30/10/2014 - 16:43:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


A nova incorporação ao premiado catálogo da Bodega Lagarde

Lançamento do Primeras Viñas Cabernet Sauvignon 2011 da Bodega Lagarde

Meninas e meninos,

É sempre um enorme prazer degustar novos vinhos, principalmente quando eles são de bodegas que fazem história, vejam.

Em concorrido almoço, a manager da Lagarde, Lucila Pescarmona, fez questão de pessoalmente apresentar o novo integrante de sua linha premiada de vinhos, o rótulo de Cabernet Sauvignon da linha Primeras Viñas.

Resultado de muitos anos de estudo e trabalho, este vinho expressa riqueza impar de um terroir, o de Perdriel, somente com setores precisos de parcelas selecionadas, alcançando assim sua potencialidade.

Passa por barricas francesas de 1º uso por aproximadamente 13 meses, tornando o vinho equilibrado em taninos, acidez e álcool.

Aromas de especiarias e frutas se sentem, algum animal se apresenta com o tempo em taça, em boca, confirma especiarias como a pimenta, alguma noz moscada, as frutas maduras, chocolate amargo.

Ideal para carnes vermelhas, lembro-me agora, que harmonizaria perfeitamente com o porco Monteau da Cerrado Carnes, carnes bovinas suculentas com marmoreio, e aves de caça com as Angolas.

Também com uma polenta mais mole regada a ragu de cogumelos deve ficar bárbaro.

Claro que aproveitando o momento, degustamos novamente o Altas Cumbres Extra Brut, um ótimo Viognier, fresco e aromático, o delicioso Primeras Viñas Malbec, desta feita o 2011, que caiu como uma luva com o cordeiro.

Também não poderia faltar o excelente Late Harvest, o Henry Cocecha Tardia, corte de Moscato Giallo e Viognier, que passa por madeira, concentrando seu dulçor, isto sem perder a acidez, que o torna fresco e fácil de beber.

Lucila, quando volta ao Brasil? Já estou com saudades.

Acabo de chegar de meus médicos com a constatação de mais uma vez ter engordado, não entendo como é possível?

Quem importa e distribui os vinhos da Lagarde é a DeVinun

DeVinum: www.devinum.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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29/10/2014 - 09:34:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Antônio Dal Pizzol traduz os 40 anos da empresa em realização que trouxe conhecimento sobre os vinhos, sobre as pessoas e a importância e orgulho do trabalho em equipe

Dal Pizzol 40 Anos Nature que degustei antes do seu “lançamento oficial” em Outubro.

Meninas e meninos,

Quando falei do vinho tinto Dal Pizzol 40 Anos, veja, já disse quase tudo o que sinto desta empresa, do qual me sinto fazendo parte, como uma família mesmo.

Faltou lembrar uma família de amigos que muito me fazem falta pelo pouco convívio desde sua mudança de município, estou falando dos queridos amigos cujo patriarca José Lucio Natali, me apresentou à época a linha completa dos vinhos da Dal Pizzol, posto ele e sua filha Monica, serem os representantes desta vinícola em São Paulo.

Falta também para completar o ciclo de 40 anos desta empresa, falar um pouco do Dal Pizzol 40 Anos Nature, que já havia degustado quando estive no sul para a 22ª Avaliação Nacional de Vinhos-Safra 2014.

O espumante, equilibrado e elegante é legítimo representante da boa leva de vinhos brasileiros que temos ultimamente, com cor mais amarelada, já que amadurece por 36 meses, apresenta ótimo perlage, com borbulhas finíssimas, centradas e abundantes, boa mousse, ótima acidez, aromas já para os tostados com amêndoas, avelãs e pão torrado, um bom frutado ainda, algum floral a mel.

Corte de 75% Pinot Noir e 25% Chardonnay, com 12% de álcool e 1,5 g/l de açúcar residual, foram vivificadas apenas 3.541 garrafas, eu tenho a minha, e levei uma para a TV, fora as que se abriram no sul, e as que os amigos formadores de opinião ganharam, posso dizer aos interessados que corram, o risco de ficarem sem esta joia é grande!

Em boca confirma a acidez, uma untuosidade agradável, muito devido ao seu tempo de contato com as leveduras, envolvente, boa persistência e equilíbrio, e ao menos para mim, o mel se confirma em boca, sem sobressair-se, mas ali, presente.

