Para quem quiser conhecer um pouco do Adyar, pode enviar um e-mail ao monge Silvano: adyarbrasil@hotmail.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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16/12/2014 - 09:39:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Será vinho, será drinque ou um estilo de vida?

Ice Tropez

Meninas e meninos,

Confesso que quando conheci e degustei a linha de vinhos de Grégoire Chaix, os Crazy Tropez branco e rosé já os achei interessantes pelo frescor, ainda que muito distintos do que estamos acostumados.

Mas quando degustei a linha Ice Tropez, então tive que me acostumar com um novo paradigma, o de que estava degustando algo inusitado, um misto de vinho gaseificado com aromas e extratos de frutas e flores, com uma quantidade pequena de álcool, 6,5%, que os torna quase um coquetel.

Sim, é estranho pensar nisso como algo proveniente dos vinhos, mas, segundo seu criador, o vinhateiro Grégoire Chaix, assim com Saint Tropez é um lugar de diversão e prazer, os drinques são um abraço do vinho com os desejos de hoje.

“Mais que um drink, é um estado de espírito. É o modo de vida Ice Tropez” diz Grégoire Chaix.

De toda a sorte, minha intenção é mostra que há algo novo no mercado, e você mesmo, ao degustar estas novidades, tires suas conclusões.

Ice Tropez é um coquetel com base em vinho rose, com extrato natural de flor de nectarina, aromatizado com pêssego e água gaseificada com apenas 6,5%.

Suas garrafas e latas, sim, também tem latinhas, foram desenhadas pelo designer francês Chistophe Pillet, que também desenhou o Bar Du Port em Saint Tropez e de propriedade de Grégoire.

Crazy Tropez é diferente, com mais especiarias, vinho rose, frutado e cremoso.

O Crazy Tropez Branco tem aromas e sabor de lichias

Ambos os Crazy têm 12%, e devem ser degustados bem mais gelados que o normal.

Quem mostrou estas novidades foi Frederic Renault, general manager do grupo que toca o belo Brasserie des Arts, uma filial do bar e restaurante de mesmo nome localizado na Riviera Francesa, em Saint Tropez, daí a sinergia com os drinques.

Lugar interessante, com boa comida e pratos caprichados e drinques igualmente, sob a batuta do conhecido Marcelo Serrano.

Brasserie des Arts: www.brasseriedesarts.com

Quem está trazendo os Ice Tropez é a Renault Importadora
Rua Casemiro de Abreu, 7 Armação de Búzios-RJ
E-mail: contato@icetropezbrasil.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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15/12/2014 - 09:00:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Falou em Toscana, lembrou de Chianti. Falou em Chianti, lembrou de Valiano!

Chianti Valiano DOCG da Fattoria di Valiano

Meninas e meninos,

Faz algum tempo já desde que degustei este belo Chianti Valiano, mas não me esqueço da sensação.

Quando degusto um vinho, procuro faze-lo com alguma gastronomia, pois sempre ambos, gastronomia e vinho são valorizados, quando estão juntos em harmoniosa parceria.

Quando se fala em Chianti, imediatamente nos vem a pizza como seu par perfeito, mas digo que o Chianti, por sua uva, a Sangiovese, ser uma cepa que origina vinhos com acidez marcada e marcante, podemos transitar por variadas gastronomias, principalmente aquelas que se utilizam do tomate como base, sejam em molhos ou na composição.

Podemos ter o tomate em conjunto com as pizzas, as massas, pratos com carne e molhos vermelhos que os umedeçam, bruschettas, parmegianas, enfim uma variedade bem grande de combinações.

Este Chianti lembro bem, o degustei solo, em um dia onde sozinho em casa, a preguiça de ir para o fogão me impediu de acompanha-lo, e fiquei alegre com o que senti, tanto no olfato, quanto em boca.

Tem bom álcool, 13%, mas não o senti, pois o equilíbrio é a frase mais apropriada para o Valiano.

Frutado, ao fundo algumas especiarias, um toquezinho de picância lembrando pimenta, bom corpo sem ser demasiado, acidez espetacular e seus taninos, domados, mas presentes, me deram a sensação de saciedade que os bons vinhos me causam.

Deixa um rastro longo de sabor no retro olfato, e aquela sensação de quero mais!

Valiano DOCG tem corte de 90% Sangiovese, 5% Canaiolo e 5% Ciliegiolo, cepa antiga que entra no corte de muitos Chiantis, e que leva este nome porque lembra cerejas.

Como as festas se aproximam, e muitos pratos tradicionais desta época como carne e aves com molhos vermelhos, estarão às mesas, é uma excelente pedida.

Quem importa o Chianti Valiano DOCG é a Franco-Suissa: www.francosuissa.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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12/12/2014 - 09:11:00
Gatronomia> Sugestões > Saladas


Comer bem é sinônimo de qualidade e traz felicidade

Salada de Fusilli Delli Free da Divella

Meninas e meninos,

Faz muito tempo que o Brasil já tem à disposição massas importadas da Itália, e de qualidade.

A Divella é uma destas marcas, com 100% grano duro, e prima pela excelência de seus produtos.

Mas, cada dia mais vemos a preocupação com determinadas camadas de consumidores, exigentes pela qualidade e muitos deles pala necessidade de produtos desenvolvidos para suas condições, caso dos celíacos, que não podem consumir glúten.

Pensando nisso, a Divella desenvolveu uma massa com o costumeiro padrão superior de qualidade, voltada a este público que hoje se sabe são muitas centenas de milhares.

A linha é composta por 70% milho e 29,5% de arroz(não consegui saber o porquê da falta do 0,5% restante na soma) e tem três cortes sendo o Sapaghetti, o Penne e o Fusilli.

Provei deste último feito como uma salada refrescante e muito saborosa, preparada especialmente pelos chefes da La Pastina no Eat Scuola.

Também a Divella possui a linha integral, com grano duro de trigo como parte de seus diversos produtos.

Quem ainda não conhece o Eat deve ir conhecer, dublê de empório, escola e restaurante, é uma ilha de sabor e tranquilidade em pleno Itaim Bibi, com produtos da linha da La Pastina e muitos mais.

Outra massa que faz parte do catálogo da La Pastina é a Rustichella, feita com grãos selecionados, a água utilizada vem das montanhas, e algo mais, todas as massas em seus mais variados cortes, desde os tradicionais aos mais especiais são “trafilatas ao bronze”.

A trafilata ao bronze é devido ao molde que é de bronze e não de teflon como é usual, deixando a massa com micro ranhuras, tornando-as mais ásperas, no que resulta uma melhor absorção dos molhos.

Para degustar esta massa, foi preparada a Fregola ao Creme de Funghi e Ar de Salsinha.

A Fregola, massa típica da Sardenha, é feita de sêmola e água e reduzida em bolinhas, tornando-a muito semelhante ao couscous, apesar de maior.

Para acompanhar as experiências os vinhos das cepas Nero di Troia para as massas com molhos mais fortes e o Grillo-Chardonay para as mais suaves.

Eat Sacuola: www.emporioeat.com.br

La Pastina: www.lapastina.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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