Desde o ano de 1974 com o surgimento da Vinícola Monte Lemos Ltda - Dal Pizzol Vinhos Finos, passando pelo ano da safra que antecede a virada do milênio em 1999 onde são apresentados três produtos comemorativos: um vinho assemblage envasado em garrafa de 3 litros o Dal Pizzol Millenium 2000, e que também degustei novamente nesta última ida ao sul, uma Grappa envasada em garrafa estilizada, importada da Itália, e um vinho comemorativo aos 25 anos, Dal Pizzol Assemblage em garrafa de 500 ml.

Passando pelo ano de 2011 com a primeira Colheita Simbólica no Vinhedo do Mundo, que já falei várias vezes e a vinificação do primeiro Vinum Mundi com 20 variedades de uvas distintas, depois por 2013 quando foi inaugurado o Ecomuseu da Cultura do Vinho com um acervo de vinhos brasileiros e internacionais de grande importância histórica e o Instituto R. Dal Pizzol que logo passam a integrar a Association for Culture and Tourism Exchange-ACTE, uma das mais importantes entidades voltada à cultura do vinho na Europa, e agora em 2014 completando quatro décadas.

Quando falo que a nossa vitivinicultura é ainda muito jovem, mas que evoluiu muito rápido é por este exemplo e muitos outros que só um apaixonado pelos vinhos em geral e pelos vinhos brasileiros em particular, como eu, e que procura ver, descobrir nos mais distantes polos produtores em nossa terra, e que acredita que em futuro próximo estaremos sim, inseridos num mapa mais amplo deste cenário encantador que é o vinho.

Dal Pizzol: www.dalpizzol.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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28/10/2014 - 10:14:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


A École du Vin de Bordeaux conjuntamente com o SENAC mostrarão a diversidade dos vinhos de Bordeaux

Curso Os Vinhos de Bordeaux-divulgação.

Meninas e meninos,

Minhas amigas da Cap Amazon, empresa da área de Informações à imprensa, junto à Lucia Paes de Barros Assessoria de Comunicação estão divulgando mais uma iniciativa muito bacana que a Sopexa, empresa referência do marketing internacional nos setores Alimentar, do Vinho e da “Art de Vivre” em conjunto com a École du Vin de Bordeaux e o SENAC estão organizando para acontecer em Novembro, e que conclamo aos amigos dos vinhos que se inscrevam e compareçam.

Vejam o que me mandaram:

Os Vinhos de Bordeaux,

Com organização da Sopexa, a École du Vin de Bordeaux em parceria com o SENAC irá realizar em Novembro um novo ciclo de formações sobre a grande diversidade dos vinhos de Bordeaux, França, com duas palestras ministradas por Guillaume Turbat, sommelier francês que vive no Brasil.

As formações incluem uma introdução geral para a região, clima, solos, variedades de uvas, terroir e a definição do que é uma DOP (denominação de origem protegida). Na sequência, são apresentadas as denominações Bordeaux, que são divididas em seis famílias.

Os vinhos são apresentados respeitando uma lógica de degustação, começando pelos brancos secos, seguidos de vinhos mais fortes e terminando com os brancos doces. São sugeridos comida e vinho compatíveis e outros tantos temas complementares, como a leitura de um rótulo, a variedade de aromas, conselhos na compra e armazenamento e recomendações para turistas. A formação inclui também informações sobre os processos da produção dos vinhos tintos e brancos.

As duas palestras acontecerão uma no SENAC Aclimação em 10 de Novembro e outra no SENAC Campos do Jordão em 12 de Novembro, com vagas limitadas.

SENAC Aclimação- 10 de novembro, das 15h às 17h.
Rua Pires da Mota, 838 – Aclimação - São Paulo - SP
Telefone: (11) 3795-1299

Centro Universitário SENAC - Campos do Jordão - 12 de novembro, das 10h às 12h.
Av. Frei Orestes Girardi, 3549 - Vila Capivari - Campos do Jordão - SP
Telefone: (12) 3668-3001

Informações e Reservas: Anne-Sophie (anne-sophie.peiffer@sopexa.com)

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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27/10/2014 - 11:20:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Lançamento de novos produtos movimenta o mercado

Lançamentos da CRS Brands com a Vodka Kadov, as Sidras Cidre e o suco de uvas Massimiliano.

Meninas e meninos,

A CRS Brands, antiga Cereser, acaba de lançar novos produtos, que assim como a linha de vinhos finos de mesa lançada ano passado, a Massimiliam da qual já falei antes creio será muito bem aceita pelo mercado.

A linha nova, composta de dois fermentados de maçãs, ou seja, Sidras Premium, estão em minha opinião colocando esta bebida no mapa, pois até então a Sanjo era a única brasileira a ter uma Sidra.

Com nome Cidre, elas vêm em duas versões, uma mais seca, guardando relação com Brut, tendo 15g/l, possui 7,5% de álcool, obtida de maçãs Gala e Fuji, provenientes de solos calcários do RS.

Outra versão, menos seca, estaria o que podemos relacionar com o Demi Sec, 40g/l, também obtida de maçãs Gala e Fuji, provenientes de solos calcários do RS, com 7,5% de álcool.

Ambas devem ser degustadas à temperaturas com cerca de 7º C para seu melhor aproveitamento de aromas e paladar.

Bons perlages, com constância de borbulhas pequenas e abundantes e boas mousse, agradam, principalmente a Brut, que para mim, se sai muito bem e é um coringa para harmonizações menos formais e mais leves.

Bebidas que para nossas temperaturas tropicais devem agradar paladares já acostumados com os Lambruscos e Prossecos tão consumidos.

“ A Cidre chega para elevar a categoria Sidra no país, e representa a evolução da marca Cereser” segundo José Fontelles, diretor comercial da empresa.

Ambas são produzidas pela Cooperativa Vinícola São João na Serra Gaúcha.

Quanto à vodka, a Kadov, é uma bebida Premium desde sua embalagem, com o frasco, rótulo e tampa, tendo sido desenvolvidos especialmente, com design do rótulo por Benchamark Design Total, a tampa de alumínio pela Tapa Spa, de Pádova Itália e a garrafa pela Owens-Illinois.

Kadov é uma vodka com padrões internacionais e destilada exclusivamente de cereais, nos moldes das melhores e mais Premium marcas desta bebida.

Para conhecer melhor a Kadov veja www.facebook.co.br/vodkakadov

Preços sugeridos para os Cidre é de R$ 19,00 a garrafa e para a Kadov de R$ 26,00

CRS Brands: www.crsbrands.com.br

Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão

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24/10/2014 - 10:10:00
Bebidas> Vinhos > Boas notícias


Finalizada coleta de amostras para obtenção da DOVV – Denominação de Origem Vale dos Vinhedos safra 2014

Vale dos Vinhedos

Meninas e meninos,

Mais uma boa notícia para os vinhos brasileiros,

Vejam:

Na primeira quinzena de outubro, vinícolas do Vale dos Vinhedos deram o primeiro passo para a obtenção da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (DOVV) – Safra 2014. Agora, a coleta de amostras que futuramente serão degustadas no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, que ocorreu nos dias 21 e 22, foi finalizada, englobando vinte amostras das dez vinícolas inscritas no processo.

Entre vinhos brancos, tintos e espumantes, 200 mil litros da produção de dez vinícolas foram coletados em um processo minucioso: o consultor técnico coletou diretamente nos locais onde os vinhos estão armazenados. As amostras foram lacradas e identificadas com códigos e rotulagens especiais para logo após serem encaminhadas às análises físico-químicas e sensoriais. O controle físico-químico é fundamental para atestar que nenhuma alteração tenha sido feita nas produções que estão sendo avaliadas. Já a avaliação dos aspectos sensoriais garante que o vinho que chegará à mesa do consumidor com o selo da DOVV seja, além de um produto de qualidade elevada, uma bebida elaborada para envolver visão, olfato e paladar de quem a degusta.

Serão quatro amostras de espumantes, seis de vinho branco e dez amostras de vinho tinto a serem coletadas. A análise sensorial ocorre nos dias 30 e 31 de outubro, no laboratório de analise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, e será conduzida por um comitê de degustação composto por 17 profissionais do vinho. Para esse momento, segundo o consultor técnico Jaime Milan, “a expectativa é de que os resultados da avaliação sensorial acompanhem os resultados obtidos pela Avaliação Nacional de Vinhos”, que ocorreu no dia 27 de setembro e elencou as 16 amostras mais representativas da Safra.

Denominação de Origem:

O Vale dos Vinhedos é pioneiro da certificação de Denominação de Origem de Vinhos do Brasil, estampando a identidade e a qualidade dos vinhos elaborados no roteiro para o restante do mundo, tenho sido a DO conquistada em setembro de 2012.

Para estarem dentro das normas, as vinícolas devem elaborar vinhos finos, como tintos, brancos e espumantes, com requisitos específicos, detalhados pela Aprovale e seus parceiros, através do Conselho Regulador da Indicação Geográfica. As regras dizem respeito à aspectos como a produtividade máxima de uvas que poderão ser cultivadas pelos vinhedos, dos tipos de uvas e a forma como elas devem ser processadas na elaboração das bebidas.

Para obtenção da D.O.V.V. são permitidas as uvas tintas: Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat e Pinot Noir. Brancas: Chardonnay e Riesling Itálico. Vinhos elaborados com a D.O.: varietal Merlot e o assemblage com 60% de Merlot + Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat. Brancos: varietal Chardonnay e o assemblage com 60% Chardonnay + Riesling Itálico. Espumantes: base mínima de 60% Chardonnay e/ou Pinot Noir, complementada com Riesling Itálico.

Fonte de Informações: www.conceitocom.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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22/10/2014 - 09:38:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Larentis integra marca coletiva Vinhateiros do Vale

Vinhateiros do Vale Larentis - crédito: Carlos Bem

Meninas e meninos,

Digo e repito: Sou a favor dons bons vinhos, sejam eles verde-amarelos ou não, mas é claro, que sendo brasileiro, o prazer de destaca-los neste espaço, é muito grande.

Lembram-se da notícia que dei sobre a marca coletiva Vinhateiros do Vale, na qual estive presente em seu lançamento oficial?

Pois bem, a Larentis cujo vinho faz parte desta marca coletiva, com um corte de 60% Merlot e 40% Marselan da safra 2013, e que integra a marca coletiva Vinhateiros do Vale liderada pela Aprovale, já está à disposição.

A marca é composta por oito vinícolas com o objetivo de buscar a união em torno do fortalecimento do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.

Cada vinícola faz o seu próprio vinho e a Larentis optou por lançar uma bebida de médio corpo, muito agradável em função dos taninos macios de ambas as variedades, além disso, cada rótulo apresenta o desenho do ícone representativo da vinícola produtora e essa foi a oportunidade da Larentis homenagear o patriarca da família, Archangelo Larentis, que tomava vinho direto de um quarto(barril de 100l) medida da época.

“Representa a força e bravura da família Larentis, imigrada dos Alpes italianos que em solo brasileiro consolidou a vocação pela vitivinicultura”, explica o enólogo André Larentis.

Apenas 1,3 mil garrafas do vinho serão comercializadas pela Larentis com a marca Vinhateiros do Vale ao valor de R$ 24,90. “A Larentis colaborou para o desenvolvimento desse projeto, pois acreditamos na união das pessoas e consequentemente das empresas para o fortalecimento e desenvolvimento do Vale dos Vinhedos.

A marca Vinhateiros do Vale é uma forma de expressar a força dos vitivinicultores e também uma homenagem aos imigrantes Italianos, representados por meio dos ícones, pessoas que tanto colaboram para o desenvolvimento da região e da viticultura”, complementa.

Veja mais clicando aqui.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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21/10/2014 - 09:30:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Víctor Charcán, gerente de exportação da Bodegas Roda São Paulo apresentou as novas safras desta bodega ícone

Vinhos: Sela 2010; Corimbo 2011;Roda Reserva 2008 e Roda I Reserva 2007.

Meninas e meninos,

Em primeiro lugar, todas as vezes que tenho um convite para almoçar ou jantar no Sallvattore, sei que vai ser fantástico, tanto pela gastronomia, como pelo serviço, então este texto começa bem, pois foi lá que a Ravin apresentou o gerente de exportação da Bodegas Rodas aos jornalistas.

Sobre a bodega, esta foi criada em 1991 com a filosofia de produzir os melhores vinhos de Rioja e desde o início segue princípios rígidos em todas as fases de produção. Os primeiros vinhos da vinícola surgiram no mercado em 1996, e segundo o que diz o enólogo Agustín Santolaya foram 10 anos de trabalho duro antes que o primeiro vinho estivesse realmente pronto para carregar a marca Roda e pudesse ser lançado ao mercado, e desde o começo seus vinhos já foram reconhecidos pelos principais formadores de opinião.

O nome RODA representa as iniciais do sobrenome de seus fundadores Mario Rotllant e Carmen Daurell, que chegaram a La Rioja nos anos 80, com a intenção apaixonada de criar um projeto que apresentasse algo novo ao mundo do vinho, e logo revolucionaram o conceito de vinhos desta região com uma bodega moderna, equipe focada na compreensão da viticultura exaltando a importância das velhas vinhas e das uvas autóctones de Rioja. Hoje a bodega controla o cultivo de 150 hectares de vinhedos conduzidos de forma sustentável e produz vinhos que são reconhecidos mundialmente.

Degustamos ao longo do delicioso almoço, o Sela 2011; o Corimbo 2011; o Roda Reserva 2008; o Roda I Reserva 2007 e também o, Cirsion 2010.

Todos são muito bons, elegantes, equilibrados, com variações pequenas em seu corte, mas fundamentais, com as parreiras em sistema de “vaso”, pois chegaram à conclusão que esta é a melhor para a região, assim como plantavam os antigos vinhateiros locais.

O Sela, 95% Tempranillo, 3% Graciano e 2% Garnacha, com 14,5% de álcool, boa acidez, frutado elegante, especiarias. Parreiras que têm entre 15 e 30 anos e passa por madeira francesa 12 meses.

O Corimbo 2011, 100% Tempranillo, cabe também uma observação que a Roda tem mais de 500 variedades desta cepa em diferentes parcelas, neste caso com vinhas de 20 anos, passando por madeiras 80% francesas e 20% americanas 12 meses. Um pouco mais mineral que o anterior, apresenta fruas negras, boa acidez e taninos presentes.

O Roda Reserva 2008, corte de 90% Tempranillo, 6% Graciano e 4% Garnacha, com álcool de 13,5% foi o meu favorito, simplesmente espetacular, mineral exuberante, frutado gostoso, especiarias variadas, todos confirmados em boca, aliados a uma bela acidez e taninos muito agradáveis. Vinhas mais velhas, com mais de 30 anos, estagia em madeira francesa de 1º e 2º usos por 16 meses e mais 20 meses em garrafa. Sabe aquele vinho que tem tudo? É este!

O Roda I Reserva 2007, 100% Tempranillo, também como seu irmão provêm de vinhas com mais de 30 anos, estagia em madeira francesa de 1º e 2º usos por 16 meses e mais 20 meses em garrafa. Mais achocolatado, mais animal até pela idade, com 14,5% de álcool, também é um vinho espetacular.

O Cirsion 2010, 100% Tempranillo, vinho criado de maneira curiosa, pois dentre as cepas de toda a bodega identificou-se que algumas vinhas tinham maturação diferente em praticamente todas as safras, os taninos quase se fundiam à fruta. Não era algo comum de acontecer e intrigados com o resultado os proprietários da vinícola decidiram em 1998 apostar neste fenômeno e criaram Cirsion. O nome que vem da fusão de “kirsion” em grego e “cirsium” em latim, que significa planta considerada evento da natureza, o Cardo.

Bem interessante, o que apresentou mais terciários por incrível que pareça, creio que pelas uvas serem de característica acima descrita.

Mas e o cardápio?

Entradas com mini polenta trifogliata de cogumelos ou salada verde com mozzarella de búfala, eu escolhi a primeira opção por considerar a melhor harmonização.

Prato principal com Risotto de calabresa, alcachofra e ervilhas na redução de vinho tinto ou Stinco de vitelo com capellini ao burro e sálvia, eu a segunda opção por considerar a melhor harmonização.

Eu se fosse você que me lê, iria ao Sallvattore, procurava o Sérgio, sommelier de primeira grandeza e pediria este cardápio com o Roda Reserva 2008.

Sallvattore: www.sallvattore.com.br

Ravin: www.ravin.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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20/10/2014 - 10:54:00
Gastronomia> Bistrot > Avaliação


Felix Bistrot eu fui e gostei!

Strudel de maçã na opção diet do Felix Bistrot

Meninas e meninos,

Quem nunca teve a oportunidade de conhecer as delícias do Felix Bistrot, não sabe o que está perdendo.

Fazia algum tempo que lá não voltava, e resolvi pegar o finalzinho do festival da alcachofra, indo almoçar com casal de queridos amigos Bebel Beta e Sebastian Puglia.

Dia quente, mas em nada nos incomodou, porque no Felix Bistrot, há ambientes externos também, pois a casa, com capacidade para 120 pessoas, está dividida em duas áreas onde a parte interna tem amplo salão, com ambiente acolhedor e decoração rústica, ao estilo provençal e parte externa onde destaco a beleza do cenário natural, com um suntuoso jardim repleto de palmeiras e castanheiras centenárias, ficando os comensais protegidos do sol e mais perto da vegetação ambiente e com flores, onde o ar sempre fica mais fresco.

No cardápio do festival, executado pelo Chef Augusto Cruz, criações gastronômicas com a deliciosa Alcachofra, além do À La Carte.

Claro que aproveitamos o cardápio do festival que estava por findar, mas garanto, o restante das sugestões é de dar água na boca também.

Dentre as sugestões, ficamos aos pares com as entradas de Alcachofra Gratinada com Frutos do Mar composta de camarões, lulas e mexilhões e a Alcachofra na Primavera, com folhas e frutas.

Nos pratos principais, escolhemos a Alcachofra, Camarão Rosa Gigante e Pirarucu ao Molho de Maracujá e o Robalo com Aspargos, Moyashi e Alcachofra ao Molho de Limão Siciliano.

Posso dizer que ambas as entradas e ambos os pratos principais foram devidamente deglutidos com expressões de felicidade e agrado por todos com a harmonia e sofisticação exibidos nas suas composições.

Gosto de cozinhar, e fiquei muito bem impressionado com a harmonia da alcachofra, dos aspargos e a crocância que o Moyashi transferiu ao prato que escolhi, bárbaro.

O restaurante conta com boa carta de vinhos com mais de 120 rótulos entre os brasileiros e importados e cobra rolha de R$ 40,00, para quem quiser levar seu vinho.

O Felix Bistrot reserva uma área para eventos, o Salão Privée Castanheira, com capacidade para 80 convidados, onde pode oferecer um cardápio personalizado, tanto para almoços, como para jantares e coquetéis a partir de 30 convidados.

FELIX BISTROT: www.felixbistrot.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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17/10/2014 - 09:55:00
Bebidas> Vinhos > Concurso


2º Concurso de Enogastronomia com Vinhos do Tejo no Brasil

Folder do Concurso

Meninas e meninos,

Vivo para os vinhos e a gastronomia, e sempre digo que a melhor maneira de se iniciar nos vinhos é juntá-lo à gastronomia, pois comer é um ato que praticamos mesmo dentro do ventre de nossas mães, e o beber álcool, se aprende mais tarde.

Por aprendermos mais tarde, muitas das vezes somos influenciados pela cultura local, pela orientação de pessoas nem sempre muito sábias e muitas outras influências, boas e nocivas, incluindo-se aí as quantidades ingeridas.

Em minhas aulas no SENAC e em outras instituições, sempre procuro lembrar as melhores harmonizações possíveis com os vinhos degustados, alertando sempre que a mais correta de todas as harmonizações não é aquela que as regras básicas desta arte ditam, mas sim, o famoso e desde sempre inerente a nós, o “gosto ou não gosto”!

Mas o saber não ocupa espaço, e a vivência é tudo nesta e em outras artes da vida, e nada como uma oportunidade para testarmos nossa habilidade neste quesito mágico, o da harmonização, do que um concurso, que além de tudo é motivador, de estudos, de testes, de aprofundamento, de crescimento enfim.

Durante o mês de outubro de 2014, a CVRTEJO em conjunto com a WINE SENSES, irá organizar a segunda edição do concurso de Enogastronomia com vinhos do Tejo no Brasil.

A CVRTEJO responsável pela divulgação dos vinhos do Tejo no Brasil pretende mostra e dar a conhecer os seus vinhos e lançam o desafio a todos os que trabalham ou gostam de vinhos em criar receitas harmonizadas com os vinhos produzidos nesta histórica região vitícola de Portugal. Para participar basta entrar em contato com a Wine Senses e solicitar ficha de inscrição e regulamento até o dia 23 de Outubro de 2014.

As melhores harmonizações serão premiadas com cursos de vinho, kits de vinho do Tejo, e a harmonização mais pontuada terá como premio uma viagem de estudos a Portugal, que será acompanhada pela Wine Senses que há oito anos promove viagens culturais e educativas por terras lusitanas.

O amigo José Santanita, Diretor Geral da Wine Senses, fará num futuro próximo um livro com todas as receitas vencedoras dos concursos, “Será a criação de um livro com as receitas e as justificações de harmonizações, dadas pelos vários profissionais que participaram, além disso, haverá a colaboração com os profissionais na divulgação do seu trabalho e na divulgação dos vinhos do Tejo, região que começa agora ganhando o seu espaço junto de outras mais conhecidas em Portugal”, diz Santanita.

Este concurso em 2013 premiou vários profissionais com acesso ao primeiro curso de harmonização com vinhos do Tejo realizado em São Paulo. A melhor harmonização foi de Luciene Carvalho, sommelier do reconhecido Restaurante Avek, premiando-a com uma viagem de estudo a terras lusitanas realizada em Julho de 2014.

Wine Senses: comercial@winesenses.com.br ou +55 11 32947156

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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16/10/2014 - 10:21:00
Bebidas> Café > Preparo


O Brasil é o maior produtor mundial de café Arábica

Método Glass Filter - foto divulgação

Meninas e meninos,

Quem gosta da boa gastronomia, das boas bebidas, gosta de café não é mesmo?

Fazer café em casa, todos nós fazemos, mas nem sempre da maneira mais adequada e correta para com este produto, ou seja, tirando dele tudo o que realmente ele possa nos oferecer de melhor, pois quase todos estamos acostumados com um café de inferior qualidade, é esta uma constatação que não é só minha, mas de especialistas, e mais, pelo permeio da cultura ancestral, passada de mães para as filhas, ou melhor, de pais para filhos, já que o gênero nestas questões não mais significa muita coisa.

Rapidamente falando, uma das maneiras que se tem para encobrir defeitos do café consumido é sua torra exagerada, e fomos acostumados com isto, da mesma maneira que fomos acostumados com os vinhos de uvas de mesa, “defeitos da criação”!

Outro aspecto é que fomos acostumados, na maioria esmagadora, a consumirmos cafés de grãos Robusta, também conhecido como conilon em algumas regiões, e não os grãos de Arábica, mas isto seria de menor importância se não fosse a qualidade baixa dos grãos e a quantidade de impurezas muitas vezes encontradas nos pacotes industrializados e alardeados pela imprensa vez por outra, assim como os azeites adulterados, o leite, e tantos outros produtos.

O café pertence ao gênero Coffea e as duas mais importantes espécies no mundo são: o Coffea arabica, ou café Arábica e o Coffea canephora, ou café Robusta.

Café Arábica

Esta espécie, que é originária das montanhas da Etiópia, corresponde, aproximadamente, a 70% da produção do café no mundo. Sua planta é geralmente um grande arbusto, que chega a alcançar uma altura de 4 a 6 metros na sua fase adulta, com as folhas esverdeadas e de formato oval e amadurecem em 3 a 4 anos, quando produzem a sua primeira colheita.

É considerado de melhor qualidade, seu aroma é intenso e oferece grande variedade de sabores, além de apresentar menor teor de cafeína que o café Robusta.

As variedades mais conhecidas são a Mundo Novo, Acaiá, Icatú, algumas se dividem em amarelo e vermelho como Bourbon Amarelo e Vermelho, Cauaí Amarelo e Vermelho e por aí vamos, vale dizer ainda, que o Brasil é o maior produtor mundial de café Arábica.

Tudo isto para introduzir uma conversa sobre um método novo de se “coar” o cafezinho nosso de cada dia, além daqueles que já estamos habituados a ouvir falar como tradicional coador em coadores de pano e filtros de papel, as do Moka, o Frenchpress, o conhecido expresso, os que usam cápsulas, saches e muitos outros.

Agora surge o Glass Filter que o Octávio Café e sua assessoria me enviaram em release, e que vem a ser, como o nome diz um filtro de vidro, criado pela empresa alemã Coffee Consulate.

O café com moagem mais grossa é coado em uma espécie de xicarazinha de vidro com minúsculos furinhos no fundo, e esta é colocada diretamente sobre a xícara de café, "O resultado lembra o do café feito na french press, com algum resíduo, mas bastante encorpado e aromático", diz Tabatha Crazo, barista do Octavio.

O Octavio Café com a novidade passa a ser a única cafeteria da cidade a oferecer 13 diferentes opções aos clientes com métodos distintos tais como Coador de pano, Coador de papel, Hario, Chemex, Frenchpress, Moka –Italiana, Aeropress, Máquinas Sachê, Máquinas Cápsula, Máquina Automática, Extração a Frio.

Consultas: Jornal Folha de São Paulo, site www.markcafe.com.br

OCTAVIO CAFÉ: www.octaviocafe.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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15/10/2014 - 10:22:00
Bebidas> Vinhos > Degustação


Winebar, bar de vinhos online

Vinhos Les Amis Bordeaux; Bourgogne e Espumante Rosé. degustados no Winebar.

Meninas e meninos,

Faz muitos anos participei de uma comunidade de vinhos pela internet, nem lembro mais do nome, pois com a popularização dos meios de comunicação, com a evolução dos celulares colocando as pessoas online 24 horas por dia, aqui, diga-se, sou frontalmente contra, o clube de vinhos virtual, pois não era outra coisa, foi se acabando.

Mas porque me lembrei disso? Porque era muito instrutivo para os neófitos nos vinhos, já que antes da degustação que era promovida “no ar”, por e-mail, recebíamos as fichas técnicas, os links para procuramos as vinícolas em seus respectivos países de origem, preços, características dos vinhos e se estavam à disposição de nosso mercado.

Winebar é mais ou menos isso, com jeitão moderno, transmitido via computador por dois amigos, que conheci há alguns anos.

Alexandre Frias, criador do Enoblogs, e que me lembro como se fosse hoje, fui apresentado por outro amigo, que na ocasião comemorava um ano de Blog, o Falando de Vinhos do João Filipe Clemente, quando Alexandre me convidou para entra na comunidade, que então contava com 9 membros, fui o décimo.

Daniel Perches me conheceu pela internet, leitor de minhas postagens, e que também no Enoblogs com seu Vinhos de Corte, vim a conhecer em uma primeira reunião de blogueiros de vinhos em Campinas, havia ele me pedido sugestões de cursos, quem visitar no sul, sabedor de minha busca por bons vinhos brasileiros, e desde então estamos sempre nos encontrando nos eventos de vinhos.

Faço esta introdução, para lembrar que antes de qualquer coisa vinhos são gregários, fazendo com que as pessoas se conheçam ao redor deles, troquem experiências e gostos, e é isto que faz o Winebar hoje em dia.

Os vinhos apresentados nesta edição foram da Expand, de outro amigo o Otávio Piva, e a vinícola, a Les Amis, uma empresa familiar criada em 1952 onde oito amigos vinhateiros e winemakers fazem vinhos em variadas partes da França, e degustamos em conjunto, trocando opiniões, que nem sempre são iguais, daí a mágica dos vinhos, um espumante da Provence, um Bordeaux e um Bourgogne.

Já digo de antemão que gostei muito do Bordeaux, contra a grande maioria que participou que gostou muito do Bourgogne.

O espumante é muito bom, com uvas Grenache, com apenas álcool 11,5% de álcool, ótimo para estes dias calorentos, bom para entradinhas de salmão, por exemplo, ou apenas bebericar a beira da piscina com canapés etc...

O Bordeaux, 60 % Merlot, 40% Cabernet Sauvignon, muito bem equilibrado, com uvas que são vinificadas em tonéis de aço, e creio eu, com leve passagem por madeira, que acentua sua maciez.

Frutado no nariz, alguma especiaria leve, em boca taninos bem resolvidos, acidez boa, confirma frutas e já com algum sinal evolução, pois em minha opinião este vinho foi vinificado para ser bebido jovem, este da safra 2011, e esta evolução me agrada, harmoniza com polentas e cogumelos, carnes braseadas, caças e queijos.

O preferido da maioria, o Bourgogne, Pinot Noir com 12,5% de álcool, uvas provenientes das regiões emblemáticas de Co^te de Beaune, Co^te de Nuits e Co^te Chalonnaise.

Nariz frutado, pimenta do reino leve, floral delicado, que são confirmados em boca, aliados com ótima acidez e ótimo para carnes menos gordurosas, também com pato, galinha d’Angola, cogumelos, enfim, leque de harmonizações bem grande.

Expand: www.expand.com.br

Winebar: www.winebar.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

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Quem sou eu

Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

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Este blog é um espaço digital onde eu coloco todas as experiências que vivo dentro do universo do vinho e da gastronomia, procurando sempre apresentar o lado lúdico do comer e do beber bem.

